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quinta-feira, 2 de junho de 2011

Nutrição funcional assegura uma gestação mais tranquila

Vertente da nutrição auxilia as futuras mamães na preparação e cuidados para sua saúde e do bebê

Nutrição funcional. Um segmento de atuação da nutrição que cada vez mais vem ganhando espaço e adeptos. A alimentação é um dos fatores comportamentais que mais influencia a qualidade de vida. Cada vez mais é disseminada a confirmação de que uma alimentação adequada e equilibrada é fundamental para manter o organismo saudável e livre de doenças. "A nutrição funcional é a nutrição voltada à individualidade da pessoa. Visualiza o organismo como um todo identificando os sinais e sintomas que denunciam desequilíbrios orgânicos advindos da alimentação. Assim como um automóvel precisa do combustível adequado, cada organismo dependendo do seu estilo de vida, da sua herança genética, do período em que está passando, tem necessidades específicas que precisam ser supridas para o funcionamento adequado", comenta a nutricionista da Clínica Funcional Life, Jaqueline Minatti. 

Um estudo publicado recentemente no journal Proceedings of the National Academy of Sciences mostrou que mães com dietas com baixas calorias correm maior risco de ter bebês com problemas comportamentais e baixo QI. A falta de nutrientes, principalmente no início da gestação, prejudica a formação de conexões neurais no feto. O efeito parece ser ainda pior em adolescentes grávidas – que ainda estão em fase de crescimento – e gestantes mais velhas, cuja placenta é menos eficiente no fornecimento de nutrientes para o bebê. 



"Dependendo das características genéticas e do estilo de vida e alimentação da mãe, com o acompanhamento de um programa de nutrição funcional são identificados os principais nutrientes carênciais a serem supridos através da alimentação e por suplementação", destaca Jaqueline. "A mamãe é alertada quanto aos horários e tipos de alimentos que deve escolher para um desenvolvimento gestacional satisfatório. É também importante controlar um ganho de peso adequado, visto que ganhar quilos em excesso predispõe complicações como diabetes gestacional e eclâmpsia; além de ser complicada a recuperação do corpo da mulher pré-gestação", completa. 

A nutricionista destaca que outro importante ponto a ser é investigado é a microbiota (flora bacteriana) da gestante; uma vez que essa microbiota será passada à criança desde o nascimento e determinará se o filho será mais ou menos adaptado às proteínas alimentares, ou seja, se será mais ou menos alérgico aos alimentos. 


Trimestre a trimestre 


Cada trimestre gestacional mostra necessidades específicas. No primeiro trimestre, a mãe não precisa se preocupar em ingerir calorias a mais, consequentemente não precisa aumentar as quantidades dos alimentos; mas precisa se preocupar muito com a qualidade da alimentação, ou seja, consumir alimentos fontes de vitaminas, minerais e fitoquímicos, pois neste momento da gestação está ocorrendo a formação de todos os órgãos da criança, é um momento de muita replicação de DNA. A ingestão de bebidas alcoólicas, do fumo ou outras drogas, de agrotóxicos e contaminantes químicos (adoçantes principalmente), de remédios (sem orientação médica) comprovadamente prejudicam o desenvolvimento da criança. 

No segundo e terceiro trimestres a criança já está toda formada, mas terminará seu desenvolvimento e ganhará peso. Nestas fases a mãe precisa aumentar um pouco a ingestão calórica, mas sempre se preocupando com a qualidade dos alimentos para o correto fornecimento tanto dos macro (proteínas, lipídeos, carboidratos) quanto dos micronutrientes (ferro, cálcio, magnésio, zinco, vitaminas, entre outros). 

A mãe deve se preocupar com o desenvolvimento da criança, mas também deve se atentar para a saúde própria, uma vez que diversos problemas podem ser desencadeados na gestação: ganho de peso exagerado, diabetes, depressão pós-parto; e estes problemas podem refletir na saúde da criança também. 


Acompanhamento após o parto 


A boa nutrição da mãe também é muito importante na fase da amamentação, já que isso influencia inclusive na boa produção de leite. "Após o nascimento do bebê a mãe precisa continuar sendo orientada quanto a alimentação pois diversas substâncias que a mãe ingere são transferidas para a criança através do leite materno. Por exemplo, se a mãe ingere peixes, sementes, frutas, verduras, cereais integrais, estará passando ao seu filho vitaminas e óleos essenciais indispensáveis a maturação do sistema nervoso", ressalta a nutricionista da Clínica Funcional Life." Se essa mãe ingere apenas produtos industrializados, biscoitos, lanches, estará fornecendo desde então as gorduras trans pelo leite materno, que predispõe à obesidade e inflamações na criança", completa. 

O que poucas pessoas sabem é que a nutrição funcional já pode ser utilizada para o bebê a partir do sexto mês de vida, pois é nessa fase que se inicia a introdução da alimentação complementar. "Esta alimentação precisa ser muito bem planejada pois trata-se de um organismo imaturo - os intestinos da criança só atingem a maturação com os 7 anos de idade. Antes disso, se os alimentos forem inseridos inadequadamente, a criança desenvolverá menor tolerância oral, ou seja, se sensibilizará muito facilmente com os alimentos (principalmente leite de vaca, glúten, sementes oleaginosas, ovos), levando a alergias crônicas que desencadeiam doenças futuras como: bronquites, sinusites, enxaquecas, gastrites, artrites, dermatites, obesidade, hipotireoidismos, diabetes, etc", finaliza Jaqueline. 

Fonte: Bonde

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Remédio ajuda a largar o cigarro, diz estudo da USP

Fonte: Google Imagens

Levantamento feito pelo Hospital Universitário da USP mostra que 45% dos pacientes que utilizaram algum tipo de medicamento conseguiram abandonar o vício. Entre os que não receberam medicamentos, só 22% largaram o cigarro.

Para o doutor João Paulo Lotufo, responsável pelo programa de combate ao fumo do hospital, o uso da combinação de um programa de terapia comportamental acompanhado de medicamentos aumenta bastante as chances.

O estudo foi feito com 1,6 mil pessoas (65% eram mulheres) que procuraram tratamento para parar de fumar. De acordo com o levantamento, 41% começam a fumar entre 11 e 14 anos, e 80% precisam de várias tentativas para largar o vício. O lançamento desse estudo faz parte das atividades do Dia Mundial Sem Tabaco, comemorado hoje. 

Agentes da Secretaria da Saúde estarão no Pátio do Colégio, no centro, para alertar a população sobre os malefícios do cigarro. Ainda hoje, limparão da Paulista todas as bitucas de cigarros espalhadas no entorno do Conjunto Nacional. 

Nos últimos 20 anos, o número de brasileiros com mais de 15 anos que fumam caiu de 32% para 7,2%, segundo o IBGE. Apesar disso, o cigarro ainda mata 200 mil pessoas anualmente no país, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). Cada cigarro contém mais de 4 mil substâncias tóxicas. Entre elas, a nicotina e o monóxido de carbono, que promovem a degradação da camada interna dos vasos sanguíneos.

75% querem banir cigarro com sabor

A maior parte dos brasileiros aprova a proibição de aditivos como menta, chocolate e morango nos cigarros, segundo pesquisa do Instituto Datafolha divulgada ontem. O levantamento, feito para descobrir quais as melhores medidas para reduzir o consumo de cigarro entre jovens e adolescentes, mostra que 75% são a favor do uso de sabores.

Outros 76% dos entrevistados apoiam o aumento de impostos, e 78% pensam que a publicidade em bares e outros pontos de venda deve acabar. O uso de aromas nos cigarros teria como único objetivo atrair os jovens. 

O mentol, o mais comum deles, também seria responsável por tornar o cigarro mais viciante. O aroma, mais palatável ao gosto dos jovens, consegue diminuir o desconforto da nicotina ao reduzir a irritação na garganta, devido a seu efeito anestésico.

Fonte: Band

Além de ajudar a emagrecer, pular corda melhora coordenação e resistência

Fonte: Google Imagens

Não é a primeira opção quando se pensa em atividade física, mas pular corda pode ser um exercício bastante completo. “Para quem ainda não tem fôlego, pular corda é um bom início. Você pode começar bem leve, de 5 a 10 minutos por dia”, diz o professor de educação física Marcio Acoaviva, coordenador da Academia Needs, de São Paulo.

“A corda auxilia ainda na prática de corrida, ciclismo e boxe, entre outros esportes. Você varia o trabalho aeróbico e reforça o condicionamento cardiovascular”, completa o professor José Ricardo Martins Junior, gerente técnico da Academia Body Planet, do Rio de Janeiro.

A atividade é uma verdadeira máquina de exterminar excessos: a prática de 20 minutos pode queimar 300 calorias e reduzir a gordura corporal. Por outro lado, também proporciona o fortalecimento do abdômen, dos braços e dos membros inferiores (deixa panturrilhas e coxas torneadas e bumbum durinho). "E ainda aumenta a agilidade, a concentração, melhora o equilíbrio e a coordenação motora”, completa o professor José Ricardo.


Por ser uma atividade de impacto, só é preciso ter cuidado com lesões em tornozelos, quadris e joelhos. “Deve ser evitada por quem tem dor nessas áreas ou algum problema na coluna. Aliás, sentiu qualquer incômodo, interrompa o exercício”, alerta Marcio Acoaviva. De preferência, faça sob supervisão de um professor de educação física.

Como fazer
Um pequeno espaço, uma corda firme e tênis de boa qualidade e com amortecimento capaz de deve absorver o impacto causado pelos saltos em sequência. São os únicos instrumentos necessários para a prática.

Inicie com séries de 5 a 10 minutos por dia, pelo menos duas vezes por semana para que os resultados possam ser eficientes. “Caso sinta cansaço, pare um pouco, respire. Verifique sua frequência cardíaca – se estiver alta, dê um tempo e só depois reinicie”, ensina o professor da Academia Needs.

“Pule dois minutos, descanse um. Repita de três a quatro a quatro vezes”, finaliza o especialista. Com a evolução, você pode chegar a pular três vezes por semana, em séries de 20 a 30 minutos.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Alimentos para diferentes fases da vida: o que comer aos 20, 30, 40 e 50 anos

AOS 20 ANOS

Fonte: Google Imagens
Nessa fase, temos muita energia para gastar em esportes, festas e no trabalho. Por isso, devemos privilegiar os alimentos ricos em energia (cereais são um bom exemplo), cálcio e ferro (pense em iogurtes). É hora também de fazer uma boa reserva de cálcio e ferro, para garantir ossos fortes no futuro. Consuma ainda bastante ferro, presente na carne vermelha magra, responsável por fornecer vitalidade e reduzir riscos de anemia.


AOS 30 ANOS

Com a chegada dos 30 vem a dedicação total à carreira e também a maternidade. Para controlar a ansiedade, invista nas fibras presentes em alimentos integrais, que trazem a sensação de saciedade. Para quem estiver pensando em ser mãe, consumir ácido fólico (presente no feijão, espinafre, brócolis, aspargos, grãos e cereias) é a grande dica. Ele faz parte do sistema neurológico do bebê nos primeiros dias de formação.


AOS 40 ANOS

A partir daqui, o corpo já perde 1% da massa muscular a cada ano. Resultado: você passa a gastar menos energia e a estocar mais facilmente as calorias. A saída é comer 10% menos do que estava acostumada e intensificar os exercícios, especialmente os de força. Se estiver acima do peso, redobre os cuidados, pois daqui para frente fica mais fácil engordar. Reduza ao máximo as frituras, as gorduras de origem animal e açúcar simples (refrigerante, doce, bebida alcoólica). Invista em:

 *Proteínas de boa qualidade, como peixes magros, atum light, peito de frango, carne de peru e soja, acompanhadas por carboidratos saudáveis (integrais). Essa combinação aliada à prática de atividade física irá minimizar a perda de massa muscular.

*Alimentos de baixo índice glicêmico, como os integrais, com casca, e com pouco açúcar na fórmula. Eles ajudam a reduzir a gordurinha abdominal que começa a dar sinais de persistência.


AOS 50 ANOS

O foco deve estar mais na saúde, já que o peso provavelmente estará estável. Por isso, a dica é apostar nos alimentos campeões em benefícios para a saúde. Linhaça, azeite, salmão e atum são fonte de gorduras boas para a saúde do coração. Fibras não só ajudam no funcionamento intestinal como também podem reduzir o colesterol (que geralmente sobe nessa faixa etária). Alimentos com fitoesteróis, como a margarina e o iogurte, podem reduzir de forma ainda mais eficaz o colesterol.

Controlar o sal é uma forma de prevenir o aumento da pressão – outro fator de risco tão importante quanto o colesterol para doenças cardiovasculares.  Outro ponto de atenção são as vitaminas e minerais antioxidantes. Vale apostar nas cores para proteger as células da formação de radicais livres: uva, açaí, frutas vermelhas, berinjela, brócolis, mamão, manga, abacate.

Há alguns pontos que merecem atenção em todas as fases da vida: a boa qualidade do sono, o bom gerenciamento do estresse e uma atitude positiva no seu dia a dia!

Alimentação saudável é essencial para evitar problemas gastrointestinais

Fonte: Google Imagens

A difícil digestão, muitas vezes, acontece devido às escolhas erradas dos alimentos. Nesse domingo (29), foi o Dia Mundial da Saúde Digestiva. A data representa para quem sofre de problemas relacionados à má digestão, um alerta sobre o consumo de alimentos que podem atrapalhar o trânsito intestinal e trazer consequências que vão além do desconforto dos inchaços abdominais. A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) dá dicas de como facilitar o funcionamento do intestino para que ele execute corretamente suas funções e melhore sua qualidade de vida.

As razões do mau funcionamento digestivo podem ser divididas em quatro grupos: alimentos que você ingere, a maneira como você os consome, a quantidade de líquidos ingerida durante as refeições e doenças associadas ao aparelho digestivo.

Segundo a nutricionista do Núcleo de Alimentação e Nutrição da SES-MG, Joyce de Lima, durante as refeições, é bom não exagerar na quantidade de líquidos. Pois eles fazem com que o estômago inche. Isso acontece mais notoriamente quando os líquidos escolhidos são gasosos. “Pense que seu estômago tem que suportar o peso do prato mais a quantidade de líquido. Os excessos distendem o órgão, causando o desconforto. Além disso, os líquidos diluem as enzimas participantes do processo digestivo”. Porém a nutricionista alerta que a ingestão de água durante todo o dia é fundamental para o bom funcionamento do organismo. “A água desempenha um papel essencial em quase todas as funções do corpo humano. É utilizada para a digestão, para a absorção e para o transporte de nutrientes; serve de meio para uma série de processos químicos; assume o papel de solvente para os resíduos do corpo e também os dilui para reduzir sua toxicidade, ajudando no processo de excreção do corpo”, afirma. 

Ao falar dos maus hábitos que levam à digestão conturbada, é fundamental lembrar sobre a importância de mastigar bem os alimentos. A digestão começa na mastigação, já que algumas enzimas atuam ainda na boca. Para Joyce, “pular essa parte é um empecilho para uma quebra satisfatória dos alimentos sendo importante também comer devagar, evitando assim que a pessoa engula muito ar. Assim como os líquidos, o ar faz com que o estômago inche”. Em relação aos alimentos que são digeridos mais lentamente, a nutricionista assegura que as gorduras são os nutrientes com maior dificuldade de digestão. De maneira geral, alimentos ricos em carboidratos, como arroz, massas, pães, frutas e legumes, são digeridos mais facilmente. Em seguida, estão as proteínas, encontradas nas carnes, leite e leguminosas. Óleos, creme de leite e manteiga são exemplos de alimentos gordurosos e de difícil digestão. Além de evitar as frituras, as carnes gordas também devem ser restringidas das refeições de quem quer passar longe da má digestão.

Alimentação recomendada

Uma dieta rica em alimentos crus favorece a digestão por conter maior quantidade de fibras e nutrientes. Quando os alimentos passam pelos processos de cocção, muitas vezes perdem algumas características nutricionais. Além disso, ingerir alimentos crus promove a salivação adequada e a produção de sucos gástricos próprios para a digestão, o que não ocorre com os alimentos cozidos.

Porém, a nutricionista dá dicas de como o alimento deve ser preparado para o consumo. “É importante lembrar que para se ingerir um alimento sem cozinhá-lo é necessário higienizá-lo adequadamente, evitando assim problemas com micro-organismos. Para isso mergulhe por dez minutos frutas e vegetais em solução clorada específica para alimentos na quantidade de uma colher de sopa para um litro de água”. Outra dica da nutricionista é em relação ao consumo de frutas com o bagaço. “Quando coamos sucos, batemos alimentos no liquidificador e retiramos os bagaços e as cascas dos alimentos, reduzimos a quantidade de fibras deles. As fibras são importantes porque aumentam o bolo alimentar, fazendo com que este passe mais rápido pelo intestino, evitando problemas de infecções, desconfortos abdominais e diminuindo também a absorção de gordura pelo organismo, evitando assim problemas relacionados. Vale lembrar que para isso acontecer, além das fibras é necessário um adequado consumo de água no dia”. O mesmo acontece com os alimentos integrais, já que eles possuem maior teor de fibras quando comparados com os alimentos já processados.

Benefícios

Os alimentos têm a capacidade de prejudicar ou beneficiar o funcionamento intestinal. Quando a alimentação é saudável, várias doenças podem ser evitadas, como o câncer de intestino, cólon, dentre outras. O bom funcionamento do intestino também é base fundamental para manutenção e/ou perda de peso. Joyce cita alguns exemplos de alimentos que também trazem benefícios para o organismo. “Podemos citar os alimentos prebióticos e probióticos. Os probióticos são micro-organismos vivos, administrados em quantidades adequadas, que conferem benefícios à saúde estimulando a multiplicação de bactérias benéficas, em detrimento à proliferação de bactérias potencialmente prejudiciais. Estes organismos são adicionados aos alimentos, como os leites fermentados, por exemplo. As bactérias mais conhecidas que exercem essa função são as Bifidobacterium e Lactobacillus, em especial Lactobacillus acidophillus. Já os prebióticos são componentes alimentares não digeríveis que afetam beneficamente o hospedeiro, por estimularem seletivamente a proliferação ou atividade de populações de bactérias desejáveis no cólon, por exemplo, as fibras alimentares encontradas em certos alimentos como: tomate, banana, cevada, aveia, trigo, cebola, aspargos e alcachofra”.

A nutricionista da SES-MG ainda alerta para a importância de associar a ingestão de alimentos saudáveis com outros fatores. “Uma vida saudável está relacionada não somente com os alimentos que são ingeridos, mas também com o estilo de vida, a hereditariedade, influência do meio ambiente e atividade física. Assim, é fundamental perceber que uma boa saúde não depende somente de alimentos, e sim de vários fatores que juntos proporcionam uma vida saudável”.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Alimentos com índice glicêmico atrapalham dieta

Fonte: Google Imagens

A regra é básica. Se deseja emagrecer evite alimentos com alto IG (índice glicêmico). De quebra você também estabiliza os níveis de açúcar no sangue. O IG pode ser encontrado em alimentos como o açúcar e o arroz branco, na farinha de trigo refinada, na batata, mandioca (aimpim), beterraba, abóbora, pipoca e frutas muito doces com uva, manga, uva-passa. 

Se não conseguir cortar esses alimentos, experimente reduzi-los de sua dieta. Agindo assim será possível eliminar até 2 quilos por semana. E ainda diminuir a fome e evitar o diabetes. É que esses alimentos, se consumidos em demasia, se transformam rapidamente em açúcar no sangue, fazendo com que o hormônio que processa a glicose, a insulina, seja lançado por todo o organismo numa grande quantidade.

Quando não consegue resistir ao açúcar, deve procurar combiná-los com outros nutrientes que ajudam a reduzir a velocidade com que a glicose chega ao sangue. Troque o pão branco pelo pão integral, a carne vermelha pela branca ou pela carne magra (sem gordura), as frutas muito doces por castanhas.

Fonte: DGABC

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Milho: coma até a espiga

Fonte: Google Imagens
A temperatura vai caindo, mês de maio chegando ao fim e logo muitos balões coloridos vão subir pelos ares. Quem gosta das animadas festas juninas já pode se preparar. O mês é de quadrilha e de muita brincadeira. E mais: de pipoca estourando, milho cozido, bolo de fubá, enfim, receitas que nunca podem faltar. Pudera, é época de milho! Dá até para sentir o cheirinho no ar. 


O milho é um ingrediente originário das Américas, usado no Brasil pelos índios muito antes de Cabral aportar por aqui. Nossos povos nativos já faziam pamonhas e mingaus com ele. Mas quem incrementou as receitas com leite e começou a preparar bolos foram as portuguesas. 

O livro Açúcar, de Gilberto Freyre, revela as receitas doces das tradicionais famílias nordestinas da região da Zona da Mata, lugar em que se produzia a cana-de-açúcar. Ele mostra que desde a época dos senhores de engenho se faz bolos de fubá, que nada mais é do que o grão de milho triturado bem fino.

Os quitutes ficaram ainda mais populares com as investidas dos bandeirantes Brasil adentro, que chegou ao interior de São Paulo, Minas Gerais e Goiás, no século XVII. Como o milho era fácil de cultivar, eles plantavam roças durante o caminho para garantir a sobrevivência, e os grãos amarelinhos ganharam espaço no Sudeste. Por esse motivo, o historiador Sérgio Buarque de Holanda costumava chamar a região de “uma civilização do milho”.

Fonte: IG

Essa dica é só para dar o 'gostinho'. Não esqueça, coma com moderação. Bom arraiá!

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Alimentação em família - Estudo

Fonte: Google Imagens
Uma pesquisa britânica publicada na última edição da Revista Europeia de Economia Agrícola e divulgada pelo New York Times chegou a uma conclusão surpreendente sobre alimentação entre casais. Por incrível que pareça os casais sem filhos se alimentam melhor do que aqueles que tem crianças em casa.

De acordo com a pesquisa, famílias com renda mais alta comem mais carne, frutas e vegetais do que as que possuem renda menor. Só que, famílias com crianças consomem menos carne, mas em compensação, comem mais laticínios, cereais e batatas. Casais sem crianças chegam a consumir cerca de dois quilos a mais de frutas e vegetais por pessoa em um período de duas semanas, ao contrário dos casais que possuem filhos pequenos. Casais com crianças consomem mais gordura e açúcar, o que torna a dieta menos saudável.

A pesquisa acabou ficando como um alerta interessante aos pais sobre a alimentação pouco saudável dos filhos, o que acaba deixando igualmente mais pobre de nutrientes a dieta alimentar deles próprios.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Alimentação Balanceada - Dicas e Sugestões:

alimentação balanceada 31 300x256 Alimentação Balanceada Dicas, SugestõesMuitas pessoas se alimentam muito mal durante o dia e não se dão por conta de que estão acabando com a sua saúde e até adquirindo alguns quilinhos a mais. As comidas prontas como Fast Food e outros alimentos industrializados como os salgadinhos de pacote, refrigerantes, bolachas recheadas e muitos outros alimentos podem até ser gostosos e encher a barriga, mas a principal função que é nutrir o corpo de vitaminas isso não acontece.

As doenças mais comuns entre as crianças é a anemia causada pela má alimentação e estudos recentes apontam também o colesterol como grande causador de distúrbios nas crianças que elas adquirem através de uma má alimentação. Os adultos também não escapam dessas doenças, mas com outras mais serias agregadas que são as doenças cardíacas adquiridas com o passar dos anos através da ingestão de alimentos gordurosos e a falta de atividades físicas, digamos que uma rotina totalmente errada, o que contribui para que as doenças acabem desencadeando.

Como obter uma dieta balanceada?

A refeição deve ser dividida em três refeições principais que são: café da manhã, almoço e jantar e três lanches intermediários, pois assim o organismo queima calorias sem qualquer desgaste físico. Isso mesmo se nos alimentarmos mais vezes e em menor proporção a nossa capacidade de emagrecer se intensifica, pois o organismo não precisa reservar energias como acontece quando não nos alimentamos para emagrecer. Pois se nos alimentarmos da maneira correta o nosso organismo reage de forma mais complexa, pois aumenta o trabalho intestinal e o gasto de energia para a digestão dos alimentos.

Você sabia?

Você sabia que se ingerir pequenas quantidades de alimentos varias vezes ao dia faz com que seu estômago dilatado volte ao normal?

Veja algumas dicas de alimentação balanceada:

- Comece sua refeição com saladas cruas, pois elas tem fibras e tira a sensação de fome fazendo com que você coma menos;

- Evite refrigerantes durante as refeições, pois eles dilatam o estomago;

- Beba água entre as refeições por que ela ajuda a limpar o seu organismo e a manter suas funções normais;

- Diminua o consumo de doces e passe a consumir mais fibras, pois o açúcar é muito calórico enquanto que as fibras ajudam no funcionamento do intestino e saciam a fome;

- Substitua os queijos amarelos por queijos magros como: ricota, queijo branco e cottage;

- Como carnes magras como peixes e aves, de preferência sem pele, e, se for assar, procure fazer com bem pouquinho óleo, garanta que a sua alimentação seja mais saudável;

- Diminua também o consumo de pães e massas, coma mais fibra como o pão integral e o pão preto.

Curiosidades:

Não faça exercícios de estomago cheio, pois a energia para fazer a digestão vai ser desviada para as atividades e você pode passar mal;

Não coma alimentos pesados antes de dormir, pois eles demoram mais para fazer a digestão e a noite esse processo é mais lento;

Mastigue trinta vezes cada garfada, pois isso vai fazer você comer bem menos, e você vai se sentir saciado em seguida;

Procure fazer as refeições em ambientes calmos e tranqüilos para a melhor digestão dos alimentos.

Para concluir:

A nossa saúde depende única e exclusivamente do que ingerimos, por isso ter uma alimentação saudável é sinônimo de longevidade com saúde, não deixe a rotina cotidiana interferir na sua alimentação. Tire alguns minutos para que você possa cuidar da sua saúde e se alimentar conscientemente. Deixe de lado os Fast Food e coma mais saladas e carnes grelhadas e tome sucos naturais, abra mão dos lanches rápidos e troque por um buffet onde você tem mais opções de alimentos. Pense nisso!

terça-feira, 24 de maio de 2011

Abacate pode estar nas dietas de emagrecimento

Fonte: Google Imagens
Durante anos essa deliciosa fruta teve fama de vilã. Gostosa sim, mas engorda. Recentes pesquisas, no entanto, estão demonstrando que o abacate reduz em 40 % o ICM (índice de massa corporal) e pode sim, estar presente nas dietas de emagrecimento.

Quem tirou do abacate a fama de vilão foi o ácido oleico, a mesma gordura boa presente no azeite de oliva. O ácido oléico, que se encontra na polpa do abacate, aumenta a sensação de saciedade e baixa o índice glicêmico da refeição, o que resulta em menos gordura no corpo. Se for consumido na hora de dormir, intensifica a ação do GH (hormônio do crescimento), que tem o pico de produção à noite. Em adultos, o GH ajuda a formar músculos e faz o organismo ajudar a gordura estocada como fonte de energia.

Para conseguir esse efeito é preciso consumir 2 colheres de sopa (no máximo três) da fruta pura, sem açúcar ou adoçante, antes de ir para a cama.

Rico em vitaminas A e E e beta-sitosterol, ele também é bom para a pele, pois ajuda a combater acne, ruga e celulite. As substâncias anti-inflamatórias presentes na fruta ainda reduzem o risco de desgaste na cartilagem (tecido que protege as articulações), segundo uma pesquisa publicada na revista científica Osteoarthritis and Cartilage.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Como melhorar o sistema imunológico pela alimentação

Fonte: Google Imagens

Alguns nutrientes específicos podem melhorar o sistema imunológico, que proteje o corpo contra infecções e doenças. Alimentos que possuem gorduras “boas”, alguns ácidos graxos insaturados podem melhorar a resposta imunológica quando associado a uma alimentação balanceada.

Alimentação

O Ômega 3 e 6 regula algumas células imunológicas. Esses nutrientes estão em alimentos como castanha de caju, castanha do Pará, nozes e peixes.

Vegetais e frutas de cores amarela, laranja e vermelha possuem carotenóides, que ativam o sistema imunológico e melhoram a defesa do organismo.

Óleos vegetais como óleo de milho, soja e azeite possuem vitamina E, que além de oxidante melhoram a resposta imunológica.

Frutas ácidas como laranja, limão, abacaxi e mexerica são fontes de vitamina C, que têm efeitos benéficos em infecções respiratórias e gripes.

Os probióticos, que são bactérias benéficas encontradas no iogurte e leite fermentado, reforçam o sistema imune.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

A alimentação e as estações do ano

A temperatura ambiente ideal para o ser humano está entre os 18 e os 22ºC. Durante o Inverno, com a queda das temperaturas climáticas, nosso organismo faz um esforço maior para manter os 36ºC de temperatura corporal. Esse processo exige um gasto de energia (calorias) maior, calorias estas que são recebidas através da alimentação. 


Para compensar essa perda o nosso organismo tem necessidade de ingerir alimentos em maior quantidade e com mais calorias. Quando chega o Verão, ocorre justamente o contrário. Com a elevação da temperatura não precisamos ingerir tantas calorias. É por isso que saladas e frutas são as opções mais adequadas de alimentação nessa época do ano. 

As saladas são ideais para o calor por serem refrescantes, saudáveis e de fácil digestão, o que evita o mal estar após as refeições em dias muito quentes. 

As frutas podem também ser consumidas em forma de sucos, que por possuírem muitos nutrientes, suprem as necessidades orgânicas de quem não tem tempo de se alimentar com calma durante as férias. 

Fonte: DGABC

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Limão: como consumir?

Fonte: Google Imagens

O consumo de frutas é de extrema importância para o fornecimento de vitaminas e minerais para nosso organismo, dentre outros nutrientes. As frutas cítricas, assim como o limão destacam-se pela grande quantidade de vitamica C, a qual está relacionada à diversos benefícios ao organismo, como sua contribuição para o sistema imunológico.

O consumo de alimentos fontes de vitamina C deve ser diário, para garantir seus benefícios, porém alguns cuidados devem ser tomados, como evidencia estudo recente, o qual aborda o fato de que o crescente consumo de bebidas açúcaradas e com pH ácido tem sido considerado um fator de risco para o desenvolvimento de lesões nas superfícies dentais. De acordo com os resultados, as bebidas gaseificadas de pH ácido, como refrigerantes à base de limão, apresentaram potencialmente erosivas.

Outro estudo afirma que a erosão é a perda superficial do esmalte, sendo este causado por processos químicos que envolvem fatores extrínsecos como o alto consumo de bebidas que possuem pH muito baixo. De acordo com os resultados, o tempo de exposição do esmalte as bebidas, aumentou os valores da rugosidade das superfícies dos dentes.

De acordo com os resultados dos estudos, deve-se haver atenção em relação à escolha das bebidas com pH ácido a serem consumidas, sendo que as açúcaradas e gaseificadas prejudicaram o esmalte dos dentes. Deste modo, a opção pelo suco natural de limão é uma boa opção, por fornecer todos os benefícios nutricionais da fruta, sem causar tantos danos aos dentes, como bebidas derivadas do suco.

Fontes:
Nóbrega, Diego Figueiredo; Valença, Ana Maria Gondim; Santiago, Bianca Marques; Claudino, Lígia Vieira; Vieira, Thiago Isidro; Lira, Arthur Marinho. Propriedades físico-químicas da dieta líquida gaseifcada: um estudo in vitro. Rev. odontol. UNESP; 39(2)abr. 2010.
Zanet, Caio Gorgulho; Araújo, Rodrigo Máximo de; Araújo, Maria Amélia Máximo; Valera, Márcia Carneiro; Pucci, César Rogério. Refrescos ácidos: dissolução do esmalte/ Acid fizzy drink: dissolution of enamel. Odonto (Säo Bernardo do Campo); 18(35): 14-23, jan.-jun. 2010.
Saúde Pública - 13/mai/2011

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Estudo do HCor aponta doenças mais frequentes nos fumantes

Pressão alta e colesterol destacam-se como principais problemas apresentados pelos pacientes internados

Fonte: Google Imagens
O Serviço de Psicologia do HCor – Hospital do Coração realizou um levantamento inédito e identificou algumas doenças mais frequentes nos pacientes internados que são fumantes. Durante a pesquisa foram avaliados 89 pacientes internados e o resultado apontou que a maioria desses pacientes apresentam fatores de riscos cardíacos como pressão alta (51%), colesterol alto (44%), infarto e derrame (33%) e diabetes (8%).


Dentro deste contexto, 30% são do sexo feminino e 70% do sexo masculino, sendo que 80% dos pacientes participantes não manifestaram interesse em realizar o tratamento para abandonar a dependência do cigarro. Em jovens adultos de ambos os sexos, o cigarro é fator de risco para o coração.

O levantamento revelou ainda que a maioria dos fumantes entrevistados possuem idade entre: 46 a 56 anos (32%), 57 a 67 anos (27%) e 68 a 78 anos ( 22%). Dos entrevistados, 43% fumam de 11 a 20 cigarros por dia e a média do tempo dos fumantes entrevistados é de 36 anos. O risco relativo do cigarro aumenta conforme o número de anos que o paciente fuma. Acima de 60 anos, o risco de infarto agudo do miocárdio é de 25% e abaixo desta idade o risco é de 45%. O paciente infartado que volta a fumar tem um alto índice de recidiva.

Segundo Silvia Cury Ismael, responsável pelo Serviço de Psicologia do HCor, durante o levantamento foi detectado que o fumante não pode ser tratado apenas com medicação.

— Conseguimos verificar que o apoio psicológico é fundamental ao paciente fumante. Um doa achados nos mostra que 39% dos entrevistados possuem um nível baixo de dependência da nicotina o que sugere por estudos anteriores, uma dependência psicológica maior - isto mostra que o fumante não pode ser apenas tratado do ponto de vista físico, mas também do psicológico — esclarece Silvia.


O tabagismo é um dos seis maiores fatores de risco isolados para o coração. Os outros cinco são colesterol alto, hipertensão, sedentarismo, obesidade e diabetes. Mesmo na ausência dos outros fatores, fumar aumenta o risco de doenças do coração. Por si só, o fumo aumenta a pressão arterial e a tendência de formação de coágulos sanguíneos, além de diminuir os níveis de colesterol “bom” (HDL) no sangue e a capacidade para realizar exercícios. Em pessoas que foram submetidas à cirurgia do coração, a dependência do cigarro aumenta a chance de recorrência da doença coronariana.


Doenças mais frequentes nos pacientes entrevistados:

:: Pressão alta

:: Colesterol alto

:: Falta de ar

:: Infarto

:: Chiado no peito

:: Rouquidão.



Aspectos emocionais que motivam o paciente a fumar:


:: Estimulação externa

:: Entusiasmo

:: Dificuldade de ficar sem fumar em locais proibidos

:: Ter dó de si mesmo

:: Insatisfação no trabalho

:: Insatisfação em relação à vida sexual


Mudança de comportamento

Para se livrar da dependência, o fumante que já caiu nas garras do cigarro não deve recorrer apenas a um tipo de tratamento. Segundo Silvia Cury, a dependência química é apenas um dos fatores que desestimulam o paciente e o fazem parar.

— Estresse e ansiedade também atrapalham. Se o paciente não aprender a lidar com as situações de estresse e ansiedade, provavelmente a recaída será maior. Existem ainda os gatilhos, como fumar após as refeições, após o café, ao dirigir, ao telefone, no computador, durante as atividades intelectuais. Por isso, é fundamental que o paciente modifique a sua rotina e conte com um acompanhamento multidisciplinar para resistir às recaídas. É preciso que ele tome as rédeas da situação e se sinta seguro de sua decisão — conclui a psicóloga.

O tratamento de doenças causadas pelo tabagismo custa mais de 200 bilhões de dólares para os cofres públicos em todo o mundo. No Brasil, se gasta 338 milhões de reais somente para tratar câncer de pulmão. Só no Brasil o tabaco faz anualmente 200 mil vítimas. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o fumo é o causador principal de mais de 50 tipos de doenças, entre elas, os problemas cardiovasculares, respiratórios e o câncer.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Saúde das unhas é indicador de boa alimentação

Fonte: Google Imagens

Além de serem um cartão de visita e um indicador de higiene pessoal adequada, o que pressupõe bem estar físico, as unhas podem ser o termômetro que indica um problema de saúde. 


As unhas são formadas por uma proteína chamada queratina, que também é encontrada nos cabelos e na pele. Quando há falta de cálcio no organismo, principalmente aliada a má alimentação, essa proteína não se desenvolve adequadamente, tornando-as fracas e quebradiças. Unhas sem cor, por exemplo, podem ser um indício de anemia. Quando amareladas podem ser sinal de diabetes. Doenças renais podem apresentar como um simples sintoma unhas com uma metade branca e outra avermelhada.

Desta forma, não só pela boa aparência é importante ficar atento à qualidade das unhas. Manter uma dieta equilibrada pode ajudar na identificação e correção de problemas de saúde refletidos nas unhas.

Alimentação

Uma alimentação saudável é fundamental para se ter unhas bonitas e fortes. Uma dieta rica em proteínas e cálcio, obtidos através de carne, peixe, ovos, leite e derivados, é muito importante. 

A carência de cálcio, zinco e magnésio também torna as unhas frágeis ou esbranquiçadas. Sementes de abóbora e girassol (sem casca) e brócolis, couve-de-bruxelas, lentilha, repolho, carnes magras, feijões, cereais integrais são boas fontes desses minerais e fortalecem as unhas. O ferro, que também é importante pode ser encontrado no peixe, na galinha, no fígado de boi, em mariscos, costela de porco e cordeiro. Vegetais e cereais como feijões secos, pão integral e frutas secas, também são boas fontes.

As vitaminas do complexo B, C e E são excelentes para ter unhas sadias. O ideal é ter uma alimentação rica em vitaminas do complexo B, encontradas em batatas, pimentas, bananas, lentilhas, óleo de fígado e atum; em vitamina C, localizadas em frutas e vegetais como: acerola, laranja, kiwi, pimenta malagueta, pimentão e brócolis; e vitamina E, comum em sementes como nozes, amendoim e sementes de girassol.

Rotina de cuidados 

Manter unhas sempre limpas e secas evita o aparecimento de fungos e bactérias. Manter as cutículas sem cortes por algum tempo protege as unhas contra infecções e micoses.

Ter o próprio material para corte e limpeza das unhas é recomendado. No caso de recorrer a uma manicure, é importante certificar-se de que os equipamentos foram devidamente higienizados. Esse cuidado simples evita doenças como a hepatite C.

Na execução de tarefas é indicada a proteção das mãos. Para trabalhos secos, use luvas de algodão. Para trabalhos com água, prefira as luvas de borracha.

De vez em quando, também é muito bom deixar as unhas “respirarem” um pouco. O excesso de esmalte pode trazer problemas. O melhor é retirá-lo um dia antes de fazê-las. 

Também evite roer unhas. Além de ser um péssimo hábito, facilita o aparecimento de fungos.

Fonte: Saúde Plena

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Aproveitamento integral de alimentos: saúde e economia

Fonte: Google
Os ingredientes para uma nutrição sadia podem estar no que às vezes fica fora do prato. Folhas, cascas, entrecascas, talos e sementes de frutas e hortaliças, além de serem baratas e de fácil acesso, aumentam a disponibilidade de nutrientes na dieta e evitam o desperdício. Uma família que desperdiça 350g de alimentos por dia acaba jogando fora mais de 10kg de comida por mês – o suficiente para fornecer uma refeição para 30 pessoas.

A nutricionista Eloísa Pinheiro, extensionista da Epagri/Escritório Municipal de Laurentino, explica que essas partes dos alimentos são ricas em fibras, cujo consumo está relacionado à menor incidência de doenças cardiovasculares, câncer de cólon, diabetes e distúrbios gastrointestinais. Por serem pobres em calorias e provocarem sensação de saciedade, as fibras ainda ajudam no controle de peso.


Um estudo realizado pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) em parceria com o Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi/SP) prova que vale a pena experimentar cascas, talos e ramas. Os resultados apontam que 100g de folhas de couve-flor têm quatro vezes mais vitamina C que o mesmo volume de polpa de laranja. Na casca da laranja também foram detectados cálcio e fósforo em maior quantidade do que na polpa e a casca da banana apresentou o dobro de potássio da polpa. Na rama da cenoura, as análises identificaram 25mg de ferro a cada 100g. "Essa é a quantidade de ferro necessária para a suplementação diária de homens e mulheres", explica Eloísa.


Antes de consumir

Os alimentos para aproveitamento integral devem ser orgânicos ou cultivados em hortas e pomares domésticos, sem agrotóxicos. "Cascas e talos, principalmente, estão mais expostos aos agentes químicos", explica a nutricionista. Além disso, devem ser bem lavados. Outra dica é consumir frutas e hortaliças cruas, para evitar a perda de vitaminas. "Evite cozinhá-las por muito tempo e, de preferência, prepare-as no vapor. Se cozinhar em água, aproveite-a em sopas, molhos e no arroz", aconselha Eloísa.

Para incluir esses alimentos no cardápio, basta usar a criatividade. Folhas, talos e cascas de hortaliças podem incrementar saladas, sopas, refogados, farofas, bolinhos, molhos, massas e feijão. Cascas e entrecascas de frutas podem ser usadas em sucos, chás, bolos, doces, geleias, cristalizados e compotas. As sementes são ingredientes para bolos, petiscos salgados e doces.


Não jogue fora
* Folhas de: cenoura, beterraba, couve-flor e brócolis.
* Talos de: couve, couve-flor, brócolis, beterraba e espinafre.
* Cascas de: batata-inglesa, banana, tangerina, laranja, mamão, pepino, melão, maçã, abacaxi, berinjela, beterraba, maracujá, goiaba, manga e abóbora.
* Entrecascas de: melancia e maracujá.
* Sementes de: abóbora e melão.

Fonte: ADJorisc

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