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sexta-feira, 20 de junho de 2014

Cápsulas, líquidos ou em pó: detox para todos os gostos

Saiba qual o melhor tipo de produto para se desintoxicar e ganhar mais saúde

BEATRIZ SALOMÃO
Rio - Você está sempre com pressa e, na hora de comer, alimentos industrializados são sempre a pedida para a sua falta de tempo? Chega o fim de semana e nada parece mais apropriado do que chope e tira-gosto? Não é raro você pensar como seria bom poder ‘desintoxicar’ o organismo. Hoje, uma lista de produtos promete isso. E de forma rápida, sob medida para sua falta de tempo. Mas especialistas alertam: é preciso cuidado na escolha.
A modelo Larissa Lazaretti, 23 anos, recorre ao detox instantâneo nos dias em que exagera na alimentação. “Já li sobre isso na internet
Foto:  Márcio Mercante / Agência O Dia
São os chamados Detox: em cápsulas, líquido, pó, em caixinha... Todos têm a mesma função, segundo a nutricionista da rede Mundo Verde, Bruna Murta, que é fornecer antioxidantes ao corpo e ajudar o fígado a eliminar as toxinas. A escolha deve ser feita pelo rótulo.

Por exemplo, a linha Detox instantâneo, da Sanavita, apresenta mais variedades de sabores, porém os sucos são mais calóricos do que os demais (entre 50 e 70 calorias a cada 20g de pó). Na composição, além de frutas e folhas desidratadas, há substâncias como edulcorante (adoçante), corantes e aromatizantes. Uma versão ‘mais natural’ seria o Detox Monstro, da mesma fábrica dos sucos Do Bem.

COLINA: BOA PARA O CÉREBRO

O Detox Mundo Verde em cápsulas e o Smart Detox líquido são menos calóricos, com menos de 10 calorias. Já para quem procura funções além da desintoxicação, uma boa opção é o Detox Clean e Repair, que contém colina, substância presente na gema do ovo que melhora a parte neurológica. 

Apesar das promessas, por ser um produto artificial, especialistas alertam que o uso deve ser recomendado. Gláucia Pastori, doutora em Ciência de Alimentos pela Unicamp, alerta ainda que o uso de detox artificial não pode ser contínuo. É preciso recorrer à natureza para equilibrar o corpo, ou seja, comer frutas e verduras. “A pessoa deve mastigar para estimular o sistema digestivo a funcionar integralmente”, explica, acrescentando que ainda faltam provas científicas dos benefícios dos produtos.

PARA LIMPAR O CORPO

Desintoxicar o corpo é eliminar os ‘excessos’ de gordura, sal, agrotóxicos, derivados do cigarro, álcool, além de produtos industrializados com corantes, aromatizantes e conservantes. Os alimentos antioxidantes servem para ajudar a prevenir males como hipertensão, Alzheimer, câncer e doenças cardiovasculares.

O fígado é o órgão responsável por essa limpeza e, com uma alimentação equilibrada, não são necessários suplementos artificiais. Os ‘alimentos detox’ são couve, frutas vermelhas, abóbora, beterraba, brócolis, chá verde, linhaça, tomate e cenoura. Os sucos devem ser batidos com água.
O que fazer após ‘meter o pé na jaca’? Por exemplo, se o excesso foi em uma churrascaria, com comidas repletas de sal, a dica é ingerir suco de melancia, de abacaxi ou pepino. Os alimentos melhoram o trabalho dos rins e ajudam na hora de retirar o sal do organismo. Se o excesso foi em gordura ou condimentos, deve-se comer saladas de brócolis e couve crua, que ajudam o fígado a processar as substâncias prejudiciais.

Sucos detox (artificial e natural) devem ser ingeridos em jejum, pela manhã. Isso porque nesse período a digestão e absorção dos componentes pelo organismo são mais rápidos. Outra dica é tomar um copo de água puro, após o suco, porque isso ajuda no metabolismo das fibras. Linhaça e aveia são boas para ajudar a eliminar gordura.

Receita: 3 unidades de couve-manteiga; metade de uma maçã verde; 1 talo de salsão; 1 rodela de 2 centímetros de abacaxi; 1 xícara de água. Preparo: corte o abacaxi, a maçã e o salsão em três partes e envolva cada uma das partes em uma folha de couve. Coloque todos os ingredientes na centrífuga e misture com a água. Outra opção é bater tudo no liquidificador.


Fonte: http://odia.ig.com.br/

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Descubra para que serve e onde encontrar cada tipo de vitamina


Descubra para que serve e onde encontrar cada tipo de vitamina Divulgaçã/Divulgação
Alimentação pouco variada provoca doenças derivadas da avitaminose

As vitaminas promovem diversos benefícios para o corpo, além de manter o funcionamento do organismo em ordem. Segundo o nutrólogo André Veinert, elas também pertencem a um grupo de nutrientes orgânicos que promovem o bem-estar físico e mental. Por isso devem ser ingeridas diariamente em porções adequadas.
— A quantidade a ser ingerida pode variar conforme idade, sexo, estado de saúde e atividade física da pessoa. As doses de vitaminas devem ser aumentadas e reforçadas em gestantes, lactantes e pessoas com saúde debilitada— explica o especialista.
As vitaminas são classificadas de acordo com as substâncias que as dissolvem. As vitaminas A,D,K, E são lipossolúveis, ou seja, solúveis em gordura. Se ingeridas em excesso, podem prejudicar o organismo. Já a vitamina C e as do complexo B (1, 2, 3, 5, 6, 8 e 9) são hidrossolúveis (solúveis em água). Elas são excretadas pelos rins e podem ser consumidas diariamente.
O nutrólogo alerta para a carência de vitaminas no organismo, que pode causar avitaminose e outras doenças.
— A ausência pode ser causada por uma alimentação pouco variada. Quem não consome frutas ou verduras pode desenvolver algumas doenças como consequência da avitaminose— afirma.
Mas lembre-se que o consumo abusivo também se torna um perigo à saúde. Procure a orientação de especialistas, mantenha hábitos saudáveis e faça exercícios físicos, assim você manterá todo o seu organismo e sua mente funcionando em perfeita sintonia.
Conheça as principais vitaminas e suas funções mais importantes:
Vitamina A
Possui um papel muito importante na visão, no crescimento, desenvolvimento e manutenção da pele. Onde encontrar: alimentos de origem animal, vegetais folhosos verde-escuros, frutas amarelo-alaranjadas.
Vitamina D
É fundamental no metabolismo dos ossos, ajudando na prevenção de doenças como raquitismo, osteomalácia e osteoporose. Onde encontrar: óleo de fígado de peixe, manteiga, nata, gema de ovo e salmão.
Vitamina E
Está relacionada à prevenção de condições associadas ao estresse oxidativo, tais como envelhecimento, câncer, doença cardiovascular, entre outras. Onde encontrar: amêndoas, óleo de milho, óleo de soja, gema de ovo, nozes, gérmen de trigo.
Vitamina C
Ajuda a fortalecer o sistema imunológico, auxilia no processo de absorção do ferro pelo organismo, no combate ao stress e age como antibiótico natural. Onde encontrar: abacaxi, morango, limão, laranja, maracujá.
Vitamina K
É importante para uma boa coagulação sanguínea, estando presente na gordura dos alimentos especialmente de origem vegetal. Onde encontrar: alimentos verdes, como vegetais de folhas e legumes como couve, brócolis e salsa.
Vitamina B12
Está associada ao funcionamento de todas as células e também do tecido nervoso. Sua ausência pode provocar alterações neurológicas e o desenvolvimento de anemia megaloblástica. Onde encontrar: fígado e rim, leite, ovo, peixe, queijos e carnes.
Vitamina B1 (Tiamina)
Mantém o sistema nervoso e circulatório em bom funcionamento e auxilia na formação do sangue e no metabolismo de carboidratos. Previne o envelhecimento, melhora a função cerebral, combate a depressão e a fadiga. Onde encontrar: vegetais de folhas (alface romana, espinafre), berinjela, cogumelos, grãos de cereais integrais, feijão, nozes, atum, carne bovina e de aves.
Vitamina B2 (Riboflaviana)
Previne catarata, ajuda na reparação e manutenção da pele e na produção do hormônio adrenalina. Onde encontrar: vegetais, grãos integrais, leite e carnes.
Vitamina B3 (Nicotinamida)
Reduz os triglicerídeos e colesterol e auxilia no funcionamento adequado do sistema nervoso e imunológico. Onde encontrar: levedura, carnes magras de bovinos e de aves, fígado, leite, gema de ovos, cereais integrais, vegetais de folhas (brócolis, espinafre), aspargos, cenoura, batata-doce, frutas secas, tomate, abacate.
Vitamina B5 (Ácido pantotênico)
Auxilia na formação de hemácias e na desintoxicação química. Previne degeneração de cartilagens e ajuda na construção de anticorpos. Onde encontrar: carnes, ovos, leite, grãos integrais e inteiros, amendoim, levedura, vegetais (brócolis), algumas frutas (abacate), ovário de peixes de água fria, geleia real.
Vitamina B6 (Piridoxina)
Reduz o risco de doenças cardíacas, ajuda na manutenção do sistema nervoso central e no sistema imunológico. Além disso, alivia enxaquecas e náuseas. Onde encontrar: cereais integrais, semente de girassol, soja, amendoim, feijão, aves, peixes, frutas (banana, tomate, abacate) e vegetais (espinafre).
Vitamina B7 (Biotina)
Promove o crescimento celular, auxilia na produção de ácidos graxos e redução de açúcar no sangue. A vitamina B7 previne a calvície e também alivia dores musculares. Onde encontrar: carne de aves, fígado, rins, gema de ovo, couve-flor, ervilha.
Vitamina B9 (ácido fólico)
Promove a saúde dos cabelos e da pele. A vitamina B9 fornece nutrientes para garantir a manutenção dos sistemas imunológico, circulatório e nervoso e ajuda no combate do câncer de mama e de cólon.
Vitamina B12 (Cobalamina)
Age sobre os glóbulos vermelhos, células nervosas, no equilíbrio hormonal e na beleza da pele. Quando o consumo de alimentos ricos em vitamina B12 é pequeno, deve-se tomar um suplemento alimentar para evitar a anemia e outras complicações. Onde encontrar: fígado, rins, carnes, peixes, ovos, leite, queijo.
Fonte: ClicRBS

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Peito de peru pode ser inimigo da dieta. Saiba o motivo:



Um lanche com peito de peru nem sempre é a melhor ideia.
Um lanche com peito de peru nem sempre é a melhor ideia. Foto: atm2003/ Fotolia
Existe o mito que o peito de peru é um alimento saudável por ser de baixa caloria e possuir baixo teor de gorduras. Mas, a verdade é que ele possui muitos pontos negativos, como o excesso de sódio.

Pão integral, peito de peru, queijo branco e suco de laranja. Este pode parecer o café da manhã ideal para aqueles que buscam a perda de peso através de alimentos nutritivos e de baixa caloria. Seria, não fosse pela grande quantidade calórica contida no suco de laranja e, principalmente, pelo excesso de sódio na composição do peito de peru.

"Em algumas marcas o nível pode superar 1.000mg a cada quatro fatias, ou seja, mais de 1g de sal. A OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda o consumo de 5g/dia de sal", afirma Marco Jafet, da Jafet Nutrição. Muitas pessoas têm dúvida sobre essa relação, então o nutricionista explica: "O sal é composto de sódio (40%) e Cloro (60%), resultando no Cloreto de sódio. Portanto, 5 gramas de sal equivalem a dois de sódio”.
Os embutidos, como são chamados esta categoria de alimentos, levam em sua composição um aditivo chamado Nitrato, que no estômago pode se converter em nitritos. Esses por sua vez se transformam em nitrosaminas, que são os são agentes carcinogênicos, substância que pode causar o câncer, explica Jafet. Outro ponto a ser levado em consideração, é que o elevado consumo de sódio pode causar hipertensão arterial, favorecendo o risco de AVC (acidente vascular cerebral). Além disso, em dietas de perda de peso, o excesso de sal promove retenção hídrica, inchaço e perda da definição muscular.

Os erros mais comuns cometidos por muitos que buscam a perda de peso através da redução de calorias é olhar a tabela nutricional dos alimentos e se preocupar apenas com a quantidade de calorias e totais de gorduras. Atualmente a nutrição visa focar na qualidade dos nutrientes presentes no alimento e não na quantidade de calorias.

É o que explica a nutricionista Fabiana Honda, da PB Nutrição. “O ideal na alimentação é fazer um rodízio entre os alimentos e não consumir a mesma coisa todos os dias. O peito de peru pode ser substituído por ovo, patê de atum ou de frango, rosbife caseiro, homus ou pasta de tofu, por exemplo”, recomenda a profissional, que é Graduada pela USP e especialista em Fisiologia do Exercício pela Unifesp.

Agora que você já leu sobre alguns dos riscos que podem ser causados pelo consumo do peito de peru, já sabe o que consumir nos lanches e cafés da manhã pré e pós treino. Pense além das calorias e procure se atentar também às gorduras e carboidratos e aos demais itens da tabela nutricional.


quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Tamanho da cintura pode indicar risco de desenvolver diabetes

Segundo pesquisa, quanto maior a circunferência, maiores as chances de desenvolver a doença

As chances de desenvolver diabetes crescem à medida
que os valores da circunferência da cintura também aumentam
As chances de desenvolver diabetes crescem à medida que os valores da circunferência da cintura também aumentam. Este foi o resultado de um estudo elaborado pela Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, com o auxílio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), que realizou uma análise comparativa entre as medidas da circunferência da cintura de idosos e a pré-disposição para o desenvolvimento de diabetes.

A pesquisa da nutricionista Luiza Antoniazzi Gomes de Gouveia procurou identificar os valores de circunferência da cintura em idosos, que se associam ao desenvolvimento de doenças e agravos não transmissíveis, segundo sexo e grupo etário.

— Nesse grupo se encaixam as doenças cardíacas, hipertensão arterial e diabetes mellitus — ressalta a pesquisadora.

Durante o projeto, a pesquisadora realizou um estudo longitudinal baseado nos dados do chamado Estudo SABE: Saúde, Bem-estar e Envelhecimento. Esse levantamento foi realizado com idosos residentes no município de São Paulo, nos anos 2000 e 2006, sob coordenação de docentes do Departamento de Epidemiologia da FSP. Ao todo, 2.143 idosos participaram do estudo no ano 2000, dos quais 1.115 foram reentrevistados em 2006.

No período de análise, foram observados os dados dos idosos que, no ano 2000, não apresentaram as doenças referidas no estudo. A partir dos valores de circunferência da cintura obtidos em 2000, estabeleceu-se uma relação com os que passaram a referir essas doenças no ano de 2006 na mesma população.

— A partir dos idosos que não referiram essas doenças (doença cardíaca, hipertensão arterial e diabetes mellitus) no ano de 2000, verificou-se quais os valores de circunferência da cintura que apresentaram a melhor capacidade preditiva do desenvolvimento de doença, no período de seis anos — conta Luiza.

Os resultados das relações revelaram que, com relação à maior capacidade de desenvolvimento de diabetes, os pacientes nessa condição apresentaram valores de circunferência da cintura maior ou igual a 87 cm para mulheres, e maior ou igual a 99 cm para homens, na faixa etária de 60 a 74 anos.

— Esses valores são maiores do que os números usualmente trabalhados na área da saúde, que seriam maior ou igual a 80 cm e menor do que 88 cm, ou maior ou igual a 88 cm, para as mulheres, e maior ou igual a 94 cm e menor do que 102 cm, ou maior ou igual a 102 cm, para os homens, e que foram estabelecidos anteriormente em pesquisa com população adulta — completa.

Risco para outras doenças

Segundo a nutricionista, ainda que os valores de circunferência da cintura identificados na pesquisa sejam capazes de discriminar apenas o risco para diabetes, eles contribuem também para o diagnóstico de outras doenças.

— Isso acontece pois a diabetes mellitus além de doença, constitui fator de risco para outras enfermidades, como hipertensão arterial e aumento da chance de eventos cardiovasculares — afirma Luiza.

Dessa forma, valores de circunferência da cintura, capazes de discriminar a referência da doença, podem ser considerados preditores de enfermidades e agravos não transmissíveis. Luiza ressalta a importância do reconhecimento desses valores como indicativos de risco.

— Essa conclusão permite que intervenções sejam adequadamente direcionadas, constituindo grande benefício para a saúde pública, principalmente em se tratando da possibilidade de prevenção de doenças com elevada prevalência nesse grupo etário — conclui.

AGÊNCIA USP
 

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Torne o hábito de beber água mais divertido

Aumente sua hidratação sem reclamar da falta de gosto ou de cor da bebida saudável

Beber dois litros de água por dia pode ser uma tarefa difícil, até mesmo quando o clima esquenta, no caso de quem não cultiva o hábito. Sucos e refrigerantes acabam ganhando destaque como opções mais atrativa, o que prejudica o metabolismo. "A água elimina as toxinas do organismo, protege o corpo contra doenças e até aumenta a resistência física", diz a nutricionista Myrla Merlo, da clínica Da Matta Fisio, em Belo Horizonte. Pensando em aumentar sua vontade de beber água, seguem algumas dicas para tornar esse hábito mais divertido e saboroso:

Adicione frutas à água

água com suco concentrado - Foto: Getty Images
Que tal acrescentar textura ao seu copo d'água? A nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional, em São Paulo, afirma que você pode acrescentar frutas fatiadas, amassadas ou mesmo cascas à bebida, que ganha o sabor da fruta de maneira bem leve eaté parte das vitaminas. "Pode ser adicionado abacaxi picado, cascas de laranja ou limão, maçã picada, uvas, carambola ou mesmo ervas como capim cidreira, hortelã, canela em pau e cravo", afirma. 

Dê um sabor com suco concentrado

água com gás e morangos - Foto: Getty Images
Para quem reclama que a água não tem gosto, a dica é acrescentar suco concentrado de frutas. "Opte sempre pelas opções sem açúcar e não exagere nas quantidades, pois é só para dar um leve sabor e facilitar a digestão", afirma a nutricionista Roseli. A proporção ideal é um litro de água para 200ml do suco. 

Faça cubos de gelo divertidos

água com gás e morangos - Foto: Getty Images
Se você gosta de água bem gelada, experimente fazer cubos de gelo com pedaços de frutas dentro. O efeito fica muito bonito e você ainda pode impressionar os convidados com uma bebida simples, mas cheia de estilo. Experimente usar framboesa, amora, morango, uva, kiwi ou outra fruta de sua preferência. E não se preocupe: quando o gelo derreter, é só comer a fruta.  

Transforme em uma bebida gaseificada

garrafas de água coloridas - Foto: Getty Images
Se você é fã dos refrigerantes, experimente acrescentar um pouco de água com gás à água tradicional e completar com suco concentrado de fruta, só para deixar com um sabor diferente. "Para um litro de água mineral acrescente dois copos de água com gás e dois copos de suco de fruta", diz a nutricionista Roseli. 

Invista em águas de cheiro

chá gelado - Foto: Getty Images
Essas bebidas são isentas de calorias e uma ótima opção para aumentar a ingestão de líquidos durante o dia. "É importante lembrar que a água natural não é insubstituível, mas para quem não tem o hábito de tomar a bebida pura essa é uma boa opção, pois tem menos sódio e substâncias químicas", diz a nutricionista Myrla Merlo. A água de rosas e a água de flor de laranjeira são alternativas bem conhecidas. 

Prepare um chá refrescante

jarra de água com limões - Foto: Getty Images
Nada como tomar um chá bem gelado para aliviar o calor. "Os chás são excelentes, porque além de hidratarem tem funções que beneficiam a saúde", afirma a nutricionista Roseli. As ervas em infusões podem ser usadas dependendo da necessidade individual, como hortelã e alecrim para digestão, ou chá verde e de hibisco para efeito termogênico. 

Melhore o visual

Em alguns casos, apenas colocar a água em uma jarra bonita ou decorar o copo com guarda-chuvinhas e outros adereços já dão mais ânimo para incluir a bebida no dia a dia. "Tudo é valido pra adquirir o hábito de aumentar o consumo de água, imprescindível para uma vida saudável", afirma Roseli Rossi. Faça preparações especiais para servir a água nas refeições, ela vai ficar mais atraente à mesa.  

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Dedicação no trabalho x qualidade de vida


No meio corporativo, existe o consenso de que ter um bom desempenho no trabalho depende muito da qualidade de vida. Além de receber um bom salário ou benefícios vantajosos, atualmente é muito importante se sentir bem no ambiente em que atua. O lado financeiro é importante, mas, há tempos, não é mais o fundamental.


A pessoa organizada, que sabe administrar o próprio tempo e que consegue conciliar as diversas áreas da vida, estará, consequentemente, ganhando qualidade em todas elas. Isso está relacionado à família, trabalho e saúde. Tendo equilíbrio nestas esferas, o profissional irá performar melhor, conquistar melhores resultados e será mais feliz.

Trabalhar diariamente apenas pela questão monetária não é o ideal. O indivíduo deve listar atitudes e atividades para que possa se sentir bem consigo mesmo. “Tenho percebido que a questão do tempo é uma peça-chave. É tentar se desligar de assuntos relacionados à profissão nos períodos de folga e, dentro do dia, fazer coisas que gosta. É importante também ter uma relação boa com a equipe e com os demais colegas de trabalho”, aponta Cecília Shibuya, vice-presidente da Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV).

Não adianta o profissional pensar que não será cobrado por seu desempenho, pois a competitividade do mercado é cada vez maior. Traçar metas é essencial e a pessoa deve fazer um planejamento de seus objetivos para evitar estresse e ansiedade. O mais adequado é alinhar as necessidades do dia a dia para que transcorram da melhor forma a fim de viver com mais satisfação.

Além do estresse decorrente das pressões e responsabilidades, o ambiente de muitas organizações não é saudável. Isto acarreta em diversos impactos negativos como o presenteísmo (estar no trabalho, mas com a mente desconectada das atividades), absenteísmo (faltar no trabalho), afastamentos por doença e, consequentemente, queda no nível de produtividade como um todo.  “O trabalho é uma fonte de realização e as pessoas devem gostar do que fazem. Se aquilo que o profissional tem, considera não ser benéfico, é preciso buscar outra possibilidade. Se sentir mal no trabalho afeta o lado afetivo, intelectual, familiar, e a pessoa acaba adoecendo”, explica Shibuya.

Recursos Humanos


Um RH estratégico é fundamental e faz com que os líderes compreendam que os subordinados têm suas necessidades e anseios para performar com qualidade. As organizações consideradas melhores para trabalhar são preocupadas em oferecer programas de qualidade de vida. Os principais benefícios são aumento de produtividade, retenção de talentos e clima favorável.

“Tenho visto que as empresas estão, cada vez mais, consumindo seus funcionários, sem pensar na felicidade no trabalho. Produzir mais com menos faz com que as pessoas fiquem sobrecarregadas, cansadas e acabem atingindo um nível de estresse tão alto que impacta diretamente na vida particular”, opina Lenora de Oliveira Santos, coach pessoal e profissional.

Horas de dedicação


De acordo com a mais recente pesquisa “A Contratação, A Demissão e A Carreira dos Executivos Brasileiros”, realizada pela Catho Online com mais de 46 mil respondentes das mais variadas áreas e níveis hierárquicos, o brasileiro trabalha, em média 43,1 horas por semana, sendo que 17,8% do total admite executar suas tarefas semanais por, no mínimo, 51 horas:




Pesquisa Catho Online











Para Lenora, não saber administrar o lado particular e o trabalho faz com que as outras esferas da vida se descompensem, gerando frustrações e uma série de sensações negativas que vão impactar na atividade profissional.

“O suporte social e ter com quem contar e dividir experiências, é extremamente importante. O envelhecimento saudável depende da convivência maior com a família e amigos. Percebo cada vez mais as pessoas buscando fazer atividades físicas, ações sociais e usufruir das férias desconectando-se totalmente do mundo tecnológico, entre outras ações”, completa a vice-presidente da ABQV.

Fonte: Catho

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Índice de qualidade de vida de crianças melhora no Brasil.



O Brasil acompanhou a tendência de outros 126 países ao melhorar, na última década, seu Índice de Desenvolvimento Infantil (CDI, na sigla em inglês) - indicador medido pela ONG internacional Save the Children, com sede em Londres.

A pesquisa leva em consideração uma série de fatores agrupados sob três áreas principais: saúde, educação e nutrição.

Entre os cinco primeiros colocados no ranking estão Japão, Espanha, Alemanha, Itália e França, e os cinco últimos são República Democrática do Congo, Burkina Faso, Chade, Níger e Somália - todos eles países africanos.

O Brasil ficou atrás de países como Argentina, México, Chile, Cuba, e a grande maioria dos países europeus. Mas, à frente de nações como Paraguai, Bolívia, Irã, Emirados Árabes Unidos e muitos africanos.

Entre os Brics, a China foi a melhor colocada, na 29ª posição, seguida pelo Brasil (36ª), Rússia (37ª), África do Sul (84ª), e Índia (112ª).

A ONG explica que brasileiros, russos e sul-africanos demonstram coerência entre o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), medido pela ONU, e os avanços das crianças.

Já no caso da China, a prioridade dada à educação e saúde infantil faz com que o país se saia muito bem no CDI mesmo tendo ainda índices mais baixos de IDH.

Comparando Índia e China, o estudo diz que ambos têm altos índices de frequência escolar. Cerca de 40% das crianças indianas estão abaixo do peso, enquanto na China o índice é menor que 5%.

Na Índia, a taxa de mortalidade de crianças com menos de cinco anos excede a de 60 a cada 1.000, na China o número fica abaixo de 20.

Para Mark Doyle, analista da BBC para Desenvolvimento Internacional, o relatório traz boas notícias ao indicar que um terço das crianças do mundo estão indo à escola e as chances de uma criança morrer de fome diminuíram em um terço.

"Mas o relatório também avisa que a subnutrição está aumentando devido aos altos preços dos alimentos e desigualdade global, o que é um problema mais escondido e mais difícil de lidar", dis Doyle.

Ele ressalta ainda o pedido da Save the Children ao primeiro-ministro da Grã-Bretanha, David Cameron, para que utilize a "Cúpula da Fome", que será realizada durante as Olimpíadas de Londres, para melhorar o bem-estar das crianças.

Ricos X Pobres

Na visão da organização, o balanço geral da primeira década do século é bastante positivo em relação ao período entre 1990 e 2000.

O estudo apurou que 127 países melhoraram seus índices e que entre 2005 e 2010, cerca de 9.000 crianças foram poupadas da morte antes dos cinco anos, em comparação à cifra de 1995 a 1999.

Comparando os mesmos períodos, 50 milhões de crianças a mais estão na escola primária e o mundo já tem 36 milhões de crianças abaixo do peso a menos.

São números positivos em relação aos anos 1980, por exemplo, quando os níveis de desnutrição infantil eram alarmantes, sobretudo nos países em desenvolvimento. Mesmo assim, a Save the Children diz que 1,5 milhão de crianças a mais sofrem de desnutrição em relação ao início dos anos 2000.

"Desde o final dos anos 1990 o bem-estar das crianças melhorou em 90% dos países pesquisados. Em média, as vidas das crianças em torno do mundo melhoraram em mais de 30%. O avanço ocorreu tanto em países desenvolvidos quanto em desenvolvimento", indica o estudo.

"No entanto, enquanto a taxa de progresso foi mais rápida nos países desenvolvidos na virada do século (16%, comparada a 12% em países em desenvolvimento), na primeira década dos anos 2000 os países em desenvolvimento aceleraram seu progresso (a até 22%) e ultrapassaram os mais ricos, onde a taxa de avanço ficou em 9%".

De acordo com a ONG, esse movimento ajudou a suplantar a barreira entre ricos pobres.

Na África, embora o continente ainda seja o responsável pelas piores posições no ranking, a tendência de avanço já é percebida.

"Na África, uma das regiões com a performance mais fraca no bem-estar infantil, o progresso individual de alguns países apresenta um retrato fragmentado. Enquanto cinco dos 11 países que registraram os principais progressos estão na África, seis dos dez países no final do ranking também estão no continente", diz o estudo.
 

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Reduza o excesso de peso com Mindful Eating

A Harvard School of Public Health comenta na sua página online este mês, alguns estudos e notícias que têm saído sobre Mindful Eating.

Mindful eating não é uma dieta pois não se trata dos alimentos que comemos mas sim da forma como os comemos e da forma como encaramos o momento da refeição. Trata-se de experienciar a comida mais intensamente. Ao comermos de forma mais consciente e lenta, a experiência acaba por ser mais intensa, seja no sentido negativo ou positivo.

Especialistas referem que comer mais devagar e saborear cada dentada pode ajudar as pessoas a comer menos e a comer mais saudável.

Técnicas como não comer ao mesmo tempo que se vê TV ou se faz algo no computador, comer em silêncio, mastigar muito devagar, respirar entre dentadas – ajudam-nos a focar mais o pensamento na razão pela qual estamos a comer e a perceber o que queremos realmente colocar no nosso corpo.

Nos dias de hoje praticamente nem se mastiga, engolindo a comida e nem sentindo o sabor. Por isso, concordamos plenamente que esta técnica ajuda e muito quem luta com excesso de peso, quem tem preocupação com alimentação saudável e todos aqueles que vivem vidas stressadas.

Hoje devia experimentar sentir mais tempo a comida na boca, mastigar mais vezes e mais devagar e sentir o verdadeiro sabor do que está a comer. Depois da primeira garfada pouse os talheres e aprecie!!

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

10 superalimentos aliados da saúde e da dieta

Alguns alimentos são indispensáveis na nossa alimentação. Além de saborosos, são bons aliados da saúde, retardam o envelhecimento, previnem doenças do coração e, para melhoras, ainda ajudam a manter a silhueta em ordem. Confira 10 superalimentos listados pelo site Huffington Post.

Melancia: doce e saborosa, a melancia contém alto teor de água e ajuda na hidratação. Para a saúde, é uma fruta rica em licopeno, um antioxidante que ajuda a proteger contra o câncer e problemas cardíacos.

Figo: alimento rico em vitamina A e B6, o que pode ajudar o corpo a transformar carboidratos em energia. Também é uma boa fonte de fibras, potássio, magnésio e clácio, o que proporciona saciedade, ajuda na digestão e aumenta absorção de ferro pelo organismo.

Tomate: além de gostoso, o tomate é nutritivo, contém vitamina E e o poder antioxidante.

Morango: o morango pode ser pequeno, mas seu poder nutritivo é enorme. É um dos melhores frutos com poder antioxidante, além de ser fonte de manganês e potássio. Segundo especialistas, oito morangos forcem mais vitamina C que uma laranja.

Framboesa: além de ser uma boa fonte de vitamina K e magnésio, a framboesa é rica em fibras solúveis, que promove saciedade e é ótima para controlar a ansiedade e a vontade de comer o tempo todo.

Lichia: é uma fruta com baixo teor calórico (63 kcal a cada 10 unidades) que fornece vitamina C.

Alho: quando se trata da saúde do coração, o alho é uma boa aposta. De acordo com estudos recentes, ele ajuda a relaxar os vasos sanguíneos e aumenta o fluxo de sangue, o que pode diminuir o risco de doenças cardíacas.

Blueberries: segundo o Departamento de Agricultura dos EUA, os blueberries são “um dos melhores frutos antioxidantes”. Por isso, além de fazer bem para a saúde, retarda o envelhecimento.

Berinjela: alimento ideal para quem está de dieta, já que é rico em nutrientes e contém poucos carboidratos e calorias. Além disso, tem antocianina, fitoquímico antioxidante que previne contra doenças crônicas.

Amora: é rica em antioxidades e fibras, que retardam o envelhecimento e ajudam na digestão. As sementes da amora também contêm gorduras polinsaturadas, que mantêm a boa saúde do coração.

Fonte: TERRA 

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Rótulos em alimentos confundem o consumidor

Rotulagem de alimentos não segue padronização e confunde os consumidores.

No Brasil, a rotulagem nutricional nos alimentos industrializados contém as informações sobre o valor energético (ou valor calórico), conteúdo de gorduras (saturada e trans), proteínas, carboidratos, sódio e fibras. Estes dados nutricionais são referentes a uma porção em gramas ou mililitros do produto alimentício e não ao produto inteiro. A porção é previamente definida por uma legislação brasileira e representa uma recomendação de consumo para pessoas sadias a cada vez que o alimento é consumido, com intuito de promover a alimentação saudável. No rótulo deve constar, ainda, a informação da medida caseira referente à porção, por exemplo, uma xícara ou uma unidade.

No entanto, a declaração de porções diferentes entre alimentos similares e a apresentação de medidas caseiras difíceis de serem aplicadas na prática podem comprometer o uso da rotulagem nutricional nas decisões de compras dos consumidores. "Isso ocorre em função da dificuldade de comparar as informações nutricionais e entender os dados disponíveis nos rótulos", avalia a nutricionistaNathalie Kliemann, que estudou a rotulagem em seu mestrado.

A dissertação desenvolvida junto ao Programa de Pós-Graduação em Nutrição (PPGN) e ao Núcleo de Pesquisa de Nutrição em Produção de Refeições (Nuppre) da Universidade Federal de Santa Catarina(UFSC) analisou como a porção e a medida caseira estão sendo declaradas nos rótulos dos alimentos industrializados ultraprocessados. O estudo foi realizado em um grande supermercado de Florianópolis, capital do estado de Santa Catarina.

Foram analisados 2.072 alimentos, que apresentaram uma variação significativa na declaração do tamanho da porção. Os resultados revelam uma variação mínima de 70% (21 a 30g entre biscoitos salgados), chegando a uma variação máxima de 765%, entre pratos preparados prontos e semiprontos (55 a 420g).

"Para a simples comparação de valores nutricionais entre alimentos similares é preciso realizar cálculos, em virtude da falta de padronização do tamanho da porção", avalia Nathalie. Segundo ela, o estudo também mostrou 9,3% de alimentos que apresentaram porção menor do que o recomendado. A nutricionista ainda observou que grande parte desses alimentos apresentaram menor densidade energética e maior peso total quando comparado com outros.

Um exemplo encontrado foi o de dois doces de amendoim,o primeiro tinha porção de 15 gramas e 78 kcal; o segundo de 20 gramas e 84 kcal. A nutricionista alerta que se ambos seguissem a porção de referência, que é de 20 gramas, o primeiro alimento seria aquele com maior valor energético por porção, embora em uma leitura rápida possa parecer o contrário. São informações que, na opinião da profissional, podem induzir o consumidor a equívocos em relação à composição nutricional do alimento.

"As informações disponíveis nesses rótulos infringiram o direito do consumidor a informações corretas e fidedignas", considera Nathalie, que foi orientada em sua pesquisa pela professora Rossana Pacheco da Costa Proença e contou com a colaboração da professora Marcela Boro Veiros (ambas ligadas ao Programa de Pós-Graduação em Nutrição da UFSC).

De acordo com as nutricionistas, é possível que diante da baixa densidade energética de alguns alimentos, o tamanho da porção pode estar sendo utilizado para ressaltar essa característica. Além disso, porções muito pequenas, em embalagens grandes, podem dificultar o entendimento do tamanho da porção na rotulagem nutricional, especialmente pelo fato de não haver a obrigatoriedade da informação sobre o número de porções presentes na embalagem.

Com relação à medida caseira, o estudo detectou termos pouco específicos, como "colher", sem especificação do tipo. Além disso, o uso de tipos de medida caseiras inadequadas aos alimentos, como em um queijo de minas a medida caseira ser uma colher, sendo que esse alimento geralmente é consumido em fatias. Outro exemplo é um queijo no palito, em que a medida caseira é uma fatia, quando uma unidade deveria ser cada queijo no palito. "Esses resultados evidenciam a necessidade de definição de regras mais claras e coerentes para a declaração da medida caseira", avalia Nathalie.

Ela lembra que estudos realizados no Brasil e no exterior indicam que as informações sobre porção e medida caseira são pouco lidas pelos consumidores e estão entre os itens com menor nível de compreensão por eles. "Mas considerando a rotulagem como uma política de apoio para a difusão de informações nutricionais e a promoção de escolhas alimentares saudáveis, torna- se indispensável a revisão da legislação brasileira, assim como maior fiscalização das informações disponíveis aos consumidores", alerta a nutricionista.

Saiba Mais

Padronização

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que as informações nutricionais nos rótulos sejam padronizadas, precisas e compreensíveis, que permitam a comparabilidade entre alimentos similares e auxiliem na determinação do consumo. Para isso, aconselha que haja monitoramento dessas informações fornecidas aos consumidores, como também que se utilize a rotulagem nutricional como um instrumento de educação para o consumo.

Brasil aceita variação

Apesar dessas recomendações, a legislação brasileira permite que sejam declarados nos rótulos de alimentos porções com tamanhos diferentes daquelas recomendadas. É permitido que a porção nos rótulos seja até 30% maior ou menor que a recomendada pela legislação. Por exemplo, os biscoitos que têm porção recomendada de 30 gramas, podem declarar nos rótulos porções de 21 a 39 gramas. Além disso, nem todos os alimentos têm uma porção recomendada na legislação, como é o caso dos pratos prontos para o consumo, como lasanhas e pizzas. Para esses alimentos, a porção deve corresponder até 500 kcal do alimento.

Mais informações

Pesquisadora Nathalie Kliemann
E-mail: nathalie.kliemann@gmail.com

Professora Marcela Boro Veiros
E-mail: marcelaveiros@gmail.com

Professora Rossana Pacheco da Costa Proença
Telefones: (48) 3721-2218 e (48) 3721-5042
E-mail: rossana@mbox1.ufsc.br

FONTE

Agência de Comunicação da UFSC
Arley Reis - Jornalista
Telefone: (48) 3721-9601
E-mail: agecom@agecom.ufsc.br

Links referenciados

Núcleo de Pesquisa de Nutrição em Produção de Refeições

Programa de Pós-Graduação em Nutrição

Universidade Federal de Santa Catarina

Agência de Comunicação da UFSC

Rossana Pacheco da Costa Proença

Organização Mundial da Saúde

nathalie.kliemann@gmail.com

marcelaveiros@gmail.com

rossana@mbox1.ufsc.br

Marcela Boro Veiros

Nathalie Kliemann

UFSC

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

A importância do ferro para a saúde


São Paulo- Com certeza em algum momento da vida você já ouviu a frase: coma feijão, pois ele é rico em ferro e faz bem para saúde. O grão é sim fonte do mineral, mas você sabia que para o organismo absorvê-lo corretamente é preciso uma “ajudinha” da vitamina C?

Pois é, isso acontece porque os alimentos de origem vegetal tem menor concentração de ferro. A nutricionista Rafaela Isis Reis Allevato, nutricionista do Hospital San Paolo, explica que bebidas cítricas auxiliam no processo de absorção. “Recomendamos que durante as refeições as pessoas bebam um pouco de suco de laranja, limão ou acerola”.

O ferro é um mineral essencial para que o organismo funcione corretamente e é encontrado em maior quantidade em alimentos como fígado, vísceras e carne vermelha. A ausência do mineral pode causar problemas como irritabilidade, distúrbios digestivos, tontura e falta de apetite e pode ainda estar associada à queda de cabelo, unhas quebradiças e pele seca.

Alimentos que dificultam a absorção do ferro -É muito comum encontrarmos mães que logo após o almoço oferecem iogurtes às crianças, porém, muitas delas não sabem que com isso podem prejudicar a absorção do ferro ingerido durante a refeição anterior. Segundo Rafaela, o cálcio contido em alimentos lácteos é prejudicial quando consumido durante ou após as principais refeições “Leite, flans e iogurtes não devem ser servidos às crianças como complemento das refeições”, ressalta a nutricionista.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

6 dicas para a alimentação das crianças nas férias

  • 1
    Atenção aos exageros no chocolate, refrigerante...
    Foto: Getty Images
    As crianças acima dos dois anos já estão expostas aos alimentos em geral. De acordo com a nutróloga Fabiola Suano, não há alimento proibido, mas não se pode deixar a criança comer tudo deliberadamente. É importante que ela saiba que está podendo comer aquilo porque é uma situação diferente. "Sucos artificiais, por exemplo, não dê mais do que 150ml. Refrigerante, no máximo, 150ml e uma ou duas vezes na semana. Uma lata é muita coisa para uma criança, sendo que essas bebidas açucaradas estão associadas ao aumento de peso e enfraquecimento ósseo, entre outros problemas", reforça a nutróloga da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran) Fabiola Suano. 

    Outras dicas são importantes para controlar os pequenos: quando pedir batata frita na lanchonete, dê sempre a porção pequena. E ao comprar um cachorro quente, não dê a versão completa, ofereça com poucos molhos como o ketchup ou maionese. Com as bebidas de soja, o máximo que se deve oferecer é 150/200ml. "Chocolate, por exemplo, 15g é o máximo. As crianças devem ingerir até duas porções de açúcar por dia. Se ela adoça um leite, só pode comer um outro doce naquele dia, como um picolé, um pedaço de goiabada ou uma porção de chocolate. Ou dois doces se não açucarar nenhuma bebida", ensina Fabiola. 

    Pipoca natural feita em casa está na lista das guloseimas que não fazem mal para os pequenos, mas o sorvete... "Uma bola é o suficiente porque contém muito açúcar e gordura. Quanto mais você puder poupar a criança, melhor", finaliza a nutróloga da Abran.
  • 2
    Pode pular o café da manhã?
    Foto: Getty Images
    Já que a criança vai dormir mais tarde e acordar próximo do almoço alguns dias das férias, a dúvida aparece: pode começar o dia com o almoço? "Não. É importante que, ao acordar, seja oferecido algum alimento como um copo de leite ou uma fruta, mesmo sendo perto do almoço. Não precisa dar pão porque pode atrapalhar o almoço, mas uma introdução antes do almoço deve ter", reforça a médica nutróloga da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran)
    Fabiola Suano.
  • 3
    Não deixe de lado os alimentos saudáveis
    Foto: Getty Images
    Nenhuma mãe gosta de ser vista como chata porque controla a alimentação da criança. Mas se a alimentação saudável não faz parte da rotina da casa, a criança certamente vai rejeitar frutas, verduras e legumes com mais facilidade. Portanto, mantenha as três refeições da criança com as comidas saudáveis

    "Há uma grande preocupação das mães se a criança está comendo muitos alimentos artificiais ou do tipojunk food. Porém, a atenção das mães deveria ser se a criança está comendo alimentos saudáveis, como frutas, legumes, leite e verduras – e não aqueles, como biscoito recheado, que vão impactar na alimentação", explica a professora e nutricionista daPUCRS
     Raquel da Luz Dias. 

    Segundo ela, é permitido trocar o jantar por um lanche mais nutritivo. "A mãe pode preparar junto com o filho uma pizza com massa integral, usando queijos magros e brincando com os ingredientes que vão compor o recheio", sugere a especialista.
  • 4
    De olho nas calorias?
    Foto: Getty Images
    De acordo com Raquel da Luz Dias, crianças entre 1 e 3 anos devem ingerir cerca de 1300 calorias diariamente. "O consumo de açúcar diário é de 10% da quantidade total de carboidratos recomendada. Portanto, uma criança nessa idade deve consumir, no máximo, 32g de açúcar por dia. É bem pouco, mas é o ideal", explica. 

    De 4 a 8 anos, a recomendação é de 1500 calorias, enquanto de 9 a 11 anos, 1800 calorias é o adequado, o que significa que a ingestão de açúcar é de 37g e 45g, respectivamente. 

    "Mas a contagem de calorias é uma preocupação muito de adultos. Claro que quando traçamos um plano alimentar para a criança prestamos atenção se ela está dentro do recomendado, mas definir esses números não é bom porque cada criança tem uma necessidade diferente", explica Raquel da Luz.
  • 5
    Até os dois anos, nada de mudanças
    Foto: Getty Images
    Uma criança abaixo dos dois anos não deve ser exposta a alimentos inadequados como biscoitos, sucos artificiais, chocolates, refrigerantes ou frituras

    "A alimentação nessa fase é muito controlada, a criança precisa de rotina, como comer de três em três horas, por exemplo. Não é bom variar esse controle mesmo nas férias", explica Fabiola Suano.
  • 6
    Cuidados com o transporte dos alimentos
    Foto: Getty Images
    Quando a criança ainda está na fase de beber o leite na mamadeira, prefira levar o pó do leite e da mistura em um potinho. "A temperatura é muito importante para manter o leite adequado para consumo, principalmente em crianças, que são mais sensíveis, pois há grandes riscos de provocar diarreia ou vômitos", alerta a nutróloga. 

    Segundo ela, não é recomendado que o iogurte ou outras bebidas lácteas fiquem sem refrigeração por mais de três horas e se for levar uma fruta, opte por levá-la inteira. "Muitas 









    Fonte: GNT-Globo

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