Mostrando postagens com marcador funcional. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador funcional. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Reduza o excesso de peso com Mindful Eating

A Harvard School of Public Health comenta na sua página online este mês, alguns estudos e notícias que têm saído sobre Mindful Eating.

Mindful eating não é uma dieta pois não se trata dos alimentos que comemos mas sim da forma como os comemos e da forma como encaramos o momento da refeição. Trata-se de experienciar a comida mais intensamente. Ao comermos de forma mais consciente e lenta, a experiência acaba por ser mais intensa, seja no sentido negativo ou positivo.

Especialistas referem que comer mais devagar e saborear cada dentada pode ajudar as pessoas a comer menos e a comer mais saudável.

Técnicas como não comer ao mesmo tempo que se vê TV ou se faz algo no computador, comer em silêncio, mastigar muito devagar, respirar entre dentadas – ajudam-nos a focar mais o pensamento na razão pela qual estamos a comer e a perceber o que queremos realmente colocar no nosso corpo.

Nos dias de hoje praticamente nem se mastiga, engolindo a comida e nem sentindo o sabor. Por isso, concordamos plenamente que esta técnica ajuda e muito quem luta com excesso de peso, quem tem preocupação com alimentação saudável e todos aqueles que vivem vidas stressadas.

Hoje devia experimentar sentir mais tempo a comida na boca, mastigar mais vezes e mais devagar e sentir o verdadeiro sabor do que está a comer. Depois da primeira garfada pouse os talheres e aprecie!!

terça-feira, 24 de julho de 2012

Nutrição clínica funcional, por Zilda F. Rafael Abbud.


A Nutrição Funcional rastreia os sintomas, sinais e características de cada paciente e os relaciona com a carência ou excesso de nutrientes, corrigindo os desequilíbrios nutricionais que sobrecarregam nosso sistema imunológico e desencadeiam processos alérgicos, que provocam várias doenças crônicas, desordens estéticas e alteração no desempenho do organismo.
Além do conceito de “equilíbrio nutricional”, a nutrição funcional baseia-se, também, no conceito de “biodisponibilidade dos alimentos”, ou seja, alimentos e nutrientes que precisam de outros para agir no organismo de maneira positiva ou que, ao contrário, são anulados quando outros estão presentes.
Os desequilíbrios nutricionais geram sobrecarga no sistema imunológico e podem desencadear “processos alérgicos” tardios, consequentemente causando doenças crônicas como a obesidade, depressão, fibromialgia, artrite reumatóide, síndrome do pânico, osteoporose, diabetes, distúrbios de comportamento e hiperatividade infantil, entre outras. Da mesma forma, outros problemas “menos graves”, como o cansaço e a sensação de falta de energia, resultam do “estresse oxidativo”, também relacionado ao desequilíbrio nutricional.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças crônicas não transmissíveis já são responsáveis por 72% das mortes ocorridas no Brasil, sendo que, no mundo, esse valor corresponde a 60%. A OMS acredita que 80% de problemas prematuros do coração, AVC e Diabetes tipo II e 40% dos casos de câncer poderiam ser evitados se corrigíssemos nossos hábitos alimentares, reduzíssemos o uso de tabaco e adotássemos uma atividade física regular.
A nutrição funcional não pensa apenas em calorias, e sim, em nutrição celular. Um alimento que pode ser remédio para um indivíduo, pode ser um veneno para outro, uma vez que cada pessoa tem um organismo diferente e consequentemente reações metabólicas diferentes.
O tratamento da obesidade, por exemplo, hoje já definida como uma doença inflamatória, não pode ser apenas com contagem de calorias, mas sim pela escolha de alimentos corretos que reduzirão tal inflamação.
Os cinco pilares da nutrição funcional:
• Individualidade bioquímica (cada organismo reage diferentemente aos alimentos e às situações diversas do dia-a-dia).
• Tratamento centrado no paciente (sintomas e suas origens) e não só na doença.
• Equilíbrio nutricional dentro das células (Nutrição Celular)
• Favorecer uma adequada biodisponibilidade de nutrientes (ingestão, digestão, absorção, transporte, utilização e excreção de forma correta).
• Saúde (equilíbrio físico, mental e emocional).
Áreas que podem ser auxiliadas pela nutrição funcional:
• Dermatologia (acne, oleosidade, descamação, vitiligo, rosácea, psoríase, urticária, alergias).
• Desportiva (atletas, ganho de massa muscular, melhora de rendimento, redução da fadiga).
• Doenças Neurológicas (Alzheimer, Parkinson, depressão, síndrome do pânico, ansiedade, TOC, bulimia, autismo, enxaqueca).
• Estética (obesidade, celulite, queda de cabelo, manchas na pele, unhas fracas).
• Infantil (alergias, crescimento, imunidade).
• Osteoarticular (atrite, artrose, tendinite, bursite, osteopenia, osteoporose).
• Saúde da mulher (TPM, menstruação irregular, menopausa, menstruação excessiva, candidíase, gestação, lactação)
• Sistema Cardiovascular (hipercolesterolemia, hipertrigliceridemia, hipertensão, varizes, derrames, AVC, infarto)
• Sistema Endócrino (diabetes, hipotireoidismo, hipertireoidismo).
• Sistema Gastrointestinal (esofagite, gastrite, constipação, diarréia, síndrome do cólon irritável, doença de Crohn, doença celíaca, gases).
Zilda F. Rafael Abbud
Nutricionista graduada pelo  Centro Universitário Central Paulista
Pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional pela VP Consultoria Nutricional/Divisão Ensino e Pesquisa .
Pós-graduanda em Nutrição Esportiva Funcional pela VP Consultoria Nutricional/Divisão Ensino e Pesquisa .
Nutricionista com conhecimento e prática em nutrição vegetariana.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Você sabe o que é Nutrição Funcional?



A Nutrição Funcional aplica a Ciência dos Nutrientes de acordo com a individualidade bioquímica. Em vez de limitar-se à prescrição de dietas com os alimentos funcionais tidos como saudáveis (porque o que é saudável para uma pessoa pode causar doença à outra), a Nutrição Funcional rastreia os sintomas, sinais e características de cada paciente e os relaciona com a carência ou excesso dos nutrientes, corrigindo os desequilíbrios nutricionais que geram sobrecarga no sistema imunológico e desencadeiam “processos alérgicos” tardios, os quais acabam por provocar doenças crônicas como: obesidade, depressão, fibromialgia, artrite, reumatóide, síndrome do pânico, osteoporose, diabetes, distúrbios de comportamento e hiperatividade infantil, desordens estéticas e alteração na performance física.

A Nutrição Funcional – há mais de 10 anos no Brasil – conta com o respaldo científico do The Institute For Functional Medicine e do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional fundado em 2004.

O PODER DOS GRÃOS 
Existem novas opções nas prateleiras dos mercados brasileiros. Agora os grãos estão mais acessíveis, complementando o almoço de cada dia e enriquecendo a sua alimentação.
“A linhaça e a quinoa são complementos das leguminosas como é o feijão. O oportuno é alternar as diferentes leguminosas com o feijão (variar sempre o tipo para obter benefícios e nutrientes diferentes), alternar com outras leguminosas como ervilha seca, lentilha, grão de bico ou de soja. Podendo, também, acompanhar essas leguminosas com o arroz integral e quinoa em grãos cozida. Obtendo dessa forma um conjunto importante de nutrientes e fibras”, explica dr. Fábio Bicalho.

FEIJÃO BRANCO
- Para quem é indicado? Contribuição no processo de emagrecimento e regulação do intestino.
- Quanto deve ser consumido por dia? 1 colher de chá.
- Existe alguma contraindicação? Qual? Indivíduo com disbiose sem controle.
- Quais são os benefícios à saúde que esse grão pode trazer? Saciedade e regulação de trânsito intestinal.

LINHAÇA
- Para quem é indicado? Todas as pessoas, alimento rico em fibras, nutrientes e omega 3.
- Quanto deve ser consumido por dia? De 1 colher de sobremesa à 1 colher de sopa.
- Existe alguma contraindicação? Grávidas, nutrizes e indivíduos com intolerância ou alergia ao alimento.
- Quais são os benefícios à saúde que esse grão pode trazer? Regulação do intestino, diminuição de ansiedade, diminuição de inflamações em células de gordura e celulites.

QUINUA
- Para quem é indicado? Todos.
- Quanto deve ser consumido por dia? Depende do paciente, em geral 2 colheres de sopa.
- Existe alguma contraindicação? Indivíduos com alergia ou intolerância ao alimento.
- Quais são os benefícios à saúde que esse grão pode trazer? Regulação de glicemia, saciedade, modulação de colesterol, atenua sintomas da TPM, auxilia na recuperação e construção de fibras musculares.
- Como ele pode ser encontrado? (por exemplo, grão, farinha, óleo...) Em grão, flocos e farinha.

Fonte: oestadoce

Postagens populares