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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Vitamina D demais não traz benefícios

Nos últimos anos, a vitamina D tem sido receitada como proteção para diversos problemas de saúde, da hipertensão ao enrijecimento das artérias, passando pelo diabetes.

Mas uma nova pesquisa da Universidade Johns Hopkins (EUA) acendeu um sinal de alerta para a chamada "vitamina do sol". Segundo os investigadores, níveis muito altos de vitamina D não conferem nenhum benefício adicional à saúde.

— A partir de um certo ponto, tomar esses suplementos é só desperdício de dinheiro — diz Muhammad Amer, professor assistente da Escola de Medicina da Johns Hopkins.

Segundo Amer, apenas alguns grupos — idosos, mulheres na pós-menopausa e portadores de insuficiência renal — podem precisar de doses mais elevadas de vitamina D, que é vital para os ossos.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Estudo destaca a vitamina D como forte aliada contra várias doenças

Um estudo realizado por cientistas da Universidade de Oxford, na Inglaterra, recebeu destaque na mídia nacional e internacional recentemente. Eles sequenciaram o código genético humano para averiguar quais regiões do DNA apresentavam receptores para as vitaminas. Receptores são uma espécie de fechadura química só aberta por chaves compatíveis — nesse caso, a vitamina D —, para liberar o acesso e a ação do composto à estrutura a qual pertencem.

O time de Oxford descobriu nada menos do que 2.776 pontos de ligação com receptores desta vitamina, cujo baixos níveis no organismo já foram associados a uma sucessão de problemas de saúde, desde doenças cardiovasculares até doenças neurológicas.

— A carência afeta mais de 200 processos no organismo, ou seja, a sua falta prejudica desde o humor até a pressão arterial e o risco de infarto — alerta Ícaro Alves Alcântara, médico especialista em homeopatia.


A vitamina — que na verdade é um hormônio — pode ser encontrada no leite, no salmão, sardinha, óleo de fígado de peixe, cogumelo, ovos e alguns cereais que são fortificados com essa vitamina. Entretanto, uma maneira boa de manter níveis adequados do hormônio é tomar sol de 10 a 15 minutos — nos bons horários ou somente até começar leve vermelhidão na pele exposta —, duas vezes ao dia, pois a luz solar é uma das principais fontes de absorção do nutriente. O responsável por esse estímulo é ninguém menos do que o raio UVB. Em outras palavras, apesar de perigoso em doses exageradas, o sol é necessário à saúde.

— Estima-se que a vitamina D esteja faltando em mais de 70% da população, sobretudo no inverno, com a diminuição dos raios UVB — diz Alcântara.

O sistema imunológico é outro beneficiado, como explica a farmacêutica Rogy Tokarski:

— A quantidade certa da vitamina permite que o corpo se defenda melhor de doenças como a gripe.

Esperança contra a esclerose

A substância tem sido vista como uma esperança também para pacientes de esclerose múltipla, doença autoimune que acomete células nervosas e leva à perda gradual dos movimentos. Já se sabe que o seu avanço é mais rápido em quem convive com níveis baixos da substância, como documentou um estudo da Universidade de Maas­tricht, na Holanda, após acompanhar 267 pessoas com a doença.

Outra pesquisa realizada pelo Centro Médico da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, sugere que a falta de Vitamina D pode prejudicar o tratamento de pacientes com câncer de mama. Os cientistas descobriram que 70% das 200 voluntárias, cujos resultados do tratamento se apresentavam comprometidos, tinham baixo índice da vitamina no sangue.

Fonte:  Zero Hora

sábado, 17 de setembro de 2011

Vitamina D é super poderosa e também previne o câncer

Fonte: Google Imagens
É através do sol que a vitamina D penetra no corpo induzindo a pele, o fígado e os rins a produzi-la. Durante anos ela ficou conhecida por ser essencial na proteção dos ossos. Mas novos estudos apontam outro papel importante da vitamina D para a saúde

De acordo com a Associação Americana de Dietética, ela também previne o câncer, enfarto e derrame. Em altas doses a vitamina D atua contra a depressão, diabetes tipo 2 e doenças autoimunes, como artrite reumatóide e esclerose múltipla. 

Além do sol, ela é encontrada também no salmão, gema de ovo e fígado. A Comissão de Alimentos e Nutrição recomenda uma dose de 200 unidades internacionais por dia para adultos de até 50 anos. Pessoas mais velhas precisam de mais doses que podem ser introduzidas através de suplementos. 

Por Carolina Abranches
Fonte: DGABC

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