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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Anvisa proíbe alimentos e bebidas à base de aloe vera


Usada em cosméticos, planta ainda precisa ser testada na categoria alimentação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda, fabricação e importação de alimentos e bebidas à base de aloe vera. De acordo com o órgão, não há comprovação da segurança do uso do componente e nem registro para esse fim. A restrição foi publicada nesta segunda-feira, no Diário Oficial da União.

A aloe vera é uma planta conhecida popularmente como babosa. É usada principalmente em produtos para o cabelo, mas recentemente também era encontrada em bebidas e alimentos, inclusive com função de emagrecimento. Por se encaixar na categoria de "novos alimentos", a planta precisa se submeter ao registro da Anvisa para poder ser comercializada com esse fim.

De acordo com a resolução, o uso da aloe vera é regulamentado apenas como aditivo na função de aromatizantes de alimentos e bebidas, o que continua sendo permitido. As informações são da Agência Brasil.

Fonte: ClicRBS

sábado, 8 de outubro de 2011

Anvisa proíbe 3 remédios para emagrecer


A Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) infirmou nesta terça-feira (4) que está proibida a venda dos remédios que são compostos pela sibutramina, dos medicamentos mais utilizados para o emagrecimento.  O diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, disse que os medicamentos ficarão em observação por 12 meses.

Segundo Barbano, daqui um ano deve acontecer uma nova avaliação sobre a comercialização ou não dos medicamentos com sibutramina. “Em 12 meses teremos as informações necessárias para saber se a decisão que tomamos hoje é a melhor ou se ainda restam dúvidas a ser esclarecidas.”

Além da proibição do composto, a Anvisa ainda proibiu outros três inibidores de apetite sejam comercializados no país: a anfepramona, o femproprex e o mazindol.

No ano passado, a venda e o acesso dos remédios com sibutramina já era restrita. O remédio está classificado como medicamento tipo “B2”, e precisa de uma receita especial para ser vendida. Porém, o acesso não era controlado, já que foi constada a venda sem prescrição a pacientes.

A sibutramina é considerada uma medicação indicada para o emagrecimento já que opera da inibição psíquica da fome. O medicamento é considerado por muitos médicos como perigoso, já que entre os efeitos mais colaterais estão a insônia e os transtornos mentais.

Fonte: Notícias BR

domingo, 2 de outubro de 2011

Anvisa regulamenta publicidade de alimentos pobres em nutrientes

Objetivo é informar que consumo excessivo pode trazer diversos prejuízos à saúde

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou nesta terça-feira, 29, no Diário Oficial da União regulamento sobre a propaganda e publicidade de alimentos com quantidade elevada de açúcar, gordura saturada, gordura trans e sódio, e de bebidas com baixo teor nutricional. 

O objetivo é coibir práticas excessivas que levem o público, em especial o infantil, a padrões de consumo incompatíveis com a saúde e que violem o direito à alimentação adequada. A medida segue uma lista de recomendações internacionais aprovada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) no dia 20 de maio. 

Segundo o texto, as peças publicitárias devem conter um alerta sobre os riscos à saúde provocados pelo consumo excessivo dessas substâncias. Elas devem informar, por exemplo, que a ingestão de alimentos com muita gordura trans eleva as chances de doença do coração, assim como no caso da gordura saturada, que aumenta também os riscos de diabetes.



O consumidor deve ser informado ainda de que alimentos com quantidade elevada de sódio aumentam o risco de pressão alta e de doenças do coração. No caso de alimentos com açúcar em excesso, por exemplo, o alerta é “O (marca) contém muito açúcar e, se consumido em grande quantidade, aumenta o risco de obesidade e de cárie dentária”. 

Os fabricantes terão seis meses para se adaptar às novas regras. Quem não cumpri-las poderá ser interditado e multado no valor que varia entre R$ 2 mil e R$ 1,5 milhão. A penalidade vale também para anunciantes, agências de publicidade e veículos de comunicação.


A medida adotada pela Anvisa também vale para os refrigerantes, refrescos artificiais e bebidas ou concentrados para o preparo de bebidas à base de xarope de guaraná ou groselha e chás prontos para o consumo. O regulamento deve ser aplicado ainda nos caso de bebidas adicionadas de cafeína, taurina, glucoronolactona ou qualquer substância que atue como estimulante no sistema nervoso central. 

Fonte: IG

domingo, 25 de setembro de 2011

Anvisa muda regras para alimentação infantil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) modificou as normas que tratam da alimentação para crianças de até três anos.

As regras alteradas dizem respeito à produção e comercialização de alimentos infantis, em pó ou na forma líquida, feitos à base de leite de vaca e outros animais ou com soja.

As alterações a serem feitas serão na composição nutricional dos produtos, como por exemplo, determinadas vitaminas que terão limite máximo e mínimo.

Desde a última alteração nas normas, feita em 1998, vê-se que há variações sutis na proporção de gordura, proteína e vitamina A nas fórmulas.

Com o objetivo de aproveitar a atualização recente de diretrizes internacionais da nutrição infantil, a Anvisa decidiu criar regras detalhadas para as fórmulas feitas para crianças com necessidades nutricionais específicas.

O prazo para que as empresas se adequem é de 18 meses e os novos produtos já devem atender ao que determinam as portarias publicadas no Diário Oficial da União.

De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Saúde, as normas estabelecidas pela Anvisa são adotadas pelo Departamento de Vigilância Sanitária de Uberaba e, portanto, as novas regras servem também para o município. Por a mudança ser recente, a assessoria alega que ainda não tem maior detalhamento de como será fiscalizada essa modificação. (MS) 

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Anvisa proíbe uso de fitoterápico para emagrecer e mais oito produtos

Fonte: Google Imagens
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação, distribuição, comércio e uso de nove medicamentos fitoterápicos, entre eles o chá sete ervas, usado para combater a obesidade. A decisão foi publicada nesta quarta-feira (14) no Diário Oficial da União.

Dentre os produtos vetados estão a Flor da Catingueira, recomendada para os que buscam fonte alternativa de vitamina C, e elixir do Pai João, usado para impotência sexual.

De acordo com a publicação a resolução entra em vigor nesta quarta e passa a valer mesmo para as unidades que já disponibilizaram os medicamentos no mercado.

Conheça a lista dos produtos vetados:

Chá sete ervas - Recomendado para obesidade, colesterol, celulite, gordura localizada
Flor da Índia (xarope) - Boca amarga, cólica de fígado ou rins, prisão de ventre e dor de cabeça
Flor do Sertão (xarope) - Hepatite, úlcera gástrica, pedras na vesícula e ácido úrico
Flor da Catingueira - Fonte alternativa de vitamina C, com extratos de plantas
Umburana Composta - Tratamento de infecções nos rins, fígado e vesícula
Nutri Plantas (ervas medicinais) - Úlcera, azia, boca amarga e dores gástricas
Folha Santa - Derrames (AVC), palpitações no coração e indicado como "tônico do coração"
Elixir do Pai João (fitoterápico) - Dores de barriga, impotência sexual e perda de memória
Tayu Caroba (elixir natural composto) - Eliminação de cravos, espinhas, tumores e feridas crônicas.

Fonte: Uol

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