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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Espante a sonolência que ataca durante o dia

             A sensação de sono é comum, mas pode ser controlada

Por Fernando Menezes

A sonolência durante o dia é um problema que afeta mais de sete milhões de brasileiros segundo um levantamento feito pelo IBGE em 2009. De acordo com a instituição, esse problema traz malefícios para o bem-estar e saúde dos indivíduos, já que o desânimo prejudica, e muito, a execução de tarefas diárias. 

Fonte: Google Imagens
Segundo o coordenador do setor de ritmos biológicos Sílvio Júnior, do Centro de Estudos em Sonolência e Acidentes da Unifesp, os jovens sofrem ainda mais com a sonolência. Isso acontece porque entre 14 e 22 anos, o ciclo do sono tende a ser mais vespertino. "O corpo do jovem está mais disposto a dormir tarde e acordar tarde. Quando uma pessoa de até 22 anos passa a conviver com a rotina de trabalho, ela passa a ter um déficit de sono". 



Além disso, como a vida social é muito comum nessa faixa etária, e o jovem não quer gastar o tempo livre dormindo, é comum que ele durma apenas cinco horas por noite. Com tão poucas horas de sono, o resultado é você caindo pelas tabelas em plena luz do dia. Mas dá para vencer a batalha contra a sonolência. Logo abaixo, você confere algumas dicas, mas a regra número 1, e mais eficiente, e tentar passar melhorar a qualidade do seu sono.  

Prato saudável
De acordo com Sílvio Júnior, uma vida mais regrada diminui a fadiga durante o dia. "Estabelecer um horário para fazer as refeições, atividades físicas, leitura e, principalmente, uma hora para dormir, regula o ritmo hormonal e faz com que o sono chegue na hora certa", explica. 

No entanto, o isso não é o bastante para acabar com a sonolência. Outro fator  importante é a alimentação. Fazer as refeições em um horário pré-determinado é uma das principais aliadas contra a sonolência. É ela que vai regular o ritmo da produção de hormônios no organismo. "Além disso, exagerar na comida pode levar a um quadro de obesidade, que prejudica ainda mais a sensação de sonolência, já que pessoas com sobrepeso têm mais dificuldade para dormir", aponta Silvio.  


Vale o cuidado para o consumo de alimentos ricos em carboidratos complexos, como pães, massas e doces. O nosso organismo leva muito mais tempo para digeri-los, o que significa que o corpo irá gastar mais energia no processo digestivo, muito menos nas outras funções. Isso deixará a pessoa mais cansada. Invista em alimentos como nozes, legumes e frutas ricas em vitamina C, como laranja, limão, tangerina e caju, que deixam o corpo com mais energia durante o dia.

Efeito rebote
Café, refrigerantes do tipo cola e alguns chás: eles são ricos em cafeína, um poderoso estimulante que faz o corpo reagir assim: o sistema nervoso é acionado, glândulas liberam adrenalina, o coração bate mais rápido e o sangue ganha mais glicose. Por isso, a cafeína é conhecida como uma grande aliada para aumentar a disposição, melhorar a concentração e aplacar o sono. 

Mas, quando é consumida em exagero, ela acelera o ritmo cardíaco, faz a pressão subir e os rins trabalharem mais, aumentando a vontade de urinar. O ideal é consumir, no máximo, 300 mg de cafeína por dia, o que equivale a três xícaras de café. Porém, esse limite pode variar (para menos ou para mais), já que cada pessoa tem um grau diferente de sensibilidade à cafeína.  


Principalmente as bebidas que contém cafeína na composição agem como um estimulante, deixando a pessoa mais disposta por algumas horas e pronta para realizar tarefas. No entanto, uma vez que o efeito passa, o problema da sonolência pode permanecer e até piorar. Tomar bebidas estimulantes causa um efeito cumulativo, ou seja, no dia seguinte é bem provável que a pessoa sinta mais sono e cansaço do que antes.

Na hora de dormir
A qualidade do sono é essencial para evitar a sonolência no dia seguinte. "Dormir em um lugar escuro, com temperatura amena e sem muito barulho é um ótimo método de evitar a sonolência no dia seguinte", diz Silvio. Essa dica é importante, principalmente para as pessoas que não podem aumentar o número de horas dormidas. 

"O que importa nem sempre é a quantidade, e sim a qualidade do sono." Uma medida simples que ajuda a acabar com a insônia e previne a sonolência no dia seguinte é uma das mais populares: tomar leite quente. "O leite não faz diferença, o que ajuda a pessoa a dormir é elevar a temperatura do corpo. Quando o corpo está "morno" há uma série de reações que servem como sinais para que o organismo diminua o ritmo e sua temperatura. Por isso que bebidas como leite, chá ou qualquer outra com a temperatura mais elevada, ou até mesmo um banho quente, ajudam a pegar no sono por causar uma resposta termorreguladora", explica Silvio.  


Terapias
Existem alguns tratamentos que podem ajudar a controlar o sono e diminuir a sonolência durante o dia. Dois delas são a ioga e a aromaterapia. Segundo um estudo feito TriHealth Sleep Center, em Cincinatti, a ioga pode auxiliar nos problemas do sono relaxando músculos tensos, liberando a tensão e colocando o corpo em um profundo estado de relaxamento. 

Os exercícios de respiração e alongamento são feitos para diminuir a ansiedade e o estresse. Fazer esse exercício um pouco antes de dormir melhora o sono e a disposição no dia seguinte. Depois de um tempo, as aulas de ioga servem como estimulantes e ajudam a regular o metabolismo.  


A aromoterapia também pode atenuar e até acabar com a sonolência e regular a produção de hormônios que regulam o sono. Pesquisadores da American Herb Association Quarterly constataram que o aroma de canela reduz a sonolência, a irritabilidade e a frequência de dores de cabeça. Além da canela, aromas de limão e menta são usados para reduzir a sonolência no meio do expediente de trabalho.

 Mesmo que essas terapias consigam resultados satisfatórios a maioria das vezes, o paciente que procurar esse tipo de tratamento deve ficar atento a alguns detalhes. Existem dois tipos de classificação para as pessoas em relação ao sono: as pessoas de sono longo, que precisam dormir aproximadamente 10 horas para recuperar as energias, e as pessoas de sono curto, que ficam satisfeitas e revigoradas depois de cinco horas de sono. "O tratamento contra a sonolência deve levar em conta o perfil de cada pessoa. Por isso, indicar receitas para tirar ou aumentar as horas de sono antes de saber qual é o tipo de sono de cada paciente é pouco eficiente e pode até piorar a vida da pessoa", diz Sílvio. 


Se a pessoa tiver algum tempo livre durante o dia, uma boa dica que é recomendada por todos os terapeutas é praticar algum tipo de exercício físico. Além de regular a produção de hormônios e deixar o metabolismo funcionando de um modo mais acelerado, a prática de atividades físicas faz o corpo gastar muito energia, que precisa ser recuperada durante o sono. E, depois de uma boa noite de sono, não há quem não fique mais disposto. 

Fuja deles
Outros dois maus hábitos grandes causadores da sonolência são o tabagismo e o consumo de bebida alcoólica. O álcool e o cigarro alteram o funcionamento de nosso corpo, deixando-o mais ativo, quando deveríamos estar dormindo, e sem energia, enquanto deveríamos estar alerta.

Fonte: Minha Vida

terça-feira, 19 de abril de 2011

Pesquisa mostra aumento da obesidade no Brasil

Fonte: Google Imagens
Um estudo do Ministério da Saúde divulgado hoje mostra que o brasileiro está cada vez mais obeso e com a alimentação menos balanceada. A pesquisa aponta que 48,1% da população brasileira está acima do peso e 15% são obesos. Na última medição, há cinco anos, a proporção era de 42,7% para sobrepeso e 11,4% para obesidade. Especialistas da Universidade de Brasília apontam a má alimentação como a maior causa do aumento nos números.


A professora Eliane Said Dutra, do departamento de Nutrição da UnB, não se surpreendeu com os resultados da pesquisa. “Infelizmente eram números esperados”, afirma. “Hoje em dia há um consumo menor de alimentos com pouca densidade calórica e nutricionalmente ricos, como frutas e legumes”, diz a professora Kênia Mara Baiocchi,do Departamento de Nutrição. Ela destaca, porém, que a obesidade é causada por diversos fatores. 


A pesquisa também mostra que 14,2% dos adultos não fazem nenhuma atividade física no tempo livre. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a prática de 30 minutos de atividade física pelo menos cinco vezes por semana. A professora Kênia conta que para lutar contra o sedentarismo é preciso também que a população encontre locais seguros para praticar o esporte. “O governo não oferece isso, nem faz qualquer tipo de regulação sobre a propaganda intensiva de comidas que fazem mal para a saúde.”

Eliane Dutra explica que os números mostram uma transição epidemiológica. “Antes a maioria das mortes eram causadas por doenças infecciosas, hoje são por doenças crônicas e a obesidade é um dos principais fatores de risco”. Ela aponta que muitos esquecem que a própria obesidade é uma doença com desfechos trágicos. “Ela é um fator determinante para acidentes vasculares cerebrais e infarto. Existem obesos saudáveis, mas são uma minoria”, afirma Eliane. 

Anelise Rizzolo, do Observatório de Segurança Alimentar e Nutrição da UnB, aponta que uma recente medida do Ministério da Saúde que impõe uma diminuição de sódio em alimentos industrializados, pode minimizar estes problemas. "Não é possível mudar a alimentação totalmente. Temos que encontrar uma maneira de melhorar o que já comemos".

A pesquisa do Ministério da saúde mostra um avanço no sobrepeso nas crianças e adolescentes, segundo Eliane. “No ponto de vista de saúde pública, isso é muito ruim”, diz a professora. Ela afirma que o aumento da obesidade pode causar uma grande sobrecarga no sistema de saúde. A professora Kênia sugere uma política intensiva nas escolas para reverter o quadro. “É mais fácil educar as crianças a comerem bem do que reeducar adultos que já comem mal”, diz.

Inclusive está nos planos da UnB uma mudança no futuro da alimentação escolar. O Núcleo de Referência em Alimentação Regional que irá funcionar no Centro de Excelência em Turismo (CET), visa formar chefes de alimentação escolar. O objetivo é melhorar a qualidade da merenda no País e capacitar cozinheiras e merendeiras na busca de uma alimentação mais saudável e saborosa.


GLOBALIZAÇÃO – A pesquisa também enfocou mudanças na alimentação do País. O brasileiro aumentou o consumo de leite integral e carne com gordura. Entretanto o consumo de hortaliças diminuiu. Para Anelise, o dado mostra que a alimentação está sendo influenciada pela cultura globalizada. “São os efeitos perversos da globalização. Estamos tendo menos tempo para cuidar de nós mesmos”, comenta a professora. Um dado interessante, que mostra uma mudança no padrão alimentar, é a diminuição do consumo de feijão por cinco dias na semana, que caiu de 71,9% para 66,7%.

A professora Kênia deixa claro que para reverter o quadro o melhor é fugir das dietas milagrosas. “Emagrecer muito em muito pouco tempo não resolve, porque a pessoa costuma recuperar os quilos perdidos”, explica a professora. A exceção seriam os casos de obesidade mórbida, quando existe a necessidade de uma perda imediata de gordura. “Só então podemos pensar em alternativas drásticas, como a cirurgia de redução de estômago.”

UnB Agência

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Ervas brasileiras podem ajudar a emagrecer, segundo pesquisa da USP

Universidade de São Paulo (USP) realiza estudos e testes pré-clínicos e garante eficácia de ervas brasileiras para emagrecimento e controle da obesidade.

Por Ana Paula Duarte


Foto: Google Imagens
A PHOLIANEGRA, extrato concentrado e padronizado de varietais compostos de ervas brasileiras, foi testada, durante dez meses, pelo Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP em São Paulo, e a conclusão dos estudos e testes foi que PholiaNegra é eficaz e segura como emagrecedor fitoterápico.

As pesquisas foram dirigidas pela Professora Maria Martha Bernardi e sua equipe de pesquisadores e revelam que PholiaNegra pode reduzir o sobrepeso em mais de 10%.

O “Estudo de Eficácia e Segurança do Insumo Fitoterápico PholiaNegra” verificou a propriedades emagrecedoras e inibidora da fome em modelo experimental de obesidade e efeitos tóxicos. “O estudo teve como objetivo principal verificar se as ervas emagrecem realmente e se apresenta efeito colateral e toxicidade”, resume Professora Martha – coordenadora dos testes.

As conclusões técnicas do Estudo pré-clínico, da Faculdade de Medicina Veterinária da USP, em São Paulo, sobre PHOLIANEGRA foram:
  • Eficaz na redução de peso em 30 dias;
  • Delta de Perda de Peso in vivo (DPP) 10%;
  • Nenhum sinal de toxicidade e efeito colateral durante o tratamento.
  • Além de efeito emagrecedor, a literatura mostra que o extrato possui várias atividades biológicas, como efeitos anti-oxidantes e anti-inflamatórios, efeitos estes que serão testados pelo grupo da pesquisadora em breve.
  • O extrato recebeu certificação científica e pode ser utilizado com segurança e eficácia como auxiliar natural nas dietas de emagrecimento.
PHOLIANEGRA: a) retarda o esvaziamento gástrico; b) acelerando a plenitude gástrica (sensação de saciedade); c) promove manutenção do peso eliminado por até 12 meses; d) altera o metabolismo de ácido graxos e de glicose, diminuindo a formação de gordura visceral; e) reduz o quociente respiratório, indicando aumento da oxidação de gordura e; f) reduz o sobre-peso em 10% (DPP 10%).

Seus efeitos benéficos para diminuição do apetite e manutenção do peso estão comprovados cientificamente pela maior e mais importante universidade do Brasil.

PholiaNegra é um insumo. Não se trata de um produto acabado ou um medicamento registrado na ANVISA. Não pode ser ingerido como tal. Somente mediante uma formulação Magistral com receituário médico.

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