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sábado, 29 de outubro de 2011

Aumento de sonolência está relacionado ao peso da pessoa


De acordo com pesquisa realizada na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP- USP), o consumo de carboidratos por trabalhadores noturnos esta relacionado com seu grau de sonolência. A pesquisa sugere que pessoas com sobrepeso e obesidade são mais propensas a sentirem mais sono na mesma medida em que consomem alimentos ricos em carboidratos.

Para realização da pesquisa, a nutricionista Patrícia Nehme promoveu uma intervenção alimentar em um grupo de 24 funcionários da escala noturna de uma empresa da Baixada Santista, controlando alguns fatores da alimentação desses.

A interferência alimentar ocorreu apenas dentro do ambiente de trabalho e tendo como base a própria alimentação já servida pela empresa, sendo que fatores como a ingestão de café foram limitados para eu não interferissem nos resultados.

Em uma etapa de estudo, a pesquisadora aumentou a quantidade de carboidratos ingeridos, e, em uma segunda, a quantidade de proteínas. No início e no final de cada etapa, foi medida a sonolência do s voluntários. 

Da série de observações, Patrícia concluiu que o aumento da sonolência é mediado pelo Índice de Massa Corporal (IMC), ou seja, quanto maior o IMC, maior a influência da alimentação em sua sonolência. Observou-se também que os carboidratos favorecem a sonolência nos obesos.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Remédio ajuda a largar o cigarro, diz estudo da USP

Fonte: Google Imagens

Levantamento feito pelo Hospital Universitário da USP mostra que 45% dos pacientes que utilizaram algum tipo de medicamento conseguiram abandonar o vício. Entre os que não receberam medicamentos, só 22% largaram o cigarro.

Para o doutor João Paulo Lotufo, responsável pelo programa de combate ao fumo do hospital, o uso da combinação de um programa de terapia comportamental acompanhado de medicamentos aumenta bastante as chances.

O estudo foi feito com 1,6 mil pessoas (65% eram mulheres) que procuraram tratamento para parar de fumar. De acordo com o levantamento, 41% começam a fumar entre 11 e 14 anos, e 80% precisam de várias tentativas para largar o vício. O lançamento desse estudo faz parte das atividades do Dia Mundial Sem Tabaco, comemorado hoje. 

Agentes da Secretaria da Saúde estarão no Pátio do Colégio, no centro, para alertar a população sobre os malefícios do cigarro. Ainda hoje, limparão da Paulista todas as bitucas de cigarros espalhadas no entorno do Conjunto Nacional. 

Nos últimos 20 anos, o número de brasileiros com mais de 15 anos que fumam caiu de 32% para 7,2%, segundo o IBGE. Apesar disso, o cigarro ainda mata 200 mil pessoas anualmente no país, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). Cada cigarro contém mais de 4 mil substâncias tóxicas. Entre elas, a nicotina e o monóxido de carbono, que promovem a degradação da camada interna dos vasos sanguíneos.

75% querem banir cigarro com sabor

A maior parte dos brasileiros aprova a proibição de aditivos como menta, chocolate e morango nos cigarros, segundo pesquisa do Instituto Datafolha divulgada ontem. O levantamento, feito para descobrir quais as melhores medidas para reduzir o consumo de cigarro entre jovens e adolescentes, mostra que 75% são a favor do uso de sabores.

Outros 76% dos entrevistados apoiam o aumento de impostos, e 78% pensam que a publicidade em bares e outros pontos de venda deve acabar. O uso de aromas nos cigarros teria como único objetivo atrair os jovens. 

O mentol, o mais comum deles, também seria responsável por tornar o cigarro mais viciante. O aroma, mais palatável ao gosto dos jovens, consegue diminuir o desconforto da nicotina ao reduzir a irritação na garganta, devido a seu efeito anestésico.

Fonte: Band

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Ervas brasileiras podem ajudar a emagrecer, segundo pesquisa da USP

Universidade de São Paulo (USP) realiza estudos e testes pré-clínicos e garante eficácia de ervas brasileiras para emagrecimento e controle da obesidade.

Por Ana Paula Duarte


Foto: Google Imagens
A PHOLIANEGRA, extrato concentrado e padronizado de varietais compostos de ervas brasileiras, foi testada, durante dez meses, pelo Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP em São Paulo, e a conclusão dos estudos e testes foi que PholiaNegra é eficaz e segura como emagrecedor fitoterápico.

As pesquisas foram dirigidas pela Professora Maria Martha Bernardi e sua equipe de pesquisadores e revelam que PholiaNegra pode reduzir o sobrepeso em mais de 10%.

O “Estudo de Eficácia e Segurança do Insumo Fitoterápico PholiaNegra” verificou a propriedades emagrecedoras e inibidora da fome em modelo experimental de obesidade e efeitos tóxicos. “O estudo teve como objetivo principal verificar se as ervas emagrecem realmente e se apresenta efeito colateral e toxicidade”, resume Professora Martha – coordenadora dos testes.

As conclusões técnicas do Estudo pré-clínico, da Faculdade de Medicina Veterinária da USP, em São Paulo, sobre PHOLIANEGRA foram:
  • Eficaz na redução de peso em 30 dias;
  • Delta de Perda de Peso in vivo (DPP) 10%;
  • Nenhum sinal de toxicidade e efeito colateral durante o tratamento.
  • Além de efeito emagrecedor, a literatura mostra que o extrato possui várias atividades biológicas, como efeitos anti-oxidantes e anti-inflamatórios, efeitos estes que serão testados pelo grupo da pesquisadora em breve.
  • O extrato recebeu certificação científica e pode ser utilizado com segurança e eficácia como auxiliar natural nas dietas de emagrecimento.
PHOLIANEGRA: a) retarda o esvaziamento gástrico; b) acelerando a plenitude gástrica (sensação de saciedade); c) promove manutenção do peso eliminado por até 12 meses; d) altera o metabolismo de ácido graxos e de glicose, diminuindo a formação de gordura visceral; e) reduz o quociente respiratório, indicando aumento da oxidação de gordura e; f) reduz o sobre-peso em 10% (DPP 10%).

Seus efeitos benéficos para diminuição do apetite e manutenção do peso estão comprovados cientificamente pela maior e mais importante universidade do Brasil.

PholiaNegra é um insumo. Não se trata de um produto acabado ou um medicamento registrado na ANVISA. Não pode ser ingerido como tal. Somente mediante uma formulação Magistral com receituário médico.

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