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domingo, 4 de dezembro de 2011

5 passos para dormir bem e emagrecer 7 kg


Médico americano revela os 5 passos básicos para você dormir melhor e detonar de vez a gordura da barriga!

Reportagem: Daniella De Caprio - Edição: MdeMulher 

Conteúdo do site ANAMARIA



Depois de uma boa noite de sono, você 
se sente mais bonita e bem mais disposta!
Foto: Dreamstime
Sempre que alguém fala em perder peso, já vem à nossa cabeça aquela dieta sofrida e difícil, cheia de restrições alimentares que, logo depois, nos fará voltar ao peso inicial. Dá um desânimo, né? Mas o médico americano Michael Breus vai levantar seu astral rapidinho. Autor do livro "The Sleep Doctor's Diet Plan" (na tradução do inglês, "O Plano de Dieta do Médico do Sono", ainda sem edição no Brasil), ele aposta em um método capaz de eliminar todas as dietas. E o segredo é dormir!

"Mas esse sono precisa ter boa qualidade e quantidade ideal de horas para cada pessoa. Dormindo do jeito certo, você consegue perder até 7 quilos em um mês", atesta Breus. Veja a seguir como isso acontece.

Por que o sono emagrece?


Segundo Breus, isso acontece porque as gorduras são transformadas em energia mais rapidamente enquanto dormimos. Mas é preciso dormir pelo menos 7 horas e meia por noite. Daí o seu metabolismo (ou seja, a capacidade do corpo de transformar gordura em energia), se acelera. Dessa maneira, os hormônios ficam regulados, você come com equilíbrio e emagrece.

Ainda em dúvida? Estudos da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, comprovam: adultos que dormem bem possuem 20% menos de gordura na barriga. "Quando dormimos mal, nossos níveis de cortisol [o hormônio que ajuda a estocar gordura no organismo] aumentam, deixando a barriga enorme", explica Breus.

Quanto é preciso dormir para perder peso?

De acordo com o médico Michael Breus, a quantidade de sono costuma variar de pessoa para pessoa. Porém, em seu livro, Breus segue uma regra válida para todos. A regra é clara: cada estágio de sono tem, em média, 90 minutos. O ideal é que a pessoa durma, no mínimo, 5 estágios por noite. Dessa maneira, a soma resultará em 7 horas e meia de sono, pelo menos.

5 passos para dormir do jeito certo


1. Tenha um horário regular.
Tente dormir e acordar sempre na mesma hora todos os dias. "Quanto mais regrado seu horário de sono, mais seus hormônios ficarão balanceados e mais você emagrecerá", explica Breus.

2. Pare com o café.
A cafeína fica em nosso corpo durante 10 horas. Por isso, o ideal é que você tome um cafezinho apenas após o almoço ou, no máximo, até as 14 horas. Assim, seu corpo terá tempo para se livrar da cafeína.

3. Coma fibras e proteínas.
Manter uma alimentação rica em proteínas e fibras a cada quatro horas fará o açúcar do seu sangue se estabilizar. Isso aumentará sua energia e diminuirá a famosa gula.

4. Faça exercícios de dia.
Ou, no máximo, até quatro horas antes de dormir. Assim, você queima calorias, define os músculos e acelera o metabolismo.

5. Tome sol pela manhã.
Quando você dorme bem, alguns hormônios 
que ajudam no emagrecimento são produzidos
Foto: Dreamstime
Tomar sol 15 minutos pela manhã (antes das 10 horas e, de preferência, com uso de protetor solar) ajuda a regular o sono, aumentando os estágios do sono e fazendo com que a sua noite seja muito mais agradável! Agora você tem um excelente motivo para levar o cachorro para passear!


Os 5 hormônios do sono


Quando você dorme bem (ou mal), afeta a produção de vários hormônios pelo seu corpo. Veja os benefícios (ou o estrago) que uma noite de sono pode fazer em sua vida:

Leptina
· Se você dorme bem...
Ajuda a reconhecer que o corpo está satisfeito.

· Se você dorme mal...
Diminui bastante a sensação de saciedade e você já acorda sentindo fome!

Grelina
· Se você dorme bem...
Faz você sentir fome natural.

· Se você dorme mal...
Aumenta a vontade natural de comer em 20%!

Cortisol
· Se você dorme bem...
Regula o apetite.

· Se você dorme mal...
Aumenta o apetite e faz o corpo acumular gordura na barriga.

Hormônio do crescimento (hgh)
· Se você dorme bem...
Diminui a gordura corporal.

· Se você dorme mal...
Transforma calorias em gordura.

Fonte: M. de Mulher

terça-feira, 18 de outubro de 2011

A energia dos alimentos crus


Compartilho com os leitores um texto para pensarmos a alimentação além da questão de peso e nutrição do corpo, mas também sob o enfoque da energia do que ingerimos. O tema é crudivorismo, ou seja, ato de se comer alimentos crus.

Esse estilo de alimentação enquadra-se na dieta vegetariana e tem diversos benefícios para o organismo comprovados em estudos científicos.

Segundo eles, o alimento cozido, além de deteriorar nutrientes como algumas vitaminas e minerais, acidifica o sangue.  Isso compromete a energia vital que é uma “força natural” contida em nosso organismo. Esta força nos dá disposição e também estimula o corpo a curar-se com sua própria força, dispensando, na maioria das vezes, meios artificiais como as remédios vendidos nas farmácias, que geralmente apresentam efeitos colaterais a curto ou longo prazo.

A energia vital é também o principio básico da cura pela homeopatia e acupuntura. Os acupunturistas a chamam de KI, porém Hipócrates (460 a 377 a.C.), médico grego considerado “o pai da medicina”, já a conhecia com o nome de fisis.

O alimento cru (legumes, frutas, sementes) estimula a mastigação, que fortalece os dentes, e a maior produção de saliva, indispensável para todo o processo metabólico.

De acordo com o crudivorismo, não basta o alimento ser cru, ele tem que ser “vivo”, o que é fundamental para alcalinizar o sangue, equilibrando a temperatura do corpo e este, em perfeito funcionamento, fabricará as enzimas necessárias e tudo mais que o corpo necessita, chegando a fazer transmutação de substâncias, já que não gastará energia para transformar o alimento em glicose, como explica o cientista Mario Sanchez, em seu livro: Medicina Nutricional.

Os nutrientes encontrados numa semente germinada, por exemplo, são riquíssimos. Caso seja cozida, porém, ela perde grande parte do seu valor nutricional, como também acontece com os legumes, frutas e verduras, que passam a ser indigestos e provocam gases.

Quem come cru não se preocupa com caloria e sim com a diversificação dos alimentos e são levados em consideração o sol e o ar como nutrientes indispensáveis para o bom funcionamento do organismo.

O sol, além de participar da metabolização de vitaminas e minerais, é um grande curador conforme estudos milenares (helioterapia) ou mais atuais, dos médicos Luz Tavera-Mendoza e John White da McGill University – Estados Unidos. O sol é apontado como um grande aliado do homem por produzir antibióticos naturais, substâncias anti-cancerígenas e ajudando a proteger todo o sistema imunológico.


“A fotossíntese” humana
O ar também é um curador milenar (eoloterapia). Uma boa respiração faz a diferença. Nos alimentamos de oxigênio não só pelo pulmão, mas também pela pele e talvez por isso os médicos Luz Tavera-Mendoza e John White ainda dizem em sua pesquisa que pessoas que vivem ao ar livre têm 57% menos possibilidade de ficar doentes e 77% de redução de propensão em contrair qualquer tipo de câncer.



Especificidade
A posição da American Dietetic Association (ADA) em relação ao crudivorismo indica que os dados sobre o efeito desta dieta na saúde ainda são limitados e ressalta que o acompanhamento nutricional é fundamental a fim de evitar a deficiência de nutrientes. Além disso, alerta que esse tipo de dieta restritiva não deve ser recomendada para lactentes e crianças.


Com informações da naturopata Suzete Barreto.

domingo, 24 de julho de 2011

O que engorda mais: milho ou ervilha?

Ervilhas e milhos são ricos em fibras.
 Crédito: Getty Images.
Se você está preocupada com o ponteiro da balança, aposte no milho, que é menos calórico que a ervilha. O primeiro tem 109 calorias e o outro grão, 83 (quantidade equivalente a 130 g). Além de mais calórica, a ervilha também possui mais reservas de energia. Ela tem 22 g de carboidrato. Já o milho contém só 15 g.

Atenção, hipertensas! A verdinha tem mais que o dobro da quantidade de sódio, que faz a pressão disparar, além de causar retenção de líquido e inchaço. Portanto, nesse caso, prefira o milho.

Quer ter ossos fortes? Invista nos grãos amarelos. O milho contém 89 mg de cálcio e fósforo, já a ervilha tem só 1 mg. Além de afastar a fadiga, esses dois sais minerais deixam a massa óssea novinha em folha.

Mas a ervilha tem suas qualidades! Ela tem mais proteínas que o milho, substâncias essenciais para turbinar os músculos. Compare: a ervilha tem 5,3 g e o milho, 2,3 g. “As grandes vantagens da proteína vegetal são a ausência de gordura e a presença de fibras”, diz a nutricionista Márcia Terra, consultora da empresa de nutrição Nutri-Insight, em entrevista à revista SAÚDE!.

E por falar em fibras, qual desses grãos têm mais dessa substância? É a ervilha! O grão verde tem 4,5 g e o amarelinho, 4,3 mg. As fibras ajudam no funcionamento do intestino e dão uma boa sensação de saciedade, por isso, diminuem a fome.

sábado, 23 de julho de 2011

Sanduíches light: aprenda a combinar pães e recheios

O segredo de um bom sanduíche está na escolha correta do pão e no perfeito entrosamento entre ele e o recheio”, ensina Eduardo Duó, chef do restaurante Vira-Lata, em São Paulo, em entrevista à revista MANEQUIM.

Vários tipos de pães para preparar sanduíches.
 Escolha o seu. Crédito: Getty Images.
O especialista diz que é importante observar a espessura e a crocância da casca. Quanto mais firme ela for, mais suportará recheios pesados, como carnes. Fique de olho também na densidade do miolo. Ela ajuda a absorver molhos. Veja aqui as dicas do chef Eduardo para acertar na combinação de pães e recheios light.


Sírio 
É um pão mais fino e seco, típico da culinária árabe. Costuma ser tostado para suportar o recheio. Você pode recheá-lo com folhas verdes, patês light, queijos cremosos brancos e frios, como peito de peru.



Baguete
Leva mais sal e fermento do que o pão francês do Brasil. Tem casca firme e miolo denso, por isso, você pode usar recheios mais pesados, como carnes magras, filé de frango (sem pele) e tomate seco.



Ciabatta
Esse tipo de pão tem origem italiana. É feito com farinha, água, sal e fermento. A casca é firme e o miolo é levinho. Prepare sanduíches com legumes grelhados e frios pouco calóricos, como peito de peru.



Francês
A receita leva açúcar e gordura vegetal, por isso é calórico. Que tal enchê-lo com carnes magras, queijos light e ovo?



Integral
É feito a partir da mistura das farinhas branca e integral. Alguns levam cereais e grãos. São ricos em fibras, por isso, geram saciedade e diminuem a fome. Esse tipo de pão é o mais indicado para quem está de dieta. Boas dicas de recheio são verduras, legumes, queijos brancos, patês light e atum.

Fonte: M. de Mulher

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Conheça os alimentos que espantam o estresse

A combinação entre a correria do dia-a-dia, preocupações, muitas horas extras no trabalho e pouco tempo de descanso basta para incorporar à sua rotina uma companhia mais do que indesejada: o estresse. Quando esse indesejável visitante chega, descuidar da alimentação é quase uma regra, ainda que o comportamento só torne o problema ainda mais grave . O ponto de partida para evitar o cansaço e o desânimo é uma dieta equilibrada com carboidratos, proteínas, frutas, hortaliças, leguminosas, minerais e fibras, explica a nutricionista Juliet Marzalek, especialista em nutrição clínica. 

Um dos efeitos bastante conhecidos do estresse é a famigerada compulsão alimentar, que também pode desencadear outras doenças, como a obesidade e hipertensão. Portanto, comer corretamente é fundamental para evitar um efeito dominó de vários males para o organismo.


É importante privilegiar um cardápio que contenha uma variedade de alimentos, pois é a associação correta entre eles que vai fornecer nutrientes na quantidade necessária para nosso corpo, ensina Juliet. A seguir, saiba quais são os principais ingredientes para mandar o extremo cansaço embora.


Coma certo Uma alimentação adequada fará seu intestino funcionar regularmente. Esse órgão ajuda na produção de serotonina, o poderoso hormônio responsável por controlar o humor e a peça chave para varrer a fadiga da sua vida.


Bons sonhos Uma noite bem dormida também é pré-requisito para a dieta contra o cansaço. Durante o sono, nosso corpo produz melatonina, um hormônio antioxidante, que vai remover os radicais livres do organismo e proporcionar uma sensação de bem-estar e relaxamento , explica Juliet. Para relaxar; fique longe de estimulantes, como o café, chocolate e álcool, que inibem a produção do hormônio.


Hidrate-se A nutricionista Juliet Marzalek recomenda muita água para evitar a cefaléia, um tipo bem agudo de dor-de-cabeça. A quantidade diária suficiente varia entre um litro e meio e dois litros. Somente a água consegue hidratar o organismo 100% , alerta a especialista em nutrição clínica. 


Serotonina para dar e vender Alimentos que estimulam a produção de serotonina são mais do que bem-vindos na sua dieta. Banana e abacaxi são ótimas fontes. Fuja dos alimentos com alto índice glicêmico (como o mel, pães brancos, farinhas refinadas, refrigerantes, açúcar e doces), pois darão um pique passageiro ao organismo, fazendo você sentir fome novamente rapidinho. Além disso, eles engordam e muito!


Felicidade é o que interessa Outra fonte de bem-estar é o triptofano, um aminoácido precursor da serotonina e presente nas vitaminas do complexo B, principalmente, na vitamina B6. Você pode encontrar triptofano no lombo e presunto suíno (fique atento para os cortes magros); nos pães e cereais integrais; leite e iogurte desnatados; queijos (prefira os sem gordura); feijão, lentilha, soja, grão de bico, abacate, gérmen de trigo e levedo de cerveja. Nesse último caso, não vale ingerir a bebida alcoólica, pois o álcool impede a absorção das vitaminas do Complexo B , alerta Juliet Marzalek.Só evite ingerir combinar a ingestão de alimentos ricos em cálcio com outros ricos em vitaminas do complexo B. O mineral dificulta a absorção dessas vitaminas , explica a nutri. 

Capriche na vitamina C Alimentos ricos em vitamina C, como a acerola, mamão, goiaba, kiwi, pimentão, brocólis, salsinha, couve-flor e repolho, são cheios de ácido ascórbico, responsável por melhorar a absorção das vitaminas do complexo B e do ferro, mineral presente nas carnes vermelhas e que participa do transporte de oxigênio nas células, combatendo a indisposição. A ingestão diária recomendada de vitamina C é de 75 mg para mulheres e de 90 mg para os homens, o que equivale a 3 e 4 frutas, respectivamente. Se você for um fumante, acrescente mais 30 mg a quantidade necessária. Evite megadosagem e ingira os alimentos ou o suco da fruta logo depois de cortados ou preparados para o oxigênio do ar não oxidar a vitamina C , recomenda a nutricionista Juliet Marzalek. E atenção: só tome suplementos de vitaminas e minerais caso haja prescrição médica. Do contrário, eles podem prejudicar sua saúde, em vez de deixá-la tinindo. 

Fonte: Minha vida

quinta-feira, 21 de julho de 2011

6 dicas para combater distúrbios do sono em crianças

Muitas crianças têm dificuldades na hora de dormir, e, apesar de comuns, elas não podem ser deixadas pra lá; uma má noite de sono pode causar muitos outros problemas aos pequenos. Portanto, aproveite algumas dicas e torne a hora de dormir de seus filhos mais agradável .
Letícia Resende - hypescience

Problemas de Sono
Problemas de Sono / Foto: Letícia Resende/Hypescience


O sono é importante na vida das crianças por diversas razões: quando elas não dormem no mínimo nove horas por dia, podem ficar cansadas, mal-humoradas, irritadiças e agressivas; também podem perder a capacidade de concentração, de foco e de resolver problemas. Além disso, o hormônio do crescimento é secretado durante o sono. Sendo assim, aproveite algumas dicas para driblar os principais problemas que atingem as crianças durante a noite:
  • 1 – APNEIA E RONCO


Crianças que sofrem de apneia param de respirar diversas vezes durante a noite e, cada vez que isso acontece, elas têm dificuldade para voltar a dormir. “Essas crianças geralmente apresentam problemas comportamentais e de aprendizado, além de ter chances maiores de sofrer com pressão alta”, diz a médica americana Judith Owens. Um estudo recente mostrou que um quarto das crianças do ensino fundamental sofria de apneia leve; 1% delas apresentava casos mais severos.



Às vezes, a causa é infecção das vias respiratórias, em outros casos, amídalas ou adenóide inchadas.
 
Diagnóstico: Crianças com apneia geralmente têm a respiração pesada ou roncam. O peito da criança pode mexer com vigor durante o sono, ou sua cabeça pode mover para trás na tentativa de respirar.


Dica: A única maneira de saber com certeza é sob supervisão médica. O problema pode ser solucionado por meio de cirurgia de remoção de amídalas ou dieta. Remédios também podem amenizar a condição.

  • 2 – ANSIEDADE

Problemas na escola ou em casa, medos comuns entre crianças, ou falta de costume de dormir sozinha podem causar ansiedade na criança. O resultado? Falta de sono.
 
Diagnóstico: Se a criança está exausta e mesmo assim se recusa a ir dormir, ou tem dores repentinas na hora de ir para cama, a causa pode ser ansiedade. Ela pode pedir água, abraços ou inventar qualquer outra desculpa para não ter que fechar os olhos e ir dormir.


Dica: Não julgue ou brigue com a criança, diz a diretora do Instituto do Sono de Nova Jersey, EUA, Susan Zafarlotfi. Sugira que ela escreva sobre suas preocupações em um diário. “Escrever ajuda a se livrar dos problemas e não levá-los para a cama”, diz ela. Faça com que ela lide com seus medos na manhã seguinte, mas, se o problema persistir, consulte um pediatra. Crianças com mais de cinco anos gostam de agradar e respondem melhor quando recebem recompensas, ainda mais quando elas escolhem qual será a compensação.

  • 3 – POUCO EXERCÍCIO, MUITO COMPUTADOR

Crianças ativas dormem melhor. Pesquisadores da Nova Zelândia relacionaram cada hora de inatividade durante o dia a três minutos de dificuldade para dormir de noite. “Exercícios físicos produzem substâncias químicas que ajudam a relaxar e a dar sono”, disse o pesquisador em pediatria da Universidade de Miami Shahriar Shahzeidi. Passar horas no computador antes de dormir também atrapalha em parte porque o brilho do monitor pode atrapalhar o ciclo de período de sono.
 
Diagnóstico: A criança passa metade do dia sentada na escola e a outra metade no computador ou na TV.


Dica: Estimule a criança a realizar atividades físicas. Se ela não está envolvida em nenhum esporte, sugira algum, ou limite o tempo que ela pode ficar na frente da TV ou do computador. Contudo, evite que ela se exercite logo antes do horário de dormir.  
  • 4 – ACORDAR NO MEIO DA NOITE

Qualquer problema físico, como dor de estômago ou dores musculares, pode fazer com que a criança acorde no meio da noite. Entretanto, as causas mais comuns são alergias, asma e refluxo. Segundo o médico Julian Allen, aquelas que sofrem com asma ou alergias podem passar o dia bem e sofrer à noite, porque, neste período, o processo inflamatório piora e as vias respiratórias ficam mais estreitas.
 
Diagnóstico: Apesar de dormir cedo, a criança fica irritada na escola, ou pega no sono na hora do jantar. Outra característica são tosses ou espirros à noite, olhos inchados e nariz escorrendo de manhã.


Dica: Procure alergistas para receitar remédios que controlem as alergias e os processos inflamatórios.

  • 5 – SONAMBULISMO
A médica Karen Ballaban, de Nova Iorque, EUA, alerta que entre 20% e 40% das crianças em idade escolar sofrem de sonambulismo. O culpado? Um estágio de sono incompleto que faz com que o cérebro continue “dormindo” enquanto o corpo pode se mover por aí.


Diagnóstico: Geralmente, o sonambulismo ocorre nas primeiras horas de sono. Dica: O problema, provavelmente, irá passar com o tempo. Enquanto isso, tire obstáculos do caminho da criança. Se você encontrar a criança no meio do caminho, gentilmente a leve de volta para a cama (você pode até tentar acordá-la, mas é difícil). Se acontecer com muita frequência, procure um pediatra.

  • 6 – TREMEDEIRA NOS MEMBROS
Existe um distúrbio que faz com que as pernas e os braços da criança se movam involuntariamente durante o sono e pode atrapalhar o descanso delas. Geralmente é causado por deficiência de ferro, ácido fólico, ou dopamina.


Diagnóstico: A criança treme os membros superiores e inferiores durante a noite ou mesmo quando está acordada e parada.


Dica: Peça ao pediatra exames para avaliar o nível de ferro e de ácido fólico. Massagem também pode ajudar.


Dica extra: Uma boa noite de sono começa horas antes da criança ir para cama. Evite oferecer chocolate ou refrigerantes que contenham cafeína, mantenha horários bem controlados, controle o uso do celular, tome cuidado com filmes de terror e outras coisas que assustem crianças. Ajude a transformar a hora de dormir em algo prazeroso com histórias, um abraço e um ambiente confortável.[CNN]

Fonte: ADJorisc

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Alimentação é responsável pela transformação do paladar

Fonte: Google Imagens
A partir da nossa formação, desde o momento em que estamos crescendo dentro do útero da nossa mãe, já começam as experiências com os sabores. O líquido que nos protege vai alterando sua composição conforme a quantidade de resíduos do feto e a proporção de nutrientes passados da mãe. Dependendo da sua composição, este líquido pode sofrer alterações e se tornar mais característico para um dado "sabor". A partir da 12ª semana de gestação é possível visualizar se o feto se agrada ou não com cada tipo de resíduo mais prevalente. Muitos cientistas explicam que nesta fase embrionária ocorre a preferência pelo sabor doce pelo padrão de segurança, pois está vinculado com o fornecimento de energia, portanto seguro para o consumo. O gosto amargo remete a algo que pode estar estragado e o sabor salgado implica que há minerais e proteínas. 
Cada um de nós vivencia experiências diferentes, portanto temos gostos diferentes e hábitos diferentes também
Depois desta primeira experiência com os sabores, o recém nascido passa a receber em grande parte o leite materno, que por sua vez é levemente adocicado e também apresenta características de sabores diferentes dia a dia, dependendo da alimentação da mãe. Caso o recém nascido receba algum tipo de leite industrializado, este terá o mesmo sabor. Esta falta de mudança no padrão de sabores pode facilitar a uma alimentação monótona, tão discutida nos dias atuais.



Logo mais, a criança irá receber novos alimentos, a partir de sucos e papas, e começa interagir com novos sabores sendo que geralmente nesta fase ocorre a neofobia alimentar, que representa o medo de experimentar novos sabores. Essa transição é bem natural, e a família, deve ter uma enorme paciência para oferecer o mesmo alimento até por oito vezes para verificar se realmente a criança não gosta do referido sabor. Vale muito a pena ressaltar aqui o comportamento alimentar dos pais, pois este é muito importante como exemplo e estimulo a ser seguido pelos filhos.



Dependendo do tipo de influência que cada criança vai ter dentro da sua casa, com seus pares (família, amigos e outros), este processo de construção vai se transformando dia a dia, conforme cada situação, pois a alimentação é algo totalmente variável de acordo com cada fase da vida e o meio social em que estamos inseridos.  


Alimentação a partir da adolescência 



Partindo para a próxima etapa; a adolescência, observa-se que nesta fase da vida, geralmente ocorre a exclusão do café da manha, as refeições rápidas são escolhidas para aumentar o tempo nos estudos, no lazer ou ainda para uso da internet para fins variados, neste momento os adolescentes vão preferir alimentos práticos que se comem com as mãos. Todas as escolhas nesta fase começam a dar sinais com a percepção corporal, pois aqui o corpo ainda está passando por um grande processo de mudança e geralmente por volta dos 15-16 anos, o adolescente se preocupa mais com sua aparência física.



Com a chegada de uma nova fase: a do adulto jovem. Muitos já estão trabalhando e, portanto, acabam tendo maior autonomia para suas tomadas de decisões, inclusive as alimentares. Nesta fase ocorre muita utilização de refeições rápidas, como restaurantes por quilo, lanchonete que servem almoços, redes de fast food e ainda cantinas de universidades.

Porém as escolhas ficam baseadas no passado de cada um. Cada um de nós vivencia experiências diferentes, portanto temos gostos diferentes e hábitos diferentes também. O que vale a pena repensar é que se a alimentação atual não está equilibrada, pode ficar. Dia a dia deve-se cuidar dos detalhes; horário, quantidade e qualidade dos alimentos e preparações escolhidas.

O organismo vai se adaptando e respondendo de forma lenta. Tem que ter paciência e persistência para querer atingir a saúde que se enquadra num corpo saudável e num estado de bem estar e não só na ausência de doenças. 


Fonte: Minha Vida

domingo, 17 de julho de 2011

Economize 25% das calorias do prato sem perder sabor

Enganam-se aqueles que ainda consideram a dieta sinônimo de restrição alimentar.

Fonte: Artigo
Algumas trocas inteligentes tornam aquela guloseima mais leve e saudável, sem diminuir o sabor.

Madalena Vallinoti, diretora do Sindicato dos Nutricionistas de São Paulo, afirma que optar pelas versões light, diet e zero dos produtos fazem com que haja uma redução de calorias que ajuda no emagrecimento, além de melhorar a qualidade da alimentação.

Os produtos light apresentam uma redução calórica de 25% em relação à versão tradicional. Já os diet e zero são isentos de açúcar, gorduras ou sódio, o que também contribuiu na dieta, de acordo com Mariana Del Bosco, nutricionista membro da Abeso (Associação Brasileira de Estudos Sobre a Obesidade).

Mas ela ressalta também que, muitas vezes, a versão light não é a mais saudável.

- É o caso do azeite de oliva em comparação à margarina light. O azeite possui uma quantidade de gordura monoinsaturada muito mais saudável do que a da margarina.

Alguns alimentos ainda continuam com muitas calorias, como o creme de leite e a manteiga lights.

Ficou curioso em como fazer essas trocas? Clique aqui e aprenda!

Além de saber quais são os alimentos mais saudáveis, é importante prestar atenção aos ingredientes que são ricos em gordura para não deslizar na dieta.

Alimentos com alto teor de gordura:

AbacateCroissant
Leite condensadoÓleos em geral
AzeitonaCoco
Leite integralOvos fritos e omelete
Azeite de dendêDoce de leite
Leite de cccoPele de aves
BaconFondue
MaionesePão de queijo
Carnes gordas (cupim, picanha, contra-filé,
costela, carne-seca)
Frituras à milanesa
Manteiga e margarinaPães e biscoitos recheados
Creme de leiteFrituras em geral
Molho brancoQueijos amarelos, requeijão, cream cheese
ChocolateQueijo ralado
NataFrios à base de porco (salame, copa)
ChantillyNozes, amendoim, pistache, castanhas
Fonte: Residência de Endocrinologia da USP (Universidade de São Paulo)

Fonte: R7

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Peixes e frutas para vencer a asma

Estudos mostram que dieta mediterrânea ajuda no controle da doença respiratória, agravada pela obesidade
A prevenção da doença que interna 21 pessoas por hora no Brasil pode estar no prato e nas escolhas feitas no supermercado.
Fonte: Artigo

As últimas pesquisas nacionais e internacionais comprovam que uma dieta equilibrada e rica em nutrientes pode ser a chave para controlar e prevenir a asmaOs peixes, as frutas, as castanhas e os outros alimentos típicos da dieta mediterrânea já aparecem em vários estudos científicos como inibidores do risco da asma”, elenca o médico da Universidade Federal da Bahia e diretor do GINA Brasil (Grupo Internacional de Controle da Asma), Álvaro Cruz.

“Temos uma pesquisa feita com meninos e meninas de Salvador, ainda não publicada, que mostrou índices muito menores da doença respiratória naqueles que consumiam mais hortifrutis.

Além da análise de Cruz, em 2009, o maior estudo feito sobre asma na infância, realizado por pesquisadores dos institutos de saúde da Alemanha, Espanha e Inglaterra, também comprovou a interferência da comida na manifestação da asma. Por 10 anos, foram acompanhados 50 mil estudantes entre 8 e 12 anos. Os casos da infecção respiratória foram igualmente distribuídos em diferentes classes sociais, mas até duas vezes menos recorrentes entre aqueles que consumiam frutas, peixes e legumes três vezes por semana ou mais.

A explicação para o efeito protetor da dieta mediterrânea é que ela é uma das mais ricas em propriedades antiinflamatórias, que fortalecem o organismo e preparam os pulmões para os eventos respiratórios. Além disso, ela também é fonte de elementos antioxidantes, os mais necessários na proteção da asma.

Obesidade
Outra vantagem da rotina alimentícia mediterrânea é que ela ajuda a prevenir a obesidade, outro agravante da asma. Um estudo clínico também conduzido por Álvaro Cruz mostrou que nas crianças com sobrepeso as taxas de asma são até 36% maiores. Foram avaliados com testes de sangue e cutâneos (pele) 1.129 crianças entre 4 e 12 anos.Para ter asma é preciso ter predisposição genética, mas já conhecemos alguns fatores ambientais que aumentam o risco”, explica Cruz.

“É sabido que crianças nascidas em cesarianas têm risco duas vezes maior de ter asma. Em ambientes com pouca higiene e ventilação, além de falta de saneamento básico, as crises também ocorrem em maior número. Agora, a dieta e a obesidade se consolidam como desencadeadores deste problema respiratório, que não tem cura garantida e ainda mata 3 mil pessoas por ano no Brasil”, alerta Cruz.

Só em 2010, mostram os dados do Ministério da Saúde, foram 192.601 internações por asma registradas em hospitais brasileiros. O número ainda é considerado alarmante pelos especialistas, mas representa uma redução de 51% quando comparado aos 397.333 casos notificados em 2000.

Além do incentivo da alimentação saudável e da diminuição da obesidade em território nacional, são traçadas outras estratégias para o controle da doença no País. A distribuição gratuita de medicamentos, além da capacitação dos profissionais de saúde para acolher da melhor forma os portadores de asma são apontados como crucias no cerco à doença.

“As pessoas também precisam se conscientizar de que a asma não é corriqueira, pode provocar crises muito sérias e também matar. O que é um absurdo, já que com tratamento especializado ninguém morreria de asma”, diz Cruz.

Fonte: Midia News

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Cranberry: a fruta milagrosa que ajuda na prevenção da infecção urinária

Fonte: Artigo
Estudos ainda apontam que a cranberry tem efeito antioxidante e retarda o envelhecimento; há indícios de que a fruta também pode diminuir a incidência de doenças cardiovasculares e prevenir o câncer

Cerca de 30% a 50% das mulheres já tiveram algum problema de infecção urinária depois do início da vida sexual. Nos homens, doenças relacionadas à próstata e alterações hormonais são responsáveis pelo aumento de incidência de infecções. Há algum tempo cientistas de universidades renomadas, como a americana Harvard, têm estudado uma pequena fruta vermelha chamada cranberry na prevenção dessa doença.

A fruta nativa dos Estados Unidos e cultivada também no Canadá e Chile começou a chamar a atenção dos médicos depois que eles descobriram que índios americanos utilizavam a cranberry para tratar sintomas de uma doença que parecia ser infecção urinária. A fruta já era conhecida dos americanos desde pelo menos o início o século 17, quando passou a integrar o cardápio do Dia de Ação de Graças. Mas foi apenas na década de 1980 que as primeiras pesquisas começaram a descobrir o potencial da cranberry na prevenção de infecção urinária. Desde então, inúmeras pesquisas foram feitas com o objetivo de descobrir qual o total de benefícios que a cranberry pode proporcionar ao ser humano.

De acordo com o urologista Carlos Alberto Bezerra, presidente do Núcleo Brasileiro de Uroginecologia e professor da Faculdade de Medicina do ABC, em São Paulo, a infecção urinária é uma das principais causas de consultas em consultórios médicos, ambulatórios e pronto-socorros no Brasil e no mundo. Segundo Bezerra, as infecções são mais comuns em mulheres, na proporção de 3 para 1 considerando-se a população geral. “As mulheres têm três períodos da vida nos quais as infecções são mais frequentes: ao sair da fralda, ao iniciar vida sexual e ao entrar no período pós-menopausa. Além disso, a infecção urinária ocorre por penetração de bactéria pela uretra e os homens, por terem uretra mais longa, são naturalmente mais protegidos”, explica o médico.

Segundo o especialista, há estudos que revelam que tomar o suco de cranberry como prevenção da infecção urinária é igual a tomar um antibiótico no esquema de profilaxia usual (com antibióticos em dose baixa). As informações estão disponíveis em congressos médicos e a literatura técnica recente também contém dados confiáveis e livres de conflitos de interesse, que estão acessíveis à comunidade médica em todo o mundo e inclusive no Brasil

“Existem diversas pesquisas que sugerem benefício da cranberry na prevenção da infecção urinária”, afirma Bezerra. “Basicamente, o que se tem demonstrado é que mulheres com infecção urinária de repetição e que tomam o suco da fruta regularmente têm menos repetição da doença do que as que não tomam nada”, complementa. Bezerra é um dos que indica aos seus pacientes o suco de cranberry na prevenção e como adjuvante no tratamento das infecções urinárias. O presidente do Núcleo Brasileiro de Uroginecologia observou que aqueles pacientes que tomam o suco diminuem o número de consultas por ano no seu consultório.

O fato de a fruta ser rica em propriedades antioxidantes a faz ser consumida também com outras finalidades. “A substância ativa do cranberry é a proantocianidina (PAC). Essa substância, além de impedir que as bactérias fiquem aderidas no epitélio (revestimento mucoso) do trato urinário, tem efeito antioxidante, semelhante ao dos flavonóides”, diz. Segundo o médico, ainda há hipóteses de que a fruta pode ter efeito antienvelhecimento, diminuir a probabilidade de doenças cardiovasculares e até prevenir o câncer.

domingo, 10 de julho de 2011

Estudo relaciona consumo do café com síndrome do pânico


Pesquisa relaciona consumo de café aos sintomas da síndrome do pânico
Rodrigo Paiva/Folha Imagem
Um estudo da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) relaciona o consumo do popular cafezinho aos sintomas apresentados por pacientes que sofrem de transtorno do pânico.
O objetivo da pesquisa, que deve ser publicado no início do ano que vem na revista "Psychology Research", foi verificar a reação dos pacientes quando submetidos à altas doses de cafeína. "Observamos respostas qualitativamente diferentes entre os pacientes que apresentam transtornos de pânico", explica o coordenador da pesquisa, Antonio Egídio Nardi, psiquiatra e professor da Instituto de Psiquiatria da UFRJ.
 
Os pesquisadores analisaram diferentes grupos de pacientes antes e depois do consumo de 480 mg de cafeína, que equivale a mais ou menos cinco xícaras de café expresso. As doses eram ingeridas em curto espaço de tempo.

A alta dosagem da bebida foi usada como parâmetro para avaliar a ação da cafeína em portadores de diferentes transtornos de ansiedade e depressão. Os grupos investigados tinham sintomas como pânico, fobia social, depressão maior, pânico com depressão maior ou nenhum transtorno mental.

Entre os pacientes que apresentavam sintomas da síndrome do pânico, cerca de 70% apresentaram respostas mais exacerbadas a doses altas de café, enquanto 40% dos pacientes com outros tipos de sintomas apresentaram alterações significativas.

Consumo
Porém, Nardi explica que a intenção da pesquisa não é proibir a utilização da cafeína por pacientes que sofrem de transtorno de pânico, mas é aconselhável que as pessoas com este tipo de sintoma restrinja o consumo. "A substância não está apenas no café, mas também em chás, refrigerantes e diversos tipos de bebidas que devem ser evitados", afirma.
Nardi diz que o seu foco, a partir dos resultados observados, é investigar os diferentes subtipos de transtorno de pânico e a resposta de cada subtipo aos medicamentos e à psicoterapia. "A idéia é que com a terapia o paciente possa identificar o que desencadeia as reações de pânico e possa ter um maior controle dos sintomas", explica.

sábado, 9 de julho de 2011

Receitas com leite podem atuar no combate à alergia, diz estudo

Patricia Zwipp

Segundo pesquisa, a ingestão de produtos lácteos cozidos acelera o ritmo com que as crianças superam a alergia ao leite. Foto: Getty Images
Foto: Getty Images
Receitas com leite cozido podem ajudar crianças a superar alergia ao leite de vaca. Essa conclusão é de um estudo da Escola de Medicina Mount Sinai, dos Estados Unidos, divulgado pelo Journal of Allergy and Clinical Immunology.

Os cientistas acompanharam 88 voluntários, de 2 a 17 anos, diagnosticados com alergia ao leite. Na primeira etapa, os participantes degustaram muffin ou waffle com leite cozido (as altas temperaturas utilizadas no cozimento fazem com que as proteínas do leite quebrem, reduzindo a alergenicidade). 

Aproximadamente 75% não apresentaram reações alérgicas e seus pais receberam orientações sobre como incorporar produtos lácteos assados na dieta. Os que não se sentiram bem continuaram a evitar iguarias com leite.

Após um período de seis a 12 meses, as 65 crianças que passaram na primeira fase retornaram à clínica para comer pizza de queijo (a temperatura usada é inferior à dos alimentos anteriores e, por isso, apresenta mais proteínas do leite). Dessa vez, 78% não tiveram problemas alérgicos e incorporaram queijo assado nas refeições. Os pequenos com reações alérgicas retornaram em até um ano para tentar novamente.


Depois de três anos, os voluntários sem reações foram para a etapa final. Ingeriram alimentos com leite desnatado sem aquecimento, como iogurte e sorvete. Dos 65 que passaram pelo muffin, 60% conseguiram tolerar o leite cru.

Em cinco anos, 47% das crianças do grupo experimental podiam comer produtos lácteos sem aquecimento, em comparação com apenas 22% por cento das do grupo controle, como informou o site Science Daily. Segundo os cientistas, isso indica que a exposição controlada a produtos lácteos cozidos acelera o ritmo em que a garotada supera a alergia ao leite.    

Fonte: Terra  

sexta-feira, 8 de julho de 2011

O que os bebês podem comer quando não mamam? - Bebês à mesa

Fonte: Google Imagens

  Todas as mamães estão cansadas de saber que até sexto mês de vida o único alimento que deve ser oferecido para os bebês é o leite materno.  Mas quando os pequenos rejeitam o peito, as papinhas naturais e os leites industrializados podem ser a solução? Saiba os perigos e as soluções.
 
O leite artificial nesse caso é a melhor opção. Ele pode ser oferecido para a criança no café da manhã e entre as refeições acompanhado pelas papas salgadas e raspas de frutas, como banana maçã, mamão e mamão. Já as papinhas industrializadas prontas para o consumo estão fora da lista dos alimentos apropriados na primeira idade. Dentre as opções de leites em pó, longa vida e o puro direto da vaca, os artificiais, mesmo oferecendo riscos de cólicas a até intestino preso, são a melhor opção, já que o leite de vaca apresenta grande risco de contaminação.
 
Para o almoço e jantar a papa salgada pode ser feita pela combinação de folhas, legumes, cereais ou tubérculo como arroz, batata ou macarrão, grãos como lentilha, feijão, grão de bico ou soja e uma proteína animal como a carne vermelha ou o frango. Tudo precisa ser bem cozido e peneirado para que não sobre pedaços com um fio de azeite e uma pitada de sal. O ideal é que nada seja batido no liquidificador, já que até a lâmina pode contribuir para a perda das propriedades nutricionais.
 
A partir de um ano de idade a criança já pode começar a degustar de outros alimentos até então proibidos antes como o ovo e o mel. Frituras, gorduras, refrigerantes e alimentos industrializados é bom deixar para a fase escolar que a criança começa a ter contato com novos sabores. Isso porque até essa idade os pequenos possuem multiplicação das células de gordura e desenvolvem a pré disposição a obesidade se consumirem esse tipo de “gordura vazia”, que não agregam nenhum valor nutritivo. E é claro que nunca deixar de estimular a ingestão de água vai influenciar diretamente na boa saúde da fase adulta. 
 
FONTE: Departamento de nutrição da Clínica Dr José Bento de Souza

Fonte Artigo: Segs

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Cogumelo ajuda a diminuir o colesterol

Fonte: Google Imagens

Quem sofre com colesterol alto tem na ponta da língua o que ajuda a manter os níveis adequados. Abacate e fibras são os mais lembrados. O que pouca gente sabe é que o cogumelo pode ser um forte aliado nesta dieta, segundo o nutrólogo Máximo Asinelli. Não se trata do champignon, comumente utilizado em strogonoff, mas do fungo natural, seco, que absorve a gordura animal causadora do alto LDL, o colesterol ruim.

O fungo in natura tem fibra solúvel, que diminui a absorção de gordura animal. Assim, ele reduz o colesterol LDL, que é um dos principais responsáveis pelas doenças cardiovasculares. “O LDL tem partículas menores e de baixa densidade que penetram nas camadas da artéria coronária e a entopem, causando principalmente infarto do miocárdio e AVC”, explica Asinelli.
Segundo o nutrólogo, o cogumelo em conserva não tem essa propriedade porque vem banhado em substância ácida. “Para neutralizá- la, o fungo é lavado por vários dias. Então, recebe amido para ficar estufado”, conta.

Existe apenas uma exceção: quando a conserva for feita em óleo de girassol, que não compromete as propriedades nutricionais do cogumelo.

O shitake europeu (Funghi pleurotus) é o mais indicado. “Ele é mais carnudo e rico em proteínas, cálcio, fósforo, potássio e ferro”, explica.

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