terça-feira, 6 de setembro de 2011

Dietas customizadas: o cardápio certo para quem quer emagrecer sem cortar o carboidrato, o vinho ou o chocolate



Quem não vive sem pão ou macarrão
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Fonte: Artigo
Em geral, são as que mais apelam para as dietas que cortam completamente os carboidratos da rotina, como a Atkins — em que, por duas semanas, não é permitido ingerir nem pão nem massa nem mesmo algumas frutas e legumes. Mas justamente por serem tão radicais, essas restrições não costumam durar muito tempo. Além disso, há estudos que relacionam a necessidade de comer carboidratos a uma baixa produção de serotonina (o hormônio do prazer) no cérebro. “Uma forma de melhorar a liberação dessa substância sem apelar para os carboidratos é consumir alimentos ricos em triptofano, como castanhas em geral, abacate, banana, ovos, leite e derivados”, diz a nutricionista Mariana Jota, da Emex Nutrição Orientada.


Mas quem não consegue viver sem massas, pães & cia., a dica é aprender a consumi-los corretamente. “A massa deve ser sempre acompanhada de uma fonte de proteína e de uma salada, para controlar o índice glicêmico”, afirma Mariana. Índice glicêmico é o nível de glicose no sangue. Quanto mais rápido ele sobe, mais rápido passa a sensação de saciedade. Ou seja, se for comer um pão branco, por exemplo, inclua no recheio peito de peru, atum ou sardinha. O macarrão, por sua vez, deve sempre vir acompanhado de uma salada e de uma carne magra.

Os alimentos que mais interferem nessa relação glicêmica são justamente os pães, as massas e os doces, chamados de carboidratos simples. Os carboidratos integrais fazem o efeito inverso: a digestão ocorre lentamente, em função das fibras, e a glicose, consequentemente, é liberada aos poucos, mantendo o nível de energia equilibrado por mais tempo. Resultado: sem fome por mais tempo. Por isso, sempre que possível, prefira os integrais.


Quem ataca a geladeira à noite
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Fonte: Artigo
De nada adianta passar o dia todo se controlando e, à noite, atacar a geladeira. Em alguns casos, esse comportamento pode ser sintoma de uma compulsão alimentar chamada síndrome da alimentação noturna (quando a pessoa come 50% da ingestão diária depois das 19h), mas, na maioria das vezes, é apenas um hábito errado — essa síndrome acomete apenas 1,5% da população em geral e 8% dos obesos. “O maior problema desse comportamento é o consumo de calorias num período em que o metabolismo está com o funcionamento mais lento, pois a necessidade e a queima de energia tendem a ser menores”, diz a nutricionista Martha Amodio, da clínica Stesis. Uma forma de eliminar esse hábito é alimentar-se melhor durante o dia, não pular refeições e, principalmente, fazer lanche da tarde e um jantar leve, para que o corpo mantenha-se nutrido. 

Mas enquanto isso não acontece e a vontade continua atacando de madrugada, a dica prática é deixar à disposição alimentos de fácil digestão, saudáveis e pouco calóricos, como palitos de cenoura, pepino e erva-doce, iogurtes, gelatinas, salada de frutas e queijos e frios magros. “Ninguém vai fatiar cenouras ou preparar rolinhos de peito de peru no meio da noite. Em geral, nessa hora a gente pega a primeira coisa que vê na frente, quase sempre pães, biscoitos, justamente o que se deve evitar”, diz ela. Um copo de leite desnatado também pode ajudar a saciar a fome (ou a gula).



Quem não abre mão de uma tacinha de vinho
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Fonte: Artigo
A primeira regra de qualquer dieta é: diminuir ou evitar ao máximo o consumo de bebidas alcoólicas, pois elas são bastante calóricas. Mas essa não é uma tarefa fácil para todo mundo – há quem sofra só de pensar em abrir mão do vinho, da caipirinha ou da cerveja mesmo que só nos fins de semana. “Uma boa dica para quem tem essa dificuldade é tomar água entre os goles da bebida alcoólica”, diz Martha. Assim, mantém-se o prazer e diminui-se consideravelmente o consumo. “Parece exagero, mas se lembrarmos que cada grama de álcool tem sete calorias, enquanto cada grama de carboidrato ou proteína tem quatro e de gordura tem nove dá para se ter uma idéia do quanto uma tacinha pode atrapalhar uma dieta”, afirma. Uma simples taça de vinho, por exemplo, tem 107 calorias, ou seja, quatro delas já equivalem a uma refeição inteira.


Outra maneira de “enganar” o paladar é preparar drinques não alcoólicos e consumi-los entre as bebidas alcoólicas. Por exemplo: se você gosta muito de vinho tinto, sirva-se de meia taça, beba intercalando com água e depois, neste mesmo tipo de taça, coloque suco de uva integral. Quando terminar, sirva-se de mais meia taça de vinho, intercalando as tomadas com água. Se gosta de espumante, faça o mesmo com água com gás pura ou misturada com algum suco que se aproxime da cor da sua bebida favorita e sirva na taça. “Vale também incluir frutas na bebida, como pedaços de maçã e pêssego, e fazer uma ‘sangria’, com umas gotinhas de adoçante”, sugere a nutricionista.


Quem come chocolate todos os dias 
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Fonte: Artigo
Quem não consegue viver sem chocolate cansou de ouvir de nutricionistas e endocrinologistas que deve trocar a versão ao leite pela amarga. Isso pode soar como uma heresia, mas vale a pena tentar. Foi comprovado que o chocolate amargo ou com maior concentração de cacau (em torno de 70%), além de ter menos açúcar e gorduras, é o que traz mais benefícios à saúde – rico em flavonóides, ajuda a proteger o coração, a prevenir o diabetes tipo 2, reforça as defesas do corpo e até controla o apetite. “Um jeito é acostumar o paladar aos poucos, começando com os de 40%, depois 50% e assim por diante”, diz Martha Amodio. Ou tentar equivalentes no sabor para saciar a vontade, sugere Mariana Jota. “A semente de alfarroba (uma vagem originária do mediterrâneo) tem gosto de chocolate, é isento de lactose e tem quatro calorias por grama enquanto o cacau tem nove”, diz. Além disso, a vagem é comercializada em pó (como o chocolate) é pobre em gorduras, rica em fibras (como a pecticina, que aumenta a saciedade, melhora a digestão e, de quebra, reduz o colesterol ruim do sangue), e boa fonte de vitaminas B1, B2, A, além de rica em cálcio, magnésio, potássio, sódio e ferro, minerais que reforçam as defesas do organismo. Se nada disso adiantar, porém, é bom saber que o consumo de chocolate deve ser de no máximo 30 g por dia e o melhor horário para consumi-lo é entre meio-dia e 15h.


Quem fica o dia inteiro beliscando 
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Fonte: Artigo
Entram nessa categoria aquelas que não conseguem ficar no computador, ler ou assistir TV sem estar mastigando alguma coisa. “Em geral, esse comportamento tem um fundo emocional, como ansiedade”, diz a nutricionista Martha Amodio. “A boa notícia é que estudos comprovam que dá para ‘enganar’ o cérebro e saciar o desejo de consumir a todo o momento sem ingerir necessariamente algo calórico.” A dica, então, é parecida com a dos comedores noturnos: busque alimentos nas versões integrais e tenha sempre à mão palitos de legumes, frutas secas, mix de castanhas, semente de abóboras, chiclete sem açúcar, enfim, opções que mantenham a boca ocupada e a vontade saciada, mas que sejam saudáveis e pouco calóricas. Ou seja, transformar a compulsão em aliada, já que a recomendação é de fazer seis refeições por dia, contanto os lanches. “Outra dica é tomar chás que ajudam a controlar a ansiedade, como camomila, melissa e erva-cidreira”, diz Mariana Jota. 

Dicas que valem para todas 
Iogurte emagrece
Uma pesquisa recentemente divulgada pela Universidade de Harvard mostrou que quem come mais iogurte perde uma média de 370 gramas a cada quatro anos sem sacrifício. “As bactérias aumentam a produção de hormônios intestinais que produzem saciedade e diminuem a fome”, diz Frank B. Hu, especialista em nutrição na Faculdade de Harvard de Saúde Pública e coautor do estudo. As bactérias podem também aumentar a taxa metabólica do corpo, facilitando o controle do peso. 

Proteína mata a fome
Cientistas da Universidade do Missouri chegaram à conclusão que aumentar em 10% a ingestão de proteínas no café da manhã diminui a sensação de saciedade durante o dia todo. O estudo, publicada recentemente no periódico Obesity, mostrou que a proteína consumida logo cedo ameniza os sinais emitidos pelo cérebro que estimulam a motivação para comer e o comportamento alimentar de recompensa. “Comer no café da manhã é importante e já se sabia disso. Essa pesquisa ressalta, no entanto, que essa refeição é uma estratégia valiosa para controlar o apetite e regular a quantidade de alimento que consumimos”, diz Heather Leidy, uma das pesquisadoras. 

Fonte: Busk

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Alimentação infantil saudável


Foto: 123RF
O desenvolvimento cognitivo e físico das crianças está associado a uma alimentação cuidada e saudável. Por isso, o nutricionista José Camolas sugere a ingestão de sopa, peixe e três peças de fruta por dia e tomar sempre o pequeno-almoço, de preferência em casa.

Patrícia Susano Ferreira | pferreira@destak.pt

Alcançar um elevado rendimento escolar desde tenra idade e ter uma boa capacidade de raciocínio e de memória são claros objectivos para qualquer pai. No entanto, nem sempre o conseguem fazer por falharem no mais simples: a alimentação.

A partir do primeiro ano de vida, as crianças começam a aproximar o conteúdo das refeições do que os próprios pais ingerem e como tal os progenitores não devem esquecer a importância dessa variedade e apostar em estratégias de incentivo à ingestão de bens menos apetecíveis, como são o peixe e os legumes.

Mas vamos por partes. A primeira regra está na «obrigatoriedade de tomar o pequeno-almoço, sempre com lacticínios e hidratos de carbono e, por vezes, com uma peça de fruta».

Mas sem corridas ou pressas, o ideal é mesmo que esta refeição seja supervisionada pelos pais e tomada no conforto do lar, explica ao Destak o nutricionista José Camolas.

Outro dos segredos de uma 'dieta' saudável para os mais pequenos está nos lacticínios. A sua riqueza em cálcio é essencial para esta fase de crescimento intenso e de desenvolvimento ósseo, mas tendo sempre especial atenção à gordura. Leite meio-gordo e queijo e iogurtes com baixo de teor de gordura saturada são as melhores opções.

E aqui aplica-se a importância dos pais interpretarem os rótulos das embalagens, com o objectivo de evitar publicidade «menos séria» e por vezes «exagerada», acrescenta o especialista.

Sopa: a tradição ainda é o que era
No que respeita a legumes e vegetais, a sugestão vai mesmo para a sopa, uma «tradição portuguesa que deve ser mantida». Sopa ao almoço e ao jantar e ainda uma salada nutritiva para acompanhar o prato principal de carne ou de peixe é a quantidade recomendada deste grupo de alimentos. Em relação à fruta, o ideal são mesmo três peças dispersas ao longo do dia, sejam como sobremesa ou como snack na escola.

Em relação às principais fontes de proteínas - carne e peixe - há a saber que não deve haver exageros. Sim, é um facto que estas são importantes para o crescimento, mas é suficiente uma dose diária de 80 a 100 gramas de peixe ou de carne. Esta quantidade apenas deve ser alterada na adolescência, com um aumento para 150 gramas, havendo uma preferência para o peixe.

«Panadinhos de pescada confeccionados no forno e carne picada em casa em forma de almôndegas ou de hambúrgueres são ideias saudáveis, mas também agradáveis para os mais pequenos.» Uma apresentação de alimentos mais original e colorida pode convencer os mais teimosos.

Não abuse das proteínas
Outra regra a reter, mas em relação aos ovos, também uma importante fonte de proteínas, é o facto de o seu consumo não dever exceder as duas unidades semanais. Segundo o nutricionista, «o excesso de ingestão de proteínas sobrecarrega os rins da criança, que ainda estão em desenvolvimento». Pratos com peixe/carne e ovo são por isso refeições a evitar por haver uma duplicação desnecessária deste nutriente.

Em relação aos snacks que as crianças levam para a escola, o especialista é defensor da fruta e do iogurte, podendo estes ser substituídos por uma barra de cereais, mas com baixo teor calórico e de açúcar, algo que os pais devem consultar nos rótulos das embalagens. 

Fonte: Destak

domingo, 4 de setembro de 2011

Saiba quais são os 10 alimentos imprescindíveis

A alimentação é o segredo da boa saúde. Porém, é preciso saber combinar os alimentos e escolher o que deve ser consumido. 

Saiba quais são os 10 alimentos que não podem faltar na mesa e descubra por que eles são imprescindíveis a uma dieta saudável. 

Pimentões São ricos de vitaminas A e C. O pimentão vermelho, por exemplo, tem oito vezes mais vitamina A do que o verde e por causa disso fortalecem o sistema imunológico. 

Brócolis São ricos em fibras e vitaminas antioxidantes. A substância isotiocinatos contida nele ajuda no combate ao câncer. 

Alho Mantém o colesterol total e a pressão sanguínea baixos. Feijões Fornecem fibras, proteína e carboidratos. Podem ser consumidos em saladas ou ensopados. 

Massas Integrais Reduzem o índice glicêmico da refeição. Peixes São fonte de proteína magra e ricos em ômega 3 que protegem contra arritmias cardíacas e reduzem inflamações. 

Verduras Fontes de fibras e antioxidantes têm vitamina C. 

Vinho Beber moderadamente durante as refeições pode ajudar a diminuir o risco de desenvolver doenças cardíacas e diabetes. 

Tomate O licopeno, contido em sua cor vermelha, combate os radicais livres, retarda o envelhecimento além de reduzir a incidência de câncer. 

Frutas Têm vitaminas A e C e minerais como potássio e magnésio. Por serem ricas em carboidrato, fornecem energia aos treinos. Por Carolina Abranches

Fonte: DGABC

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