terça-feira, 21 de junho de 2011

As frutas e suas vitaminas

Fonte: Google Imagens
As frutas são alimentos que precisam ser incluídos todos os dias no nosso cardápio. Elas são ricas em vitaminas e fornecem energia para as atividades. Cada tipo de fruta é um verdadeiro bálsamo para a saúde, com benefícios físicos e estéticos. Algumas delas têm poderes medicinais importantes.

As pessoas em geral não conseguem ingerir o número ideal de porções de frutas todos os dias, pois é forte a tentação de se comer um docinho ou um chocolate em vez de uma maçã, por exemplo. No entanto, é importante que falamos esforços no sentido de priorizar as frutas sempre que possível.

Confira o perfil vitamínico de cada fruta:

Banana: Vitaminas A, B1, B2 e C
Melancia: Vitaminas complexo B, A e C
Laranja: Vitamina C
Limão: Vitaminas C e complexo B
Maçã: Vitaminas B1 e B2
Abacaxi: Vitaminas C, B1 e A
Maracujá: Vitaminas A, C e complexo B
Melão: Rico em vitaminas A, C e complexo B
Morango: Rico em vitamina C
Pera: Vitaminas A, C e complexo B
Mamão: Vitaminas A, C e complexo B
Abacate: Vitamina E.
Uva: Vitaminas complexo B e C

Frutas com poderes antioxidantes: morango, ameixa, uva, laranja, maçã, banana, pera e mamão.

Frutas para inserir na dieta de emagrecimento: abacaxi (pouco calórico e diurético); banana (rica em triptofano, que ajuda a combater a ansiedade); figo (fonte de magnésio e diurético); limão (combate os radicais livres e também é diurético); manga (altas concentrações de potássio e magnésio) e melancia (diurético) e pêssego (bastante nutritiva).

Frutas cítricas (com ácido cítrico): Ricas em vitaminas e antioxidantes, combatem os radicais livres: Laranja, limão, acerola, caju, abacaxi, nêspera. Não ácidas e não indicadas para quem sofre de azia.

Frutas indicadas para combater a azia: maçã, melão, melancia e banana

Por: AgComunicado



Fonte: Online Farma

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Ômega-3: a gordura que faz bem ao nosso organismo

Fotos: Alex ChermucsnisRofiAvlxyz
Encontrado em alimentos como linhaça, peixes de águas frias e azeite, o ômega-3 é um ácido graxo essencial para o bom funcionamento do corpo. Esta partícula de gordura (do bem) tem status de proteger artérias e combater inflamações e ainda pode auxiliar na eliminação dos quilinhos extras.

O nutricionista Dennys Cintra, da Universidade Estadual de Campinas, afirma que várias experiências apontam que a obesidade estaria relacionada a inflamações. É exatamente aí onde o ômega-3 mostraria todo ou seu poder anti-inflamatório, atuando no combate de inflamações e auxiliando no emagrecimento.

A inflamação celular atrapalha a troca de informações entre os hormônios leptina e insulina, liberados quando nos alimentamos e que avisam ao cérebro que é hora de parar o ímpeto de continuar comendo. Uma dose baixa de ômega-3 diminui a inflamação nas células que regulam a saciedade, ideal para manter o peso e evitar abusos calóricos e ainda aumenta o gasto de energia do nosso corpo.

Tantos benefícios têm uma justificativa: o ômega-3 ativa uma proteína celular chamada PPAR-gama. Quando acelerada, ela melhora a atuação da insulina nas células, facilitando a conversão de açúcar em energia, antes que ele seja armazenado e se transforme naquele pneuzinho. Além disso, o poderoso ácido graxo combate todos os males das artérias e previne doenças cardiovasculares.


As melhores fontes de ômega-3

No topo da lista da boa gordura estão os peixes de águas frias, que oferecem variantes da substância prontas para serem consumidas pelo organismo humano. Eles também são conhecidos como peixes azuis devido à gordura entremeada em seus músculos, que interfere na coloração.

Portanto, quando se deparar com a expressão “peixe gordo”, certifique-se de que ele seja gordo em ômega-3. As seguintes espécies de peixe são as mais ricas:

Cavala: de 1,8 a 5,1
Arengue: de 1,2 a 3,1
Sardinha: de 1,5 a 2,5
Salmão: de 1 a 1,4
Atum: de 0,5 a 1,6

Os valores de ômega-3 são para cada 100g do pescado. É importante também atenção ao modo de preparo dos peixes. Primeiro é importante dizer que incluí-los nas refeições de duas a três vezes por semana é o suficiente. Em segundo lugar, devemos saber que o ômega-3 oxida facilmente, perdendo suas propriedades.

Por isso, no caso dos peixes, quanto mais “in natura” ele for consumido, melhor. Se você não é fã do sashimi (o peixe cru da culinária japonesa que preserva todo seu ômega-3), dê preferência àquelas receitas ensopadas em que o caldo desprendido durante o cozimento é aproveitado. O grelhado também é uma boa opção. Mas corte de vez as frituras, já que a alta temperatura degrada toda a gordura do bem, ficando apenas a gordura do óleo.

A Linhaça é outra boa fonte da gordura do bem. A melhor opção é a farinha, que pode acompanhar um iogurte ou uma fruta no café da manhã. Para preservar ainda mais as propriedades do ômega-3, a dica é moer a linhaça apenas na hora em que for ser consumida. Quatro colheres de sopa por dia já são suficientes.

Por fim, substitua, sempre que possível, os tradicionais óleos de milho ou de soja pelo azeite de oliva. O nutricionista Dennys Cintra orienta ainda que as cápsulas de suplementos nem sempre são uma alternativa inteligente, já que as doses saudáveis podem ser alcançadas apenas através da alimentação. As cápsulas só são recomendadas em casos de doenças inflamatórias e, claro, sempre com prescrição médica.

Cuidado com o excesso

Ao final de todas as dicas que damos, sempre alertamos para os exageros. Os benefícios são muitos, mas as altas quantidades sempre podem ser prejudiciais. Se consumido em excesso, o ômega-3 leva a um aumento do processo natural de oxidação do organismo e pode reduzir a eficácia do sistema imunológico, deixando o organismo vulnerável.

Além disso, o exagero da gordura do bem pode transformá-la em vilão: um índice de ômega-3 além da conta pode prejudicar a coagulação sanguínea, o que é perigoso especialmente para quem irá enfrentar um processo cirúrgico. Portanto, aprecie sempre com moderação e siga orientações de seu médico e nutricionista.

Fonte: Viva Viver

domingo, 19 de junho de 2011

Comer peixe reduz risco de doença cardíaca

Há muito tempo conhecido como amigo do coração, o peixe assado ou cozido também pode proteger as mulheres do desenvolvimento de insuficiência cardíaca.

A descoberta é de um novo estudo, que acompanhou mais de 84.000 mulheres na pós-menopausa por um período médio de 10 anos. Os pesquisadores constataram que aquelas que incluíam maior quantidade de peixe assado ou cozido na dieta – a partir de cinco porções semanais – apresentaram risco 30% inferior de insuficiência cardíaca, em comparação àquelas que consumiam menos de uma porção ao mês.

“Uma ligação direta entre o peixe e a insuficiência cardíaca não é necessariamente intuitiva, pois já é esperado que este alimento nos proteja de infartos”, disse Daniel Lloyds-Jones, cardiologista e diretor do departamento de medicina preventiva da Northwestern University Feinberg School of Medicine, de Chicago, e autor do estudo.

Ele explica: “Mas, não é este o mecanismo que ocorre nesta situação, o que eu acho bastante interessante. Interessante também é o fato de que a forma de preparar o peixe é tão importante quanto o tipo de peixe consumido”. O estudo foi publicado no dia 24 de maio no periódico Circulation: Heart Failure.

O estudo revelou que peixes preparados fritos – que já foram relacionado a riscos mais altos de AVC – estão ligados a um risco maior de insuficiência cardíaca. Mesmo o consumo de uma única porção semanal do alimento foi associado a um aumento de 48% nos riscos.

Além disso, os peixes de carne escura – como salmão, cavala e enchova – foram associados a um risco menor em comparação ao atum e aos peixes de carne branca, como linguado, vermelho e bacalhau.

Pesquisas anteriores já haviam sugerido que os ácidos graxos Omega-3 presentes nos peixes reduzem os riscos de doenças cardiovasculares, diminuindo inflamações, melhorando a pressão sanguínea e cardíaca e também o funcionamento dos vasos.

Para Lloyd-Jones, seu estudo não mostrou uma ligação específica entre o ômega-3 e a insuficiência cardíaca, em comparação a outras doenças do coração. Ele ressalta, porém, que a ciência ainda está tentando desvendar os aspectos nutricionais do peixe. A insuficiência cardíaca é caracterizada pela inabilidade do coração de bombear sangue suficiente para o resto do corpo.

“Talvez não saibamos quais são os outros componentes... Mas, é por isso que é melhor consumir peixes do que tomar suplementos. É realmente necessário ingerir o alimento. Está claro que esta é uma parte importante de um padrão alimentar saudável”, disse ele.

O estudo de Lloyd-Jones foi baseado em dados de 84.493 mulheres, entre os 50 e os 79 anos de idade, participantes da pesquisa americana Women’s Health Initiative. A grande maioria delas era de raça branca (85%), sendo que 7% eram negras e 3% de origem hispânica.

Para Lona Sandon, professora de nutrição clínica da University of Texas Southwestern, de Dallas, a principal limitação do estudo foi sua natureza empírica, além dos hábitos alimentares das participantes terem sido relatados por elas próprias.

“O que não sabemos é se essas mulheres vêm consumindo cinco porções de peixe assado ou cozido por toda a vida ou se elas adquiriram tal hábito aos 50 anos de idade. Pode ser que elas também tenham um estilo de vida mais ativo e consumam menor quantidade de gorduras saturadas. Então, é provável que existam diversas diferenças no consumo nutricional geral”, pondera Sandon.

De fato, o estudo indicou que as participantes que incluíam maiores quantidades de peixe assado ou cozido na dieta se mostraram mais saudáveis e mais jovens do que suas colegas que ingeriam o alimento frito, além de manterem melhor forma física e serem menos sedentárias. Elas também tinham nível educacional mais alto, menor probabilidade de fumar e apresentavam um número menor de problemas de saúde – como diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares.

Sandon diz: “O fato do peixe assado ou cozido ter um efeito essencialmente protetor é certamente promissor. Isso segue a mesma linha de informações reveladas em outros estudos, de que o peixe preparado sem fritar faz bem para a saúde”.

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