terça-feira, 31 de maio de 2011

Alimentos para diferentes fases da vida: o que comer aos 20, 30, 40 e 50 anos

AOS 20 ANOS

Fonte: Google Imagens
Nessa fase, temos muita energia para gastar em esportes, festas e no trabalho. Por isso, devemos privilegiar os alimentos ricos em energia (cereais são um bom exemplo), cálcio e ferro (pense em iogurtes). É hora também de fazer uma boa reserva de cálcio e ferro, para garantir ossos fortes no futuro. Consuma ainda bastante ferro, presente na carne vermelha magra, responsável por fornecer vitalidade e reduzir riscos de anemia.


AOS 30 ANOS

Com a chegada dos 30 vem a dedicação total à carreira e também a maternidade. Para controlar a ansiedade, invista nas fibras presentes em alimentos integrais, que trazem a sensação de saciedade. Para quem estiver pensando em ser mãe, consumir ácido fólico (presente no feijão, espinafre, brócolis, aspargos, grãos e cereias) é a grande dica. Ele faz parte do sistema neurológico do bebê nos primeiros dias de formação.


AOS 40 ANOS

A partir daqui, o corpo já perde 1% da massa muscular a cada ano. Resultado: você passa a gastar menos energia e a estocar mais facilmente as calorias. A saída é comer 10% menos do que estava acostumada e intensificar os exercícios, especialmente os de força. Se estiver acima do peso, redobre os cuidados, pois daqui para frente fica mais fácil engordar. Reduza ao máximo as frituras, as gorduras de origem animal e açúcar simples (refrigerante, doce, bebida alcoólica). Invista em:

 *Proteínas de boa qualidade, como peixes magros, atum light, peito de frango, carne de peru e soja, acompanhadas por carboidratos saudáveis (integrais). Essa combinação aliada à prática de atividade física irá minimizar a perda de massa muscular.

*Alimentos de baixo índice glicêmico, como os integrais, com casca, e com pouco açúcar na fórmula. Eles ajudam a reduzir a gordurinha abdominal que começa a dar sinais de persistência.


AOS 50 ANOS

O foco deve estar mais na saúde, já que o peso provavelmente estará estável. Por isso, a dica é apostar nos alimentos campeões em benefícios para a saúde. Linhaça, azeite, salmão e atum são fonte de gorduras boas para a saúde do coração. Fibras não só ajudam no funcionamento intestinal como também podem reduzir o colesterol (que geralmente sobe nessa faixa etária). Alimentos com fitoesteróis, como a margarina e o iogurte, podem reduzir de forma ainda mais eficaz o colesterol.

Controlar o sal é uma forma de prevenir o aumento da pressão – outro fator de risco tão importante quanto o colesterol para doenças cardiovasculares.  Outro ponto de atenção são as vitaminas e minerais antioxidantes. Vale apostar nas cores para proteger as células da formação de radicais livres: uva, açaí, frutas vermelhas, berinjela, brócolis, mamão, manga, abacate.

Há alguns pontos que merecem atenção em todas as fases da vida: a boa qualidade do sono, o bom gerenciamento do estresse e uma atitude positiva no seu dia a dia!

Alimentação saudável é essencial para evitar problemas gastrointestinais

Fonte: Google Imagens

A difícil digestão, muitas vezes, acontece devido às escolhas erradas dos alimentos. Nesse domingo (29), foi o Dia Mundial da Saúde Digestiva. A data representa para quem sofre de problemas relacionados à má digestão, um alerta sobre o consumo de alimentos que podem atrapalhar o trânsito intestinal e trazer consequências que vão além do desconforto dos inchaços abdominais. A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) dá dicas de como facilitar o funcionamento do intestino para que ele execute corretamente suas funções e melhore sua qualidade de vida.

As razões do mau funcionamento digestivo podem ser divididas em quatro grupos: alimentos que você ingere, a maneira como você os consome, a quantidade de líquidos ingerida durante as refeições e doenças associadas ao aparelho digestivo.

Segundo a nutricionista do Núcleo de Alimentação e Nutrição da SES-MG, Joyce de Lima, durante as refeições, é bom não exagerar na quantidade de líquidos. Pois eles fazem com que o estômago inche. Isso acontece mais notoriamente quando os líquidos escolhidos são gasosos. “Pense que seu estômago tem que suportar o peso do prato mais a quantidade de líquido. Os excessos distendem o órgão, causando o desconforto. Além disso, os líquidos diluem as enzimas participantes do processo digestivo”. Porém a nutricionista alerta que a ingestão de água durante todo o dia é fundamental para o bom funcionamento do organismo. “A água desempenha um papel essencial em quase todas as funções do corpo humano. É utilizada para a digestão, para a absorção e para o transporte de nutrientes; serve de meio para uma série de processos químicos; assume o papel de solvente para os resíduos do corpo e também os dilui para reduzir sua toxicidade, ajudando no processo de excreção do corpo”, afirma. 

Ao falar dos maus hábitos que levam à digestão conturbada, é fundamental lembrar sobre a importância de mastigar bem os alimentos. A digestão começa na mastigação, já que algumas enzimas atuam ainda na boca. Para Joyce, “pular essa parte é um empecilho para uma quebra satisfatória dos alimentos sendo importante também comer devagar, evitando assim que a pessoa engula muito ar. Assim como os líquidos, o ar faz com que o estômago inche”. Em relação aos alimentos que são digeridos mais lentamente, a nutricionista assegura que as gorduras são os nutrientes com maior dificuldade de digestão. De maneira geral, alimentos ricos em carboidratos, como arroz, massas, pães, frutas e legumes, são digeridos mais facilmente. Em seguida, estão as proteínas, encontradas nas carnes, leite e leguminosas. Óleos, creme de leite e manteiga são exemplos de alimentos gordurosos e de difícil digestão. Além de evitar as frituras, as carnes gordas também devem ser restringidas das refeições de quem quer passar longe da má digestão.

Alimentação recomendada

Uma dieta rica em alimentos crus favorece a digestão por conter maior quantidade de fibras e nutrientes. Quando os alimentos passam pelos processos de cocção, muitas vezes perdem algumas características nutricionais. Além disso, ingerir alimentos crus promove a salivação adequada e a produção de sucos gástricos próprios para a digestão, o que não ocorre com os alimentos cozidos.

Porém, a nutricionista dá dicas de como o alimento deve ser preparado para o consumo. “É importante lembrar que para se ingerir um alimento sem cozinhá-lo é necessário higienizá-lo adequadamente, evitando assim problemas com micro-organismos. Para isso mergulhe por dez minutos frutas e vegetais em solução clorada específica para alimentos na quantidade de uma colher de sopa para um litro de água”. Outra dica da nutricionista é em relação ao consumo de frutas com o bagaço. “Quando coamos sucos, batemos alimentos no liquidificador e retiramos os bagaços e as cascas dos alimentos, reduzimos a quantidade de fibras deles. As fibras são importantes porque aumentam o bolo alimentar, fazendo com que este passe mais rápido pelo intestino, evitando problemas de infecções, desconfortos abdominais e diminuindo também a absorção de gordura pelo organismo, evitando assim problemas relacionados. Vale lembrar que para isso acontecer, além das fibras é necessário um adequado consumo de água no dia”. O mesmo acontece com os alimentos integrais, já que eles possuem maior teor de fibras quando comparados com os alimentos já processados.

Benefícios

Os alimentos têm a capacidade de prejudicar ou beneficiar o funcionamento intestinal. Quando a alimentação é saudável, várias doenças podem ser evitadas, como o câncer de intestino, cólon, dentre outras. O bom funcionamento do intestino também é base fundamental para manutenção e/ou perda de peso. Joyce cita alguns exemplos de alimentos que também trazem benefícios para o organismo. “Podemos citar os alimentos prebióticos e probióticos. Os probióticos são micro-organismos vivos, administrados em quantidades adequadas, que conferem benefícios à saúde estimulando a multiplicação de bactérias benéficas, em detrimento à proliferação de bactérias potencialmente prejudiciais. Estes organismos são adicionados aos alimentos, como os leites fermentados, por exemplo. As bactérias mais conhecidas que exercem essa função são as Bifidobacterium e Lactobacillus, em especial Lactobacillus acidophillus. Já os prebióticos são componentes alimentares não digeríveis que afetam beneficamente o hospedeiro, por estimularem seletivamente a proliferação ou atividade de populações de bactérias desejáveis no cólon, por exemplo, as fibras alimentares encontradas em certos alimentos como: tomate, banana, cevada, aveia, trigo, cebola, aspargos e alcachofra”.

A nutricionista da SES-MG ainda alerta para a importância de associar a ingestão de alimentos saudáveis com outros fatores. “Uma vida saudável está relacionada não somente com os alimentos que são ingeridos, mas também com o estilo de vida, a hereditariedade, influência do meio ambiente e atividade física. Assim, é fundamental perceber que uma boa saúde não depende somente de alimentos, e sim de vários fatores que juntos proporcionam uma vida saudável”.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Alimentos com índice glicêmico atrapalham dieta

Fonte: Google Imagens

A regra é básica. Se deseja emagrecer evite alimentos com alto IG (índice glicêmico). De quebra você também estabiliza os níveis de açúcar no sangue. O IG pode ser encontrado em alimentos como o açúcar e o arroz branco, na farinha de trigo refinada, na batata, mandioca (aimpim), beterraba, abóbora, pipoca e frutas muito doces com uva, manga, uva-passa. 

Se não conseguir cortar esses alimentos, experimente reduzi-los de sua dieta. Agindo assim será possível eliminar até 2 quilos por semana. E ainda diminuir a fome e evitar o diabetes. É que esses alimentos, se consumidos em demasia, se transformam rapidamente em açúcar no sangue, fazendo com que o hormônio que processa a glicose, a insulina, seja lançado por todo o organismo numa grande quantidade.

Quando não consegue resistir ao açúcar, deve procurar combiná-los com outros nutrientes que ajudam a reduzir a velocidade com que a glicose chega ao sangue. Troque o pão branco pelo pão integral, a carne vermelha pela branca ou pela carne magra (sem gordura), as frutas muito doces por castanhas.

Fonte: DGABC

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