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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Porque comemos tanto?

Essa situação na foto ao lado com certeza lhe é familiar: não importa o quanto você já tenha comido, ainda há espaço para mais um pedaço de pizza, de bolo, de chocolate…

Porque a gente come tanto? Porque nunca cansamos dessas besteiras deliciosas e gordurosas?

Porque nosso organismo é incapaz de nos ajudar a parar de comer. Em tese, nós temos um sistema no organismo que serve para evitar que comamos em excesso, nos dizendo que já estamos cheios, mas ele não é capaz de superar nossos instintos humanos antigos.

Instintos esses que vêm dos nossos ancestrais, que ainda viviam nas cavernas. 

Naquela época, o alimento não era abundante como hoje. Eles dependiam de caças temporárias, ou de encontrar frutos, então, quando tinham acesso à comida, aproveitavam para comer tudo o que podiam e mais um pouco.

O sistema x junk food

Quando nosso estômago está vazio, produz um hormônio chamado grelina, o “hormônio da fome”, que interage com um neurotransmissor no cérebro chamado NPY, que então é ativado para que você saiba que tem que comer. Quando o estômago está cheio, produz outra substância, chamada leptina. A leptina (conhecida como “hormônio da obesidade”, já que existe em maior nível nos obesos) tem o efeito contrário, fazendo com o que NPY “desligue” sua fome.

A visão de alimentos gordurosos e doces, ricos em energia, dispara um instinto pré-histórico que diz que temos que nos alimentar. Antes, nós tínhamos que aproveitar cada comida que encontrávamos para sobreviver, então, mesmo que já estivéssemos alimentados, precisávamos comer para armazenar gordura, como qualquer outro animal na Terra.

Só que hoje em dia, esse tipo de alimento está em todos os lugares, ou seja, é amplamente acessível. Fica difícil para nosso organismo evitar que nós nos entreguemos a esse instinto, o que faz com que entremos em um círculo vicioso que interfere com o mecanismo grelina-leptina, e, consequentemente, nos faz engordar.

Então quer dizer que, para emagrecer, temos que passar fome. Não exatamente. É só ter uma alimentação saudável e praticar exercício. Bem fácil, né? [Gizmodo]

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Segundo estudos, chocolate escuro pode diminuir a pressão sanguínea

O consumo diário de chocolate escuro pode ajudar a reduzir levemente a pressão sanguínea, segundo indica uma análise de 20 estudos.

A pesquisa foi feita pelo grupo Cochrane – colaboração internacional de milhares de especialistas que revisam estudos já realizados.

A causa seria o cacau, principal ingrediente do chocolate, que relaxa os vasos sanguíneos.
A teoria é que o cacau contém o flavonoide, que faz o corpo humano produzir a substância química chamada óxido nítrico, que "relaxa" os vasos, facilitando a passagem do sangue e, por consequência, diminuindo a pressão sanguínea.

Os estudos anteriores, combinados pela análise Cochrane, haviam apresentando resultados variados.

A quantidade diária de cacau consumida por cada participante varia de 3g a 105g, mas todos apresentaram uma leve redução na pressão. Uma pressão sistólica de 120 mmHg (milímetros de mercúrio) é considerada normal. O cacau reduziu-a entre 2 a 3 mmHg. Mas os estudos duraram apenas duas semanas, portanto os efeitos no longo prazo são desconhecidos.

"Embora não tenhamos ainda evidência de diminuição sustentada da pressão sanguínea, a pequena redução que observamos no curto prazo pode complementar outras opções de tratamento e pode contribuir para reduzir o risco de uma doença cardiovascular", disse a pesquisadora que liderou a revisão, Karin Ried, do Instituto Nacional de Medicina Integrada de Melbourne, Austrália.

Pressão alta é um problema comum, sendo relacionada com 54% dos ataques cardíacos em todo o mundo e 47% das doenças coronárias.

Entretanto, especialistas dizem que há maneiras mais saudáveis de se diminuir a pressão do sangue já que o chocolate possui muita gordura e açúcar.

Há inclusive um alerta na publicação médica Lancet de que o chocolate escuro pode conter menos flavonoide do que se imagina já que a substância pode ser removida por ser amarga.
"É difícil saber ao certo a quantidade de flavonoide do cacau que seria necessária para que seja observado um efeito benéfico e qual a melhor forma de obtê-la", diz Victoria Taylor da Fundação Britânica do Coração (British Heart Foundation).

"As 100g de chocolate que precisariam ser consumidas diariamente, segundo alguns estudos, também viriam com 500 calorias. Isto é um quarto da recomendação diária para mulheres."

"Feijões, maçãs e outras frutas também contêm flavonoide e, mesmo vindo em menor quantidades do que no cacau, estas opções tem menos efeitos indesejáveis do que os encontrados no chocolate", disse ela.

Fonte: BBC 

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Rótulos em alimentos confundem o consumidor

Rotulagem de alimentos não segue padronização e confunde os consumidores.

No Brasil, a rotulagem nutricional nos alimentos industrializados contém as informações sobre o valor energético (ou valor calórico), conteúdo de gorduras (saturada e trans), proteínas, carboidratos, sódio e fibras. Estes dados nutricionais são referentes a uma porção em gramas ou mililitros do produto alimentício e não ao produto inteiro. A porção é previamente definida por uma legislação brasileira e representa uma recomendação de consumo para pessoas sadias a cada vez que o alimento é consumido, com intuito de promover a alimentação saudável. No rótulo deve constar, ainda, a informação da medida caseira referente à porção, por exemplo, uma xícara ou uma unidade.

No entanto, a declaração de porções diferentes entre alimentos similares e a apresentação de medidas caseiras difíceis de serem aplicadas na prática podem comprometer o uso da rotulagem nutricional nas decisões de compras dos consumidores. "Isso ocorre em função da dificuldade de comparar as informações nutricionais e entender os dados disponíveis nos rótulos", avalia a nutricionistaNathalie Kliemann, que estudou a rotulagem em seu mestrado.

A dissertação desenvolvida junto ao Programa de Pós-Graduação em Nutrição (PPGN) e ao Núcleo de Pesquisa de Nutrição em Produção de Refeições (Nuppre) da Universidade Federal de Santa Catarina(UFSC) analisou como a porção e a medida caseira estão sendo declaradas nos rótulos dos alimentos industrializados ultraprocessados. O estudo foi realizado em um grande supermercado de Florianópolis, capital do estado de Santa Catarina.

Foram analisados 2.072 alimentos, que apresentaram uma variação significativa na declaração do tamanho da porção. Os resultados revelam uma variação mínima de 70% (21 a 30g entre biscoitos salgados), chegando a uma variação máxima de 765%, entre pratos preparados prontos e semiprontos (55 a 420g).

"Para a simples comparação de valores nutricionais entre alimentos similares é preciso realizar cálculos, em virtude da falta de padronização do tamanho da porção", avalia Nathalie. Segundo ela, o estudo também mostrou 9,3% de alimentos que apresentaram porção menor do que o recomendado. A nutricionista ainda observou que grande parte desses alimentos apresentaram menor densidade energética e maior peso total quando comparado com outros.

Um exemplo encontrado foi o de dois doces de amendoim,o primeiro tinha porção de 15 gramas e 78 kcal; o segundo de 20 gramas e 84 kcal. A nutricionista alerta que se ambos seguissem a porção de referência, que é de 20 gramas, o primeiro alimento seria aquele com maior valor energético por porção, embora em uma leitura rápida possa parecer o contrário. São informações que, na opinião da profissional, podem induzir o consumidor a equívocos em relação à composição nutricional do alimento.

"As informações disponíveis nesses rótulos infringiram o direito do consumidor a informações corretas e fidedignas", considera Nathalie, que foi orientada em sua pesquisa pela professora Rossana Pacheco da Costa Proença e contou com a colaboração da professora Marcela Boro Veiros (ambas ligadas ao Programa de Pós-Graduação em Nutrição da UFSC).

De acordo com as nutricionistas, é possível que diante da baixa densidade energética de alguns alimentos, o tamanho da porção pode estar sendo utilizado para ressaltar essa característica. Além disso, porções muito pequenas, em embalagens grandes, podem dificultar o entendimento do tamanho da porção na rotulagem nutricional, especialmente pelo fato de não haver a obrigatoriedade da informação sobre o número de porções presentes na embalagem.

Com relação à medida caseira, o estudo detectou termos pouco específicos, como "colher", sem especificação do tipo. Além disso, o uso de tipos de medida caseiras inadequadas aos alimentos, como em um queijo de minas a medida caseira ser uma colher, sendo que esse alimento geralmente é consumido em fatias. Outro exemplo é um queijo no palito, em que a medida caseira é uma fatia, quando uma unidade deveria ser cada queijo no palito. "Esses resultados evidenciam a necessidade de definição de regras mais claras e coerentes para a declaração da medida caseira", avalia Nathalie.

Ela lembra que estudos realizados no Brasil e no exterior indicam que as informações sobre porção e medida caseira são pouco lidas pelos consumidores e estão entre os itens com menor nível de compreensão por eles. "Mas considerando a rotulagem como uma política de apoio para a difusão de informações nutricionais e a promoção de escolhas alimentares saudáveis, torna- se indispensável a revisão da legislação brasileira, assim como maior fiscalização das informações disponíveis aos consumidores", alerta a nutricionista.

Saiba Mais

Padronização

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que as informações nutricionais nos rótulos sejam padronizadas, precisas e compreensíveis, que permitam a comparabilidade entre alimentos similares e auxiliem na determinação do consumo. Para isso, aconselha que haja monitoramento dessas informações fornecidas aos consumidores, como também que se utilize a rotulagem nutricional como um instrumento de educação para o consumo.

Brasil aceita variação

Apesar dessas recomendações, a legislação brasileira permite que sejam declarados nos rótulos de alimentos porções com tamanhos diferentes daquelas recomendadas. É permitido que a porção nos rótulos seja até 30% maior ou menor que a recomendada pela legislação. Por exemplo, os biscoitos que têm porção recomendada de 30 gramas, podem declarar nos rótulos porções de 21 a 39 gramas. Além disso, nem todos os alimentos têm uma porção recomendada na legislação, como é o caso dos pratos prontos para o consumo, como lasanhas e pizzas. Para esses alimentos, a porção deve corresponder até 500 kcal do alimento.

Mais informações

Pesquisadora Nathalie Kliemann
E-mail: nathalie.kliemann@gmail.com

Professora Marcela Boro Veiros
E-mail: marcelaveiros@gmail.com

Professora Rossana Pacheco da Costa Proença
Telefones: (48) 3721-2218 e (48) 3721-5042
E-mail: rossana@mbox1.ufsc.br

FONTE

Agência de Comunicação da UFSC
Arley Reis - Jornalista
Telefone: (48) 3721-9601
E-mail: agecom@agecom.ufsc.br

Links referenciados

Núcleo de Pesquisa de Nutrição em Produção de Refeições

Programa de Pós-Graduação em Nutrição

Universidade Federal de Santa Catarina

Agência de Comunicação da UFSC

Rossana Pacheco da Costa Proença

Organização Mundial da Saúde

nathalie.kliemann@gmail.com

marcelaveiros@gmail.com

rossana@mbox1.ufsc.br

Marcela Boro Veiros

Nathalie Kliemann

UFSC

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Perda de peso e alimentação saudável podem reduzir os sintomas da menopausa

Mulheres que emagreceram seguindo uma dieta com pouca gordura a muitas frutas e legumes aliviam problemas como ondas de calor e suores noturnos.

Uma alimentação correta pode ser a principal aliada das mulheres no alívio dos sintomas que surgem com a menopausa. De acordo com uma nova pesquisa, publicada na edição deste mês do periódico Menopause, a perda de peso provocada por uma dieta com baixo teor de gordura e rica em frutas e vegetais reduz ou até elimina as ondas de calor e os suores noturnos, que são comuns no período.

O estudo foi financiado pela Kaiser Permanente, uma instituição de pesquisas em saúde que pertence a uma organização sem fins lucrativos e que tem unidades em Atlanta, Portland e Honolulu, todas cidades dos Estados Unidos. Segundo os autores, embora outros trabalhos tenham mostrado que o ganho de peso está associado aos sintomas da menopausa, essa é a primeira vez em que o emagrecimento atrelado a uma determinada dieta é relacionado à melhora desses problemas.

Ao todo, participaram do levantamento 17.473 mulheres de 50 a 79 anos que já haviam passado pela menopausa. Após acompanharem as participantes por cinco anos, os autores descobriram que aquelas que emagreceram ao menos 4,5 quilos no período do estudo — e que também não faziam terapia hormonal e comiam menos gorduras e mais cereais integrais, frutas e vegetais — apresentaram mais chances de reduzirem ou eliminarem os sintomas da menopausa do que as mulheres que mantiveram o peso.

Segundo Candyce Kroenke, que coordenou o estudo, as mulheres tendem a ganhar mais peso com a idade, e a prevenção desse aumento do peso pode ser usada como estratégia viável para amenizar os suores noturnos e as ondas de calor. Ela explica que quanto mais o corpo acumula gordura, maior é o isolamento de sua temperatura, e que esses sintomas são uma maneira de o corpo dissipar o calor.

CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Effects of a dietary intervention and weight change on vasomotor symptoms in the Women's Health Initiative

Onde foi divulgada: periódico Menopause

Quem fez: Candyce Kroenke, Bette Caan, Marcia Stefanick, Garnet Anderson, Robert Brzyski, Karen Johnson, Erin LeBlanc e outros

Instituição: Kaiser Permanente

Dados de amostragem: 17.473 mulheres de 50 a 79 anos

Resultado: Mulheres que, após a menopausa, emagrecem ao menos 4,5 quilos com uma dieta rica em frutas e vegetais e pobre em gorduras, mesmo sem reposição hormonal, têm maiores chances de reduzir ou eliminar sintomas do período como ondas de calor e suores noturnos.

Facebook Carolina Ritter: Clique aqui.

Fonte: http://vej
a.abril.co
m.br

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Segredos de uma alimentação saudável

Um dos grandes problemas da alimentação dos brasileiros é o excesso do sódio. Além disso, fritura e alimentos industrializados não fazem bem para a saúde. Veja no vídeo o cardápio ideal para uma dieta saudável e o que as famosas andam comendo.



Fonte: http://noticias.r7.com

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

A importância do ferro para a saúde


São Paulo- Com certeza em algum momento da vida você já ouviu a frase: coma feijão, pois ele é rico em ferro e faz bem para saúde. O grão é sim fonte do mineral, mas você sabia que para o organismo absorvê-lo corretamente é preciso uma “ajudinha” da vitamina C?

Pois é, isso acontece porque os alimentos de origem vegetal tem menor concentração de ferro. A nutricionista Rafaela Isis Reis Allevato, nutricionista do Hospital San Paolo, explica que bebidas cítricas auxiliam no processo de absorção. “Recomendamos que durante as refeições as pessoas bebam um pouco de suco de laranja, limão ou acerola”.

O ferro é um mineral essencial para que o organismo funcione corretamente e é encontrado em maior quantidade em alimentos como fígado, vísceras e carne vermelha. A ausência do mineral pode causar problemas como irritabilidade, distúrbios digestivos, tontura e falta de apetite e pode ainda estar associada à queda de cabelo, unhas quebradiças e pele seca.

Alimentos que dificultam a absorção do ferro -É muito comum encontrarmos mães que logo após o almoço oferecem iogurtes às crianças, porém, muitas delas não sabem que com isso podem prejudicar a absorção do ferro ingerido durante a refeição anterior. Segundo Rafaela, o cálcio contido em alimentos lácteos é prejudicial quando consumido durante ou após as principais refeições “Leite, flans e iogurtes não devem ser servidos às crianças como complemento das refeições”, ressalta a nutricionista.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

6 dicas para a alimentação das crianças nas férias

  • 1
    Atenção aos exageros no chocolate, refrigerante...
    Foto: Getty Images
    As crianças acima dos dois anos já estão expostas aos alimentos em geral. De acordo com a nutróloga Fabiola Suano, não há alimento proibido, mas não se pode deixar a criança comer tudo deliberadamente. É importante que ela saiba que está podendo comer aquilo porque é uma situação diferente. "Sucos artificiais, por exemplo, não dê mais do que 150ml. Refrigerante, no máximo, 150ml e uma ou duas vezes na semana. Uma lata é muita coisa para uma criança, sendo que essas bebidas açucaradas estão associadas ao aumento de peso e enfraquecimento ósseo, entre outros problemas", reforça a nutróloga da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran) Fabiola Suano. 

    Outras dicas são importantes para controlar os pequenos: quando pedir batata frita na lanchonete, dê sempre a porção pequena. E ao comprar um cachorro quente, não dê a versão completa, ofereça com poucos molhos como o ketchup ou maionese. Com as bebidas de soja, o máximo que se deve oferecer é 150/200ml. "Chocolate, por exemplo, 15g é o máximo. As crianças devem ingerir até duas porções de açúcar por dia. Se ela adoça um leite, só pode comer um outro doce naquele dia, como um picolé, um pedaço de goiabada ou uma porção de chocolate. Ou dois doces se não açucarar nenhuma bebida", ensina Fabiola. 

    Pipoca natural feita em casa está na lista das guloseimas que não fazem mal para os pequenos, mas o sorvete... "Uma bola é o suficiente porque contém muito açúcar e gordura. Quanto mais você puder poupar a criança, melhor", finaliza a nutróloga da Abran.
  • 2
    Pode pular o café da manhã?
    Foto: Getty Images
    Já que a criança vai dormir mais tarde e acordar próximo do almoço alguns dias das férias, a dúvida aparece: pode começar o dia com o almoço? "Não. É importante que, ao acordar, seja oferecido algum alimento como um copo de leite ou uma fruta, mesmo sendo perto do almoço. Não precisa dar pão porque pode atrapalhar o almoço, mas uma introdução antes do almoço deve ter", reforça a médica nutróloga da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran)
    Fabiola Suano.
  • 3
    Não deixe de lado os alimentos saudáveis
    Foto: Getty Images
    Nenhuma mãe gosta de ser vista como chata porque controla a alimentação da criança. Mas se a alimentação saudável não faz parte da rotina da casa, a criança certamente vai rejeitar frutas, verduras e legumes com mais facilidade. Portanto, mantenha as três refeições da criança com as comidas saudáveis

    "Há uma grande preocupação das mães se a criança está comendo muitos alimentos artificiais ou do tipojunk food. Porém, a atenção das mães deveria ser se a criança está comendo alimentos saudáveis, como frutas, legumes, leite e verduras – e não aqueles, como biscoito recheado, que vão impactar na alimentação", explica a professora e nutricionista daPUCRS
     Raquel da Luz Dias. 

    Segundo ela, é permitido trocar o jantar por um lanche mais nutritivo. "A mãe pode preparar junto com o filho uma pizza com massa integral, usando queijos magros e brincando com os ingredientes que vão compor o recheio", sugere a especialista.
  • 4
    De olho nas calorias?
    Foto: Getty Images
    De acordo com Raquel da Luz Dias, crianças entre 1 e 3 anos devem ingerir cerca de 1300 calorias diariamente. "O consumo de açúcar diário é de 10% da quantidade total de carboidratos recomendada. Portanto, uma criança nessa idade deve consumir, no máximo, 32g de açúcar por dia. É bem pouco, mas é o ideal", explica. 

    De 4 a 8 anos, a recomendação é de 1500 calorias, enquanto de 9 a 11 anos, 1800 calorias é o adequado, o que significa que a ingestão de açúcar é de 37g e 45g, respectivamente. 

    "Mas a contagem de calorias é uma preocupação muito de adultos. Claro que quando traçamos um plano alimentar para a criança prestamos atenção se ela está dentro do recomendado, mas definir esses números não é bom porque cada criança tem uma necessidade diferente", explica Raquel da Luz.
  • 5
    Até os dois anos, nada de mudanças
    Foto: Getty Images
    Uma criança abaixo dos dois anos não deve ser exposta a alimentos inadequados como biscoitos, sucos artificiais, chocolates, refrigerantes ou frituras

    "A alimentação nessa fase é muito controlada, a criança precisa de rotina, como comer de três em três horas, por exemplo. Não é bom variar esse controle mesmo nas férias", explica Fabiola Suano.
  • 6
    Cuidados com o transporte dos alimentos
    Foto: Getty Images
    Quando a criança ainda está na fase de beber o leite na mamadeira, prefira levar o pó do leite e da mistura em um potinho. "A temperatura é muito importante para manter o leite adequado para consumo, principalmente em crianças, que são mais sensíveis, pois há grandes riscos de provocar diarreia ou vômitos", alerta a nutróloga. 

    Segundo ela, não é recomendado que o iogurte ou outras bebidas lácteas fiquem sem refrigeração por mais de três horas e se for levar uma fruta, opte por levá-la inteira. "Muitas 









    Fonte: GNT-Globo

quarta-feira, 18 de julho de 2012

16° Congresso Mundial de Ciência e Tecnologia de Alimentos


O “16° Congresso Mundial de Ciência e Tecnologia de Alimentos” do IUFoST, acontecerá pela primeira vez na América Latina, em Foz do Iguaçu, no estado do Paraná, de 5 a 9 de Agosto de 2012.

O evento tem como objetivos promover oportunidades de cooperação internacional, troca de informações e discussões entre cientistas e especialistas de alimentos de todo o mundo. O programa científico está estruturado de maneira forte e abrangente, cobrindo pontos-chave na área de Ciência e Tecnologia de Alimentos.

Localizada no extremo oeste do estado do Paraná, Foz do Iguaçu é o centro turístico e econômico mais desenvolvido daquela região, sendo um dos mais importantes destinos turísticos brasileiros.  As deslumbrantes “Cataratas do Iguaçu” estão entre as sete maravilhas da natureza. Possuem 275 cascatas distribuídas em quatro quilômetros em meio à exuberante natureza.


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