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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Mundo precisa atualizar vacinas contra a gripe, diz estudo


Enquanto norte-americanos fazem fila para se vacinar contra a gripe, eles devem considerar que as vacinas podem ser muito menos eficazes do que se pensa, segundo um novo estudo. Michael Osterholm, especialista em doenças infecciosas da Universidade de Minnesota, e seus colegas descobriram que a vacina da gripe mais comum nos Estados Unidos é eficaz para 59 por cento dos adultos saudáveis, bem abaixo do nível de 70-90 por cento relatado anteriormente.

"Estamos presos a uma vacina que já existe há 60 anos e não mudou muito", Osterholm disse em declarações gravadas. Ele salientou a necessidade de uma nova geração de vacinas contra a gripe, particularmente diante de uma futura pandemia. Há também uma falta de informação sobre quão bem a vacina funciona em crianças e em adultos com mais de 65 anos, disse ele. Estes dois grupos correm maior risco de doença ou morte associadas à gripe.
Autoridades de saúde dos Estados Unidos recomendam que todos os americanos acima de seis meses de idade tomem uma vacina contra a gripe. Quase 131 milhões de pessoas, ou 43 por cento da população do país, receberam a vacina contra a gripe na temporada passada, de acordo com o Centro de Controle de Doenças e Prevenção (CDC, na sigla em inglês).

A Sanofi, a GlaxoSmithKline, a Novartis, a MedImmune, unidade da AstraZeneca, e a CSL produzem vacinas para o mercado dos EUA. Enquanto Osterholm não contesta a necessidade das vacinas atuais, ele disse que a percepção comum de que elas são "suficientemente boas" impede o desenvolvimento de novas terapias.

Em um estudo publicado na revista The Lancet Infectious Diseases, Osterholm e colegas selecionaram 5.707 estudos de vacinas publicados nos últimos 40 anos. Eles reduziram suas análises a 31 estudos que testaram para a presença da gripe em testes de laboratório, em vez de contar um aumento dos anticorpos contra a gripe ¿ um método mais rápido, mas que pesquisadores dizem que tende a superestimar a eficácia da vacina.

Eles também limitaram os resultados para aqueles que usaram ensaios clínicos randomizados ou outros métodos de observação que não têm "viés de seleção", que poderia fazer com que as pessoas mais doentes ficassem fora do estudo. Uma análise dos 31 estudos também mostrou que um novo tipo de vacina que utiliza um vírus vivo era 83 por cento eficaz na proteção das crianças entre seis meses e sete anos de idade.

No entanto, este tipo de vacina, que é feito pela MedImmune, atualmente não é recomendado como o melhor tratamento para as crianças pelo grupo do CDC, que decide práticas de imunização nos Estados Unidos, disseram os autores do estudo. O estudo na Lancet foi publicado antes de uma reunião deste grupo na quarta-feira.

Fonte: Terra

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Confira alimentos que ajudam a eliminar a barriguinha

Foto: Getty Images 
Vegetais verdes - Vegetais verdes como alface, rúcula, espinafre, brócolis têm muitas vitaminas e minerais, poucas calorias e uma elevada quantidade de fibras. Comer uma boa salada na hora do almoço e mantém a pessoa saciada durante toda a tarde. Optar por uma pequena salada antes de uma refeição, também auxilia a comer menos o prato principal.

Salmão - Reduzir frituras, ricas em calorias, para eliminar a barriga é uma regra. Escolha proteínas magras, como peixe, tofu ou carne de peru, pois fornecem muita energia e queimam mais calorias na digestão. Ao escolher um peixe, tente salmão ou atum, uma vez que ambos são ricos em ômega-3, que reduzem a inflamação no corpo e podem ajudar a regular seus hormônios.

Aveia - Comer um café-da-manhã saudável acelera o metabolismo, regula os níveis de açúcar no sangue, e mantém a energia alta até a hora do o almoço. Rica em fibras, a aveia é uma ótima opção porque sacia e corta a necessidade de comer um doce logo pela manhã. Opte pela versão livre de açúcar.

Amêndoas - A gordura monoinsaturada é um ingrediente secreto que ajuda a queimar a gordura da barriga. As amêndoas são uma boa fonte de gorduras monoinsaturadas e ajudam a saciar uma vez que são uma boa fonte de proteína vegetal e fibras.

Mirtilos - A pesquisa mostrou que uma dieta rica em mirtilos pode ajudar a diminuir a gordura da barriga. Mesmo congelada, a fruta mantém a maioria de seus benefícios nutricionais.

Fonte: Terra

quarta-feira, 13 de julho de 2011

De cirurgia plástica a rosquinhas: conheça 13 causadores de depressão

Foto: Getty Images
A depressão é considerada mal do século 21 e estima-se que 30% da população sofra do problema, mesmo que não tenha sido diagnosticado. As causas da doença não são totalmente conhecidas, mas sabe-se que consumo de substâncias químicas, problemas familiares ou financeiros, doenças e até mesmo estilo de vida e alimentação estão ligados ao seu aparecimento.
Conheça 13 fatores que podem desencadear um quadro de depressão, segundo o instituto inglês Mind Health Development e publicados pelo jornal Daily Mail. A lista inclui desde o cigarro até uma simples e inocente rosquinha.

TemperaturaO excesso de sol pode estar ligado à depressão. É o que afirmam estudos que associam a depressão sazonal ao frio ou ao calor. Em períodos quentes o corpo sofre alterações hormonais, produzindo menos hormônio da tireoide o que leva à falta de energia. O calor também interfere na capacidade de o corpo lidar com o estresse. Em países que sofrem com invernos rigorosos, foi verificado ainda aumento nas taxas de suicídio quando as temperaturas começam a se elevar. Outros fatores associados por pesquisadores estão o aumento no consumo de álcool durante os meses mais quentes e maiores dificuldades para dormir, quando as temperaturas interferem no conforto corporal.

Pílula anticoncepcionalMulheres que usam pílula como método anticoncepcional estão mais sujeitas a ficar deprimidas do que as que não fazem uso do medicamento. Estudos feitos desde 2005 verificaram alterações de humor e também nos níveis de serotonina em usuárias do método.
 
RosquinhasDoces e outros mimos que comemos para nos sentir melhores ao longo do dia podem fazer mal à boa forma e também à saúde mental. A explicação é de que a entrada de açúcar no sangue tem o poder de causar bem-estar imediato, mas quando a substância é absorvida pelo corpo o que acontece é um estado de tristeza pior do que o anterior. A recomendação é a ingestão de alimentos que liberem açúcar no sangue de maneira lenta, como grãos integrais, o que manteria os níveis de dopamina, uma das substâncias responsáveis pelo bom humor, equilibrados.

LuzesO excesso de luzes afeta o cérebro negativamente, segundo estudo da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos. A iluminação urbana, muitas lâmpadas no quarto ou mesmo a exposição constante à TV causa alterações, verificadas em estudos com animais, que passaram a procurar junk food, por exemplo, um dos sintomas associados à depressão.
 
Consumo de café e chásApesar de algumas pessoas consumirem o sagrado cafezinho após as refeições e desfrutarem de uma ótima noite de sono, outras não se dão bem com a combinação cafeína-descanso. A substância pode atrapalhar o sono, o que leva à sensação de cansaço e tristeza no dia seguinte. Para essas pessoas, a recomendação é desfrutar da última xícara de café até às 16h. Chás com concentrações de cafeína também entram na lista de restrições.

RemédiosSubstâncias encontradas em remédios para controle da pressão arterial e também para tratamento de problemas de pele, como acne e psoríase, foram associados à depressão. Os responsáveis seriam os beta-bloqueadores presentes nas fórmulas.

CigarroSegundo estudo realizado pela Universidade de Malbourne, na Austrália, fumar pode elevar os riscos de desenvolver depressão em até 93%. A sensação de relaxamento oferecida pela nicotina, uma das substâncias do cigarro, é apenas temporária, devido ao estímulo da dopamina. O que acontece é que na ausência do cigarro, o cérebro ¿desliga¿ o mecanismo de produção da substância, o que a longo prazo leva à depressão.

HipertereoidismoO funcionamento anormal da glândula tireoide é uma causa normalmente associada a alterações de humor e à depressão. Segundo estudos, a produção de muitos hormônios leva à irritação e afeta principalmente pessoas mais velhas.

Excesso de tecnologiaEstar constantemente conectado à internet, falando ao telefone ou fazer uso de outros aparelhos tecnológicos aumenta as chances de depressão. Segundo levantamento feito na China com mil adolescentes, os que navegavam excessivamente tinham duas vezes e meia mais chances de ficar depressivo. A explicação para a propensão vinha do fato de os pesquisados se tornarem menos confiantes em situações da vida real e mais confiantes em relacionamentos e ações no mundo virtual.

Dieta vegetarianaPessoas que não consomem produtos de origem animal podem sofrer com a falta de ácidos graxos essenciais à saúde, o que pode levar à depressão. Seguidores da dieta vegetariana precisam estar atentos ao consumo de itens como nozes e sementes que forneçam quantidades de ácidos. A conclusão é baseada em estudos que associam tais substâncias, como óleo de peixe, à diminuição em taxas de depressão, inclusive entre mulheres na fase pós-parto.

ProcrastinarAdiar as tarefas ou deixar tudo para a última hora pode causar atrasos, confusões e estresse. O hábito pode ser uma causa de quadros de depressão, uma vez que tudo parece estar fora de controle. A falta de organização também pode tomar o lugar de prazeres como desfrutar de tempo livre, sensação de dever cumprido, tempo de qualidade com a família, entre outros.

Dieta do Dr. AtkinsO regime que propõe o consumo de carnes e gorduras e o corte dos carboidratos, também conhecido como dieta do Dr. Atkins, pode fazer bem para a perda de peso em algumas pessoas, mas é um causador de depressão. A falta de carboidratos leva à queda dos níveis de serotonina, trazendo sentimentos de raiva e tristeza. Os carboidratos se convertem em açúcares no sangue e são fundamentais para a saúde do organismo e também mental.

Cirurgia plásticaA mudança em alguma parte do corpo de que não gostamos por meio de operações plásticas é positiva. Mas estudos verificaram que mulheres que passaram pelo procedimento têm mais chances de se tornarem depressivas um ou dois anos após a operação. Um levantamento publicado pelo Current Psychiatry Reports aponta ainda que elas têm três chances mais de cometer suicídio do que as que não fizeram mudanças no corpo.

Fonte: Terra

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Dieta pode combinar com coxinhas e chocolate; saiba como

Foto: Getty Images
Regimes de emagrecimento não precisam ser radicais para funcionar. Tanto que o termo reeducação alimentar é usado por médicos e nutricionistas como a chave para conquistar o peso desejado de maneira duradoura.

Isso significa que pratos saborosos e guloseimas não precisam ser riscados do cardápio, mas sim, consumidos com moderação e em versões mais saudáveis.

O nutricionista inglês Max Tomlinson listou para o site Female First cinco itens que fazem parte da dieta regular e as opções para conquistar uma figura mais esbelta sem mudar radicalmente o paladar.

1. FriturasSão inúmeras as receitas fritas que figuram entre as guloseimas preferidas de pessoas de todo o mundo. O problema é que coxinhas e outros bolinhos são repletos de gordura saturada, que é associada ao aumento do colesterol não saudável, além de serem muito calóricos.

A alternativa aqui é partir para os alimentos assados ou grelhados. Há inclusive salgadinhos, como coxinhas, que podem ser assados em vez de fritos. Carnes, batatas e outros itens também devem ir à grelha ou forno e, de preferência, devem ganhar a companhia de legumes e verduras frescas na hora da refeição.

2. Chocolate
Segundo o nutricionista, o doce contém feniletilamina, substância naturalmente produzida pelo corpo quando nos apaixonamos. Quem não consegue abrir mão do item na dieta, pode partir para as versões com maior quantidade de cacau, a partir de 70%, e em pequenas porções.

3. Comidas prontasSe o tempo não permite preparar refeições e o jeito é consumir pratos prontos, prefira opções sem molhos, pois estes geralmente contêm grandes quantidades de sal e açúcar, mesmo que não seja tão evidente ao paladar. Procure embalagens menores, para comer menos, e procure completar a refeição com uma salada ou porção de vegetais cozidos.

4. QueijosOs itens não devem ser consumidos em excesso, pois podem conter muita gordura e sal. Em geral, prefira os queijos brancos, que oferecem maiores quantidade de proteínas, em vez dos amarelos, ricos em gordura.

5. SalgadinhosBatatinhas chips e outros salgadinhos são fritos em gordura vegetal e, por isso, são altamente calóricos, além de serem pobres em nutrientes. Mas se é grande a vontade de comer uma porção de vez em quando busque as opções assadas, disponíveis em várias versões nos supermercados.

Fonte: Terra

sábado, 18 de junho de 2011

Como incluir guloseimas sem prejudicar a alimentação


Se você já foi ao supermercado com uma criança, provavelmente percebeu como ela influencia o consumo dentro de casa. Em meio a tantas guloseimas, é quase impossível não ouvir a famosa frase: “compra, vai”. Assim, os pais acabam cedendo à pressão dos filhos e levam para casa diversos alimentos pouco nutritivos.

De acordo com uma pesquisa do Datafolha, realizada no ano passado na cidade de São Paulo para o Instituto Alana, refrigerantes, salgadinhos e bolachas recheadas são os mais consumidos durante a semana por crianças de 3 a 11 anos de idade. 

Esses produtos possuem alto teor de açúcar, sódio, gordura, corantes e conservantes, que não trazem nenhum tipo de benefício à saúde e aumentam os riscos de doenças como diabetes, hipertensão e obesidade.

Segundo José Augusto Taddei, professor de Nutrologia do Departamento de Pediatria da Escola Paulista de Medicina, as guloseimas podem ser liberadas com moderação, mas jamais devem ser oferecidas como substituição de afeto, atenção ou prêmio. “Guloseima é um conceito criado nas práticas alimentares. Podemos desenvolver com nossos filhos conceitos mais saudáveis vinculados ao convívio e à atividade física ao ar livre. Entretanto, elas podem ser consumidas em pouca quantidade e sempre depois das refeições”, afirma.

Para Fabiana Prata Carneiro, de São Paulo, especializada em nutrição clínica infantil, uma vez por semana a mãe pode fazer um lanche diferenciado para o filho levar à escola. A dica é combinar alimentos saudáveis com outros nem tão saudáveis assim. “A criança pode comer um pacote pequeno de salgadinho e tomar suco de fruta ou água de coco. Se preferir uma barrinha de chocolate, o ideal é que ela coma antes um sanduíche com pão, requeijão e peito de peru, por exemplo”, ressalta.

A nutricionista explica que reforçar o café da manhã é a melhor forma de diminuir a vontade de comer guloseimas. “Muitas crianças vão à escola em jejum e, como a maioria delas janta entre 20h e 21h, acaba preferindo comer algo como uma bolacha recheada, que é uma fonte de glicose de rápida absorção”, afirma Fabiana.

Por isso, vale a pena acordar o filho um pouco mais cedo e investir na primeira refeição do dia, que deve ter fontes de cálcio, carboidrato, vitaminas e minerais. Oferecer pão com manteiga ou requeijão, acompanhado de uma fatia de peito de peru e um copo de leite, é o ideal. E nada de encher o copo com achocolatado em pó: uma colher de sobremesa é mais do que o suficiente para agradar o paladar da criança.

Outra boas pedidas são: frutas picadas, como maçã, tangerina, uva, morango, mamão, melão e abacaxi; iogurte natural ou queijo petit suisse acrescido de frutas picadas ou cereais; pães e bolos com farinha integral, rica em fibras; e sanduiches de diversos tamanhos, com opções de recheio: queijo branco, alface, tomate, pasta de ricota, requeijão, presunto magro, patê de peito de peru e queijo cottage.
Confira a seguir como incluir guloseimas nas refeições da criançada, sem prejudicar a sua alimentação.

Substitua um pelo outro
- Refrigerante por suco de frutas ou água de coco.
- Bolacha recheada por biscoito integral ou caseiro.
- Maionese por requeijão, manteiga ou queijo branco.
- Salgadinhos fritos por salgadinhos assados de soja.


A lancheira saudável com guloseima
Opção 1
Uma caixinha de suco de frutas, um pacote pequeno de salgadinho e uma maça picada.

Opção 2Uma caixinha de água de coco, sanduíche de pão integral com queijo branco, requeijão, peito de peru e cenoura e uma barra pequena de chocolate.

Opção 3Uma caixinha de leite de soja para criança, quatro morangos e duas bolachas recheadas.

Opção 4Uma caixinha de suco de frutas, uma xícara pequena de amendoim e uma barra de cereal.


Coletânea Editorial
Especial para o Terra


Fonte: Terra

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