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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Consumo excessivo de álcool aumenta riscos de câncer de pulmão


O consumo excessivo de álcool está ligado a maiores riscos de desenvolver câncer de pulmão, enquanto o consumo de chá preto e frutas está associado a menores riscos de obter a doença. Os estudos foram apresentados no CHEST 2011, reunião anual de médicos do coração.

O time de pesquisadores analisou mais de 120 mil pessoas e fatores que podiam levar a doença, como cigarro, álcool, sexo, etnia e nível educacional. Ainda que o cigarro continue sendo o principal fator para desenvolver a doença, os que consumiam mais de três bebidas alcoólicas por dia também aumentaram o risco de desenvolver a doença.

"O consumo excessivo de álcool tem diversos efeitos ruins ao corpo, como problemas cardiovasculares e o risco de desenvolver outras doenças. Não encontramos se existe alguma ligação com quem os que bebem de forma moderada e o câncer no pulmão", explica Stanton Siu, cientista envolvido na pesquisa.

Segundo o estudo, variações genéticas de cada grupo étnico ajudam a entender o aumento de risco de ter câncer, bem como exposição a alguns ambientes, dieta e local em que se vive.

Estudiosos também encontraram alimentos que podem diminuir os riscos da doença. De acordo com pesquisadores da República Tcheca, consumir chá preto protegeu as mulheres de desenvolver câncer de pulmão, já uma dieta com frutas diminuiu o risco para ambos os sexos.

Fonte: Uol

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Mulheres obesas têm risco aumentado de desenvolver cancro da mama mais cedo




Investigadores da Universidade de Granada , na Espanha, afirmam que mulheres com excesso de peso, especialmente as que têm obesidade mórbida, tem risco aumentado de desenvolver cancro da mama de forma precoce. Estudo apontou ainda que mulheres que começaram a menstruar entre 9 e 10 anos de idade também possuem risco de desenvolver a condição mais jovens, avança o portal ISaúde.


Estas são uma das principais conclusões que compõe um artigo publicado recentemente na revista espanhola Nutrición Hospitalaria da Universidade de Granada.

Os cientistas examinaram uma amostra de 524 mulheres diagnosticadas com cancro da mama que foram tratadas no hospital universitário de San Cecilio de Janeiro de 2009 a Setembro de 2010, em Granada, Espanha. Os investigadores avaliaram o estado nutricional dessas doentes (peso normal, obesidade e obesidade mórbida) e a sua idade no momento do diagnóstico. Mulheres com histórico familiar de cancro da mama foram colocadas num grupo separado.

Os cientistas descobriram que a obesidade em mulheres está associada ao diagnóstico de cancro da mama numa idade mais jovem. Esta descoberta contrasta com os resultados obtidos em estudos anteriores que demonstraram que indivíduos com maior índice de massa corporal tiveram menor risco de sofrerem cancro da mama.

Os investigadores da Universidade de Granada concluíram que as mulheres diagnosticadas com cancro da mama em idade precoce foram aquelas que começaram a menstruar, quando menores de 10 anos. Assim, a idade da menstruação é determinante no desenvolvimento e diagnóstico de cancro da mama, especialmente em mulheres com obesidade mórbida.

Portanto, embora a genética e o histórico familiar de cancro sejam factores muito relevantes (até 18% de cancro da mama em mulheres obesas tiveram um factor genético), este estudo mostrou que a obesidade, especialmente os casos mais graves, é o factor mais relevante no início do desenvolvimento de cancro da mama.

Fonte: Pop

sábado, 17 de setembro de 2011

Vitamina D é super poderosa e também previne o câncer

Fonte: Google Imagens
É através do sol que a vitamina D penetra no corpo induzindo a pele, o fígado e os rins a produzi-la. Durante anos ela ficou conhecida por ser essencial na proteção dos ossos. Mas novos estudos apontam outro papel importante da vitamina D para a saúde. 

De acordo com a Associação Americana de Dietética, ela também previne o câncer, enfarto e derrame. Em altas doses a vitamina D atua contra a depressão, diabetes tipo 2 e doenças autoimunes, como artrite reumatóide e esclerose múltipla. 

Além do sol, ela é encontrada também no salmão, gema de ovo e fígado. A Comissão de Alimentos e Nutrição recomenda uma dose de 200 unidades internacionais por dia para adultos de até 50 anos. Pessoas mais velhas precisam de mais doses que podem ser introduzidas através de suplementos. 

Por Carolina Abranches
Fonte: DGABC

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Saiba o que a soja pode fazer pela sua saúde

Fonte: Google Imagens
A soja é um grão rico em minerais e vitaminas. Nela se encontram cobre, ferro, fósforo, potássio, manganês, enxofre, cloro e vitaminas como A, C, E e complexo B. Ela também possui ácidos graxos poliinsaturados como o ômega 6 e ômega 3. Pela riqueza de sua fórmula e a variedade que ela pode ser consumida, a soja é um alimento capaz de evitar várias doenças. 

Confira o poder da soja:

Diabetes: As fibras da soja agem como reguladores do níveo de glicose;

Osteoporose: A soja ajuda a fixar o cálcio e fortalece a estrutura óssea;

Arteriosclerose: Ttorna as artérias mais flexíveis e reduz o risco da doença;

Menopausa: O grão atenua os suores noturnos e as ondas de calor;

Câncer: Consumir soja diariamente diminui a incidência de câncer de mama, próstata e cólon;

Coração: A proteína da soja reduz o LDL, o mau colesterol e aumenta o HDL, considerado o bom.

Por Carolina Abranches
Fonte: DGABC

segunda-feira, 6 de junho de 2011

5 razões para parar de fumar

31 de maio foi o Dia Mundial Sem Tabaco. A campanha para acabar com o fumo visa diminuir a taxa de 6 milhões de mortes em 2011, segundo informa a Organização Mundial de Saúde. Se nada for feito, em 2030 serão 8 milhões ao ano. Por isso, estão aqui listadas 5 razões para parar de fumar e 5 motivos que explicam porque isso é tão difícil.


5 razões para parar de fumar

1 - Valéria Cristina Vigar, secretária geral da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT), aponta que um dos principais malefícios do tabagismo é a presença de 4.700 substâncias tóxicas na fumaça. Elas vão da nicotina até gases nocivos como o monóxido de carbono, e o fenol, arsênico e matais pesados."Charuto, narguilé, cachimbo e até mascar a folha são formas de tabagismo. A diferença do cachimbo e do charuto e que a absorção é na boca e não no pulmão", explica a pneumologista. Além de cânceres e outras doenças, as substâncias tóxicas podem ainda provocar o irritamento das vias aéreas e causar alergias Mais;

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2 - Segundo a OMS, 10% dos que morrem por causa do tabagismo são fumantes passivos. Em 2011, estima-se que sejam 600 mil. Os filhos e cônjuges de fumantes apresentam maior frequência de infecção respiratória, mais sintomas respiratórios como alergia, rinite e asma. Por isso, a pneumologista Valéria Cristina Vigar afirma que as leis que proíbem o fumo em lugares fechados são muito benéficas para os fumantes passivos;

3 - A nicotina é uma droga que causa grande dependência química. Ela demora apenas de 7 a 10 segundos para atingir o cérebro, ativando a área de recompensa. "A nicotina libera dopamina, responsável pela sensação de prazer e bem-estar", explica a pneumologista Valéria Cristina Vigar. A médica destaca que a dependência é cada vez maior, já que os receptores do cérebro têm tolerância e precisam cada vez mais a droga para ter o mesmo efeito;

4 - Segundo a pneumologista Valéria Cristina Vigar o tabagismo é responsável por 30% das mortes por câncer e 20% das mortes por ataque cardíaco. Dados da OMS apontam que só em 2011, 6 milhões de pessoas vão morrer por causa do tabaco. E a tendência é que este número só aumente. É possível ter câncer de pulmão, mas também de boca, laringe, de estomago, faringe etc. As substâncias tóxicas alteram o metabolismo da proteína e favorecem o acúmulo de gordura nos vasos. O cigarro aumenta o colesterol ruim e altera a coagulação do sangue, e, por isso, é mais fácil ocorrerem eventos trombóticos;

5 - Fumar provoca impotência sexual em homens após aproximadamente 15 anos de vício. "O pênis é um órgão vascularizado e pelo tabaco alterar os vasos sanguíneos, pode causar impotência", conta a pneumologista Valéria Cristina Vigar. O tabagismo pode ainda reduzir a fertilidade de homens e mulheres.


5 motivos de porque é difícil parar


1 - Para a pneumologista Valéria Cristina Vigar, uma das razões para a dificuldade de se parar de fumar é o fácil acesso a cigarros. "Apesar da lei antifumo ajudar bastante a diminuir os índices de tabagismo, é possível encontrado cigarro em praticamente todo lugar e ele é relativamente barato no país";

2 - Outro motivo para abandonar o vício é o efeito da nicotina no cérebro. Ela libera dopamina e provoca sensação de prazer e bem-estar;

3 - Um dos maiores medos de quem para de fumar é engordar. Seja porque o cigarro libera uma substância que diminui o apetite, seja porque a ansiedade de não fumar é grande e as pessoas descontam na comida, o fato é que é comum ex-fumantes ganharem uns quilinhos. "A pessoa fica tão ansiosa com a abstinência que ela come doces para ter sensação de serotonina", diz a pneumologista Valéria Cristina Vigar;

4 - A pneumologista Valéria Cristina Vigar conta que um dos principais entraves para parar de fumar é "sobreviver" à abstinência, que dura de 2 a 4 semanas. Neste período é comum a alteração de humor, ansiedade, alteração de sono e boca seca;

5 - É difícil combater um hábito. "Quem fuma está acostumado a fazer a mesma coisa por 15 anos umas 20 vezes por dia. É como quando alguém se aposenta e não sabe o que fazer", explica a pneumologista Valéria Cristina Vigar.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Estudo do HCor aponta doenças mais frequentes nos fumantes

Pressão alta e colesterol destacam-se como principais problemas apresentados pelos pacientes internados

Fonte: Google Imagens
O Serviço de Psicologia do HCor – Hospital do Coração realizou um levantamento inédito e identificou algumas doenças mais frequentes nos pacientes internados que são fumantes. Durante a pesquisa foram avaliados 89 pacientes internados e o resultado apontou que a maioria desses pacientes apresentam fatores de riscos cardíacos como pressão alta (51%), colesterol alto (44%), infarto e derrame (33%) e diabetes (8%).


Dentro deste contexto, 30% são do sexo feminino e 70% do sexo masculino, sendo que 80% dos pacientes participantes não manifestaram interesse em realizar o tratamento para abandonar a dependência do cigarro. Em jovens adultos de ambos os sexos, o cigarro é fator de risco para o coração.

O levantamento revelou ainda que a maioria dos fumantes entrevistados possuem idade entre: 46 a 56 anos (32%), 57 a 67 anos (27%) e 68 a 78 anos ( 22%). Dos entrevistados, 43% fumam de 11 a 20 cigarros por dia e a média do tempo dos fumantes entrevistados é de 36 anos. O risco relativo do cigarro aumenta conforme o número de anos que o paciente fuma. Acima de 60 anos, o risco de infarto agudo do miocárdio é de 25% e abaixo desta idade o risco é de 45%. O paciente infartado que volta a fumar tem um alto índice de recidiva.

Segundo Silvia Cury Ismael, responsável pelo Serviço de Psicologia do HCor, durante o levantamento foi detectado que o fumante não pode ser tratado apenas com medicação.

— Conseguimos verificar que o apoio psicológico é fundamental ao paciente fumante. Um doa achados nos mostra que 39% dos entrevistados possuem um nível baixo de dependência da nicotina o que sugere por estudos anteriores, uma dependência psicológica maior - isto mostra que o fumante não pode ser apenas tratado do ponto de vista físico, mas também do psicológico — esclarece Silvia.


O tabagismo é um dos seis maiores fatores de risco isolados para o coração. Os outros cinco são colesterol alto, hipertensão, sedentarismo, obesidade e diabetes. Mesmo na ausência dos outros fatores, fumar aumenta o risco de doenças do coração. Por si só, o fumo aumenta a pressão arterial e a tendência de formação de coágulos sanguíneos, além de diminuir os níveis de colesterol “bom” (HDL) no sangue e a capacidade para realizar exercícios. Em pessoas que foram submetidas à cirurgia do coração, a dependência do cigarro aumenta a chance de recorrência da doença coronariana.


Doenças mais frequentes nos pacientes entrevistados:

:: Pressão alta

:: Colesterol alto

:: Falta de ar

:: Infarto

:: Chiado no peito

:: Rouquidão.



Aspectos emocionais que motivam o paciente a fumar:


:: Estimulação externa

:: Entusiasmo

:: Dificuldade de ficar sem fumar em locais proibidos

:: Ter dó de si mesmo

:: Insatisfação no trabalho

:: Insatisfação em relação à vida sexual


Mudança de comportamento

Para se livrar da dependência, o fumante que já caiu nas garras do cigarro não deve recorrer apenas a um tipo de tratamento. Segundo Silvia Cury, a dependência química é apenas um dos fatores que desestimulam o paciente e o fazem parar.

— Estresse e ansiedade também atrapalham. Se o paciente não aprender a lidar com as situações de estresse e ansiedade, provavelmente a recaída será maior. Existem ainda os gatilhos, como fumar após as refeições, após o café, ao dirigir, ao telefone, no computador, durante as atividades intelectuais. Por isso, é fundamental que o paciente modifique a sua rotina e conte com um acompanhamento multidisciplinar para resistir às recaídas. É preciso que ele tome as rédeas da situação e se sinta seguro de sua decisão — conclui a psicóloga.

O tratamento de doenças causadas pelo tabagismo custa mais de 200 bilhões de dólares para os cofres públicos em todo o mundo. No Brasil, se gasta 338 milhões de reais somente para tratar câncer de pulmão. Só no Brasil o tabaco faz anualmente 200 mil vítimas. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o fumo é o causador principal de mais de 50 tipos de doenças, entre elas, os problemas cardiovasculares, respiratórios e o câncer.

sábado, 23 de abril de 2011

Trabalhar sentado por 10 anos dobra risco de câncer de intestino

Ilustração: Google 

Trabalhar sentado pode ser cômodo, mas é prejudicial. De acordo com uma pesquisa da Universidade da Austrália Ocidental, na Austrália, 10 anos ou mais de longos períodos sedentários quase duplicam o risco de alguns tipos de câncer de intestino, mesmo que a pessoa se exercite em seu tempo livre.

Os cientistas compararam o estilo de vida e o nível de atividade física de 918 voluntários com a doença e 1021 sem. Os resultados mostraram que os funcionários que passaram mais de uma década em um serviço parado se mostraram 94% mais propensos a desenvolver tumor no cólon distal e, 44%, de reto.

Entre as possíveis explicações estão que trabalhar em uma cadeira tende a causar aumento nos níveis sanguíneos de açúcar, danos na produção de insulina e inflamações. A publicação American Journal of Epidemiology divulgou esses dados.

Vale lembrar que, segundo o jornal Daily Mail, estudos recentes sugerem que os adultos americanos passam 55% do tempo sentados no escritório. Levantamentos anteriores mostraram que os homens que permanecem na cadeira a maior parte do dia apresentam 30% mais probabilidade de câncer de próstata do que aqueles com ocupações mais ativas.

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