terça-feira, 3 de maio de 2011

ZINCO, seu parceiro no iverno e em todas as estações

Fonte: Getty Image

Já imaginou possuir um grande aliado contra as baixas temperaturas do inverno? Conheça o Zinco, um elemento químico imprescindível para a saúde. Ele possui relação direta com células de imunidade, que podem proteger o organismo dos resfriados e gripes, tão comuns nessa época do ano. 

Segundo a nutricionista funcional, Giovanna Arcuri, formada há dez anos em nutrição pela Faculdade São Camilo, esse desconhecido mineral está presente em uma grande quantidade de alimentos, principalmente nas proteínas como a carne de boi, de peixes e aves. “Para se prevenir dessas reações corporais, diante da alteração climática que a estação das luvas e cachecóis provoca, é imprescindível incluí-lo na alimentação”, comenta a nutricionista. A falta de Zinco no organismo torna os cabelos e unhas quebradiços, além de tornar a pele acnosa.


Além de acelerar a cura de lesões, o Zinco aumenta a fertilidade e o libido entre homens e mulheres. Também é útil em casos de osteoporose, problemas gerais no intestino, e ainda promove a saúde dos cabelos e unhas. Este mineral é tão poderoso, que também está presente na composição do protetor solar, pois possui a capacidade de bloquear os raios solares. 

Pesquisas indicam que os vegetarianos absorvem menores porções de Zinco, pois os alimentos naturais possuem uma quantia reduzida deste mineral. “Grão de bico, sementes de abóbora, tâmaras, ervilha, laranjas, castanhas do Pará, batatas, tomate cereja, figo e agrião são alguns exemplos de produtos de origem vegetal, que contém Zinco e, se ingeridos com frequência, tendem a proteger o sistema imunológico”, finaliza Giovanna.

Fonte: Segs

Incentive seu filho a praticar exercícios físicos

A prática de atividades físicas ajuda a criança a crescer de forma saudável, além de proporcionar diversão

Fonte: Artigo
Os exercícios físicos são essenciais para a saúde da criança, além de incentivar a interação social e proporcionar diversão. As modalidades precisam ser realizadas de acordo com a fase de desenvolvimento. Confira o que a criança pode - e deve - fazer:

 Aos 2 anos
 O importante é colocar a criança em movimento: engatinhando, andando com apoio ou brincando. Esqueça o andador, pois há o risco de acidentes.

 2 a 3 anos
 Brincar ao ar livre em jardins, parques e na escolinha. Aulas recreativas (desenho, natação, dança) são indicadas, mas nada que a sobrecarregue.

 4 a 7 anos
 Até uma hora de exercícios por dia. Futebol, karatê e balé são bem-vindos. Já o tênis prejudica o desenvolvimento de algumas partes do corpo.

 8 a 12 anos
 Uma hora de atividade física por dia ou três vezes por semana. Só não incentive a competição, pois o exercício deixa de ser prazeroso e vira obrigação.

Fonte: Rede Vida

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Cresce o número de mulheres alcoólatras no Brasil, diz estudo

Fonte: Google Imagens
O Ministério da Saúde divulgou uma pesquisa, realizada em todas as capitais brasileiras, que aumenta uma preocupação: o alcoolismo entre as mulheres. Segundo o estudo, o número de mulheres que ingerem álcool passou de 8,2% para 10,6% de 2006 a 2010. Entre os adultos em geral, o aumento foi de 16,2% para 18% nos quatro anos. Homens ainda bebem mais, mas o aumento entre alcoólatras do sexo feminino foi maior no período estudado.

Devido ao organismo diferenciado, o alcoolismo aparece de maneiras diferentes em homens e mulheres. As mulheres, por exemplo, absorvem o álcool 30% mais rápido e as causas que as levam a beber podem ser genéticas e psicológicas e até ser desencadeadas por fatores externos como a perda do emprego ou uma desilusão amorosa.

O estresse no trabalho e a jornada dupla também podem ser fatores desencadeantes para o uso da bebida: "alguns poucos departamentos de recursos humanos deixaram de considerar o alcoolismo um problema moral e, sim, uma questão médica. Em nossa clínica, já temos executivas encaminhadas pelo RH de seus trabalhos, um avanço", explica Ana Cristina Fulini, coordenadora terapêutica da Clínica Maia (especializada no tratamento de dependência química).

Segundo a médica, uma doença derivada da anorexia também pode envolver o alcoolismo: "independentemente da faixa etária, muitas mulheres dizem que bebem para driblar a fome e, com isso, emagrecer. Um comportamento chamado de drunkorexia", explica. 

Fonte: GazetaWeb

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